Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/12/2017

“Queridos filhos, Me dirijo a vocês como sua Mãe, a Mãe dos justos, a Mãe daqueles que amam e sofrem, a Mãe dos santos.

Filhos Meus, também vocês podem ser santos: depende de vocês. Santos são aqueles que amam imensamente o Pai Celestial, aqueles que O amam acima de tudo.

Por isso, filhos Meus, procurem ser sempre melhores. Se procuraram ser bons, podem ser santos, também se não pensam isto de vocês. Se vocês pensam ser bons, não são humildes e a soberba os distancia da santidade.

Neste mundo inquieto, cheio de ameaças, as suas mãos, apóstolos do Meu amor, devem estar estendidas em oração e em misericórdia. Para mim, filhos Meus, presenteiem o Rosário, as rosas que tanto amo!

As Minhas rosas são as suas orações feitas com o coração e não somente recitadas com os lábios. As minhas rosas são as suas obras de oração, de fé e de amor.

Quando era pequeno, Meu Filho me dizia que os Meus filhos seriam numerosos e que me trariam muitas rosas.

Eu não compreendia, agora sei que vocês são aqueles filhos, que trazem rosas quando amam o Meu Filho acima de tudo, quando rezam com o coração, que ajudam os mais pobres. Estas são as Minhas rosas!

Esta é a fé, que faz que tudo na vida se faça por amor; que não conhece a soberba; que perdoa sempre prontamente, sem nunca julgar e procurando sempre compreender o próprio irmão.

Por isso, apóstolos do Meu amor, rezem por aqueles que não sabem amar, por aqueles que não os amam, por aqueles que os fizeram mal, por aqueles que não conheceram o Amor de Meu Filho. Filhos Meus, os peço isto para que lembrem que rezar significa amar e perdoar. Obrigada !”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Cuba: Opositores criam “grupo representativo” para dialogar com organismos internacionais

Líderes da oposição cubana criaram nesta quarta-feira, 26, “um grupo representativo que atuará como canal de diálogo com as instituições internacionais e outros possíveis interlocutores”, entre eles está a União Europeia (UE), cujo Conselho de Ministros de Exterior aprovou no dia 10 de fevereiro a negociação de um acordo de diálogo e cooperação com o regime de Raul Castro.

Em um comunicado os opositores pediram perante o Governo de Cuba e a comunidade internacional a libertação incondicional de todos os presos políticos, incluindo aqueles que estão cumprindo pena em regime semi-aberto e os que foram detidos por protestar contra a violenta repressão política na ilha ou por participar em manifestações pacíficas pelo respeito aos direitos humanos no país.

O ato foi realizado na Casa da América de Madri (Espanha). Entre os assinantes estão Guillermo Fariñas, representante da União Patriótica Cubana (UNPACU); Juan Felipe Medina, do Movimento Cristão de Liberação (MCL); Elizardo Sánchez, da Comissão Cubana de Direitos humanos; Manuel Custa Morua, do grupo Arco Progressista; Berta Soler, líder das Damas de Branco, o jornalista Reinaldo Escobar e a blogueira Yoani Sánchez.

Em declarações recolhidas pelo site Eldiario.es, Juan Felipe Medina assinalou que nas negociações internacionais de Cuba "a temática até o momento foi não falar do que incomoda o governo", e apontou que a oposição não pretende "apresentar uma agenda" à UE mas que há temas que "não podem ser excluídos".

Por sua parte, Berta Soler recordou que as Damas de Branco lutam "não por uma mudança econômica e migratória, mas principalmente pelo respeito aos direitos humanos", por isso as negociações entre a UE e Cuba geram "preocupação".

Durante o evento, os dissidentes cubanos expressaram seu apoio aos "democratas pacíficos" que marcham na Venezuela. Indicaram que "seguem com atenção" os acontecimentos no país sul-americano devido às relações históricas entre o chavismo e o regime cubano.

Em um comunicado nesta quarta-feira, o MCL expressou a necessidade de elevar o nível de exigências ao regime cubano.

“O MCL apoia o fortalecimento da sociedade civil na ilha, mas deixou claro durante a reunião organizada pelo AIL na Casamerica em Madri, que não se pode falar de sociedade civil sem direito à liberdade de associação e à liberdade de expressão”, assinala a nota.

Juan Felipe Medina, membro do Conselho Diretivo do MCL, que participou do evento, assegurou que “sem o reconhecimento a estes direitos (...) não é possível concretizar e avançar rumo a estas liberdades”.

O movimento fundado pelo falecido líder opositor Oswaldo Payá assinalou que “espera que o diálogo entre membros da sociedade civil possa avançar rumo a formas de unidade e representatividade em consulta com toda a oposição”.

“Juan F. Medina pediu aos participantes, para que seja recolhido no texto da declaração do encontro, o apoio a uma investigação das mortes de Oswaldo Payá e Harold Cepero, proposta que foi desprezada pela maioria”, advertiu o MCL.


HAVANA, 27 Fev. 14 - ACI
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