Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/07/2017

“Queridos filhos, os agradeço porque responderam ao Meu chamado e porque se reuniram em torno de Mim, em torno da Sua Mãe Celestial. Eu sei que pensam em Mim com amor e esperança. Eu sinto o amor de cada um de vocês, como também a sede do Meu Amadíssimo Filho, que por meio do Seu Amor Misericordioso, sempre e novamente Me envia até vocês. Ele que era homem e Deus Uno e Trino. Ele que por causa de vocês sofreu com o corpo e com a alma. Ele que se fez pão para dar pão às suas almas, para poder salvá-las.

Meus filhos, os ensino como serem dignos do Seu Amor, para poderem dirigir os seus pensamentos a Ele, para poderem viver o Meu Filho. Apóstolos do Meu Amor, os envolvo com o Meu Manto porque como Mãe desejo salvá-los.

Os peço: rezem pelo mundo inteiro. O Meu Coração sofre. Os pecados se multiplicam, são muitos. Mas com a ajuda de vocês, vocês que são humildes, cheios de amor, escondidos e santos, o Meu Coração triunfará. Amem o Meu Filho acima de tudo, e o mundo inteiro por meio Dele.

Não esqueçam nunca que cada irmão seu leva em si algo de precioso: a alma. Por isso, Meus filhos, amem a todos aqueles que não conhecem o Meu Filho, para que por meio da oração e do amor que vem da oração, eles possam tornarem-se melhores, a fim de que a bondade neles possa vencer, para poder salvarem as almas e terem a Vida Eterna.

Meus Apóstolos, Meus filhos, o Meu Filho pediu que amassem uns aos outros; que isto esteja escrito em seus corações e com a oração comecem a viver este amor.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Encontrados documentos que narram a perseguição dos cristãos no Japão durante o século XVII

Foram encontrados recentemente aproximadamente 10.000 documentos de papel de arroz, conhecidos como “Cartas Marega” que narram a perseguição contra os cristãos no Japão do século XVII, informou a imprensa internacional.

Conforme informou a agência AFP, estes documentos batizados como "Cartas Marega", pelo nome do Pe. Mario Marega, que os compilou no sul do Japão no século XX, constituem uma valiosa informação sobre a perseguição dos cristãos na época Edo (1603-1867) e serão estudados durante seis anos.

"Esta quantidade excepcional de documentos descreve as perseguições e a privação de liberdade religiosa", afirmou o professor Kazuo Otomo, diretor do Instituto Nacional de Literatura do Japão.

A partir de 1603 e durante mais de dois séculos, o Japão, por medo de ser colonizado, se fechou ao mundo exterior. Os japoneses não podiam sair do país sob pena de morte e os estrangeiros só estavam autorizados a entrar em alguns locais do arquipélago, sobretudo os holandeses, no porto de Nagasaki, cidade que abriga um monumento em memória dos 26 cristãos crucificados em 1597.

Naquela época, os shoguns, chefes de guerra do Japão, proibiram o cristianismo por considerá-lo um perigo para o arquipélago. Muitos dos missionários estrangeiros foram expulsos, os fiéis esconderam a alguns e os japoneses conversos tiveram que renegar sua fé. Os que se negaram a cumprir as ordens foram torturados e executados.

"Alguns destes documentos podem esclarecer como os cristãos conservaram sua fé", estima Rumiko Kataoka, especialista em história cristã da Universidade Católica Junshin de Nagasaki.
Em meados do século XIX, quando o Japão saiu de seu isolamento, a maior parte dos documentos sobre as perseguições estavam perdidos ou tinham sido destruídos.

O Pe. Marega juntou estes testemunhos únicos quando vivia na ilha meridional de Kyushu, antes e durante a Segunda Guerra Mundial. Depois os levou a Tóquio e dali à Itália, onde faleceu em 1978. O pesquisador Delio Provérbio encontrou estes documentos em 2010.

Estes documentos relatam a vigilância metódica e os atos aos quais os cristãos eram submetidos, que na menor suspeita eram forçados a pisotear imagens de Cristo ou da Virgem Maria.

Segundo o professor Otomo, só foram abertos três pacotes de documentos dos 20 existentes. "É um estudo sobre os cristãos, mas vai além. Pode nos levar a um estudo sobre os intercâmbios culturais e sobre a forma de tratar a liberdade religiosa", explicou.

Foi a estes mártires e sobreviventes que o Papa se referiu na Praça de São Pedro, no dia 15 de janeiro durante a Audiência Geral: “Foram numerosos os mártires, os membros do clero foram expulsos e milhares de fiéis foram assassinados. Não ficou no Japão nenhum sacerdote, todos foram expulsos. Então a comunidade se retirou à clandestinidade, conservando a fé e a oração na ocultação”.

“E quando nascia uma criança, o pai ou a mãe a batizavam, porque todos os fiéis podem batizar em circunstâncias particulares. Quando depois de aproximadamente dois séculos e meio –250 anos depois– os missionários voltaram para o Japão, milhares de cristãos saíram das sombras e a Igreja pôde reflorescer. Tinham sobrevivido com a graça de seu Batismo! Mas isto é grande, né? O Povo de Deus transmite a fé, batiza seus filhos e vai adiante”.

O Papa disse finalmente que esta comunidade tinha mantido, ainda em segredo, “um forte espírito comunitário, porque o Batismo os tinha transformado em um só corpo em Cristo: estavam isolados e escondidos, mas eram sempre membros da Igreja. Podemos aprender tanto desta história! Obrigado!”

Segundo a Conferência Episcopal do Japão, este país tinha 444 mil católicos em 2012.


ROMA, 03 Fev. 14 - ACI
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