Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/02/2019

“Queridos filhos,

O AMOR e a BONDADE do PAI CELESTIAL os dá revelações que fazem com que a fé em vocês cresça e se compreenda, e os traga paz, segurança e esperança.

Assim também eu, filhos MEUS, por meio do AMOR MISERICORDIOSO do PAI CELESTIAL sempre e novamente os mostro a estrada em direção ao MEU FILHO, em direção à SALVAÇÃO ETERNA. Mas, infelizmente, muitos dos MEUS filhos não querem me escutar, e muitos dos MEUS filhos duvidam.

Mas EU, EU sempre e em todos os tempos, louvei o SENHOR por tudo aquilo que ELE fez em MIM e por meio de MIM. MEU FILHO se dá a vocês, divide o pão com vocês, os dá palavras de VIDA ETERNA, a fim que EU as leve a todos. Vocês, filhos MEUS, apóstolos do MEU AMOR, do que vocês tem medo quando MEU FILHO está com vocês ?

Ofereçam-LHE as suas almas, a fim de que ELE possa morar nelas, e possa fazer de vocês instrumentos da FÉ e instrumentos do AMOR.

Filhos MEUS, vivam o EVANGELHO, vivam o AMOR MISERICORDIOSO ao próximo, e, acima de tudo, vivam o AMOR ao PAI CELESTIAL. Filhos MEUS, vocês não estão juntos por acaso, o PAI CELESTIAL não une ninguém por acaso. O MEU FILHO fala às suas ALMAS e eu faço aos seus CORAÇÕES.

Como MÃE, EU digo a vocês: caminhem COMIGO, amem-se uns aos outros, testemunhem. Não tenham medo, com o seu exemplo, de defender a VIDA, a PALAVRA DE DEUS que é ETERNA e que não muda nunca. Filhos MEUS, quem trabalha na LUZ DO AMOR MISERICORDIOSO e na VERDADE é sempre ajudado pelo CÉU e nunca está sozinho.

Apóstolos do MEU AMOR, que vocês sejam reconhecidos, sempre, entre todos os outros, pelo seu escondimento, pelo seu amor e pela sua serenidade. EU estou com vocês. Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Cuba: Opositores criam “grupo representativo” para dialogar com organismos internacionais

Líderes da oposição cubana criaram nesta quarta-feira, 26, “um grupo representativo que atuará como canal de diálogo com as instituições internacionais e outros possíveis interlocutores”, entre eles está a União Europeia (UE), cujo Conselho de Ministros de Exterior aprovou no dia 10 de fevereiro a negociação de um acordo de diálogo e cooperação com o regime de Raul Castro.

Em um comunicado os opositores pediram perante o Governo de Cuba e a comunidade internacional a libertação incondicional de todos os presos políticos, incluindo aqueles que estão cumprindo pena em regime semi-aberto e os que foram detidos por protestar contra a violenta repressão política na ilha ou por participar em manifestações pacíficas pelo respeito aos direitos humanos no país.

O ato foi realizado na Casa da América de Madri (Espanha). Entre os assinantes estão Guillermo Fariñas, representante da União Patriótica Cubana (UNPACU); Juan Felipe Medina, do Movimento Cristão de Liberação (MCL); Elizardo Sánchez, da Comissão Cubana de Direitos humanos; Manuel Custa Morua, do grupo Arco Progressista; Berta Soler, líder das Damas de Branco, o jornalista Reinaldo Escobar e a blogueira Yoani Sánchez.

Em declarações recolhidas pelo site Eldiario.es, Juan Felipe Medina assinalou que nas negociações internacionais de Cuba "a temática até o momento foi não falar do que incomoda o governo", e apontou que a oposição não pretende "apresentar uma agenda" à UE mas que há temas que "não podem ser excluídos".

Por sua parte, Berta Soler recordou que as Damas de Branco lutam "não por uma mudança econômica e migratória, mas principalmente pelo respeito aos direitos humanos", por isso as negociações entre a UE e Cuba geram "preocupação".

Durante o evento, os dissidentes cubanos expressaram seu apoio aos "democratas pacíficos" que marcham na Venezuela. Indicaram que "seguem com atenção" os acontecimentos no país sul-americano devido às relações históricas entre o chavismo e o regime cubano.

Em um comunicado nesta quarta-feira, o MCL expressou a necessidade de elevar o nível de exigências ao regime cubano.

“O MCL apoia o fortalecimento da sociedade civil na ilha, mas deixou claro durante a reunião organizada pelo AIL na Casamerica em Madri, que não se pode falar de sociedade civil sem direito à liberdade de associação e à liberdade de expressão”, assinala a nota.

Juan Felipe Medina, membro do Conselho Diretivo do MCL, que participou do evento, assegurou que “sem o reconhecimento a estes direitos (...) não é possível concretizar e avançar rumo a estas liberdades”.

O movimento fundado pelo falecido líder opositor Oswaldo Payá assinalou que “espera que o diálogo entre membros da sociedade civil possa avançar rumo a formas de unidade e representatividade em consulta com toda a oposição”.

“Juan F. Medina pediu aos participantes, para que seja recolhido no texto da declaração do encontro, o apoio a uma investigação das mortes de Oswaldo Payá e Harold Cepero, proposta que foi desprezada pela maioria”, advertiu o MCL.


HAVANA, 27 Fev. 14 - ACI
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