Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/10/2017

Queridos filhos,

Falo a vocês como MÃE, com palavras simples mas cheias de amor e de preocupação, que ME foram confiados por MEU FILHO. É ELE que, do ETERNO PRESENTE, fala a vocês com palavras de vida e semeia o amor nos corações abertos, Por esta razão os peço, apóstolos do MEU AMOR, tenham os corações abertos, sempre prontos à misericórdia e ao perdão.

Pelo MEU FILHO, perdoem sempre ao próximo porque assim vocês terão a paz. Filhos MEUS, preocupem-se com a alma de vocês porque é a única coisa que pertence a vocês realmente. Vocês se esqueceram da importância da família.

A família não deveria ser lugar de sofrimento e de dor mas local de compreensão e de ternura. As famílias que vivem segundo o MEU FILHO, vivem em amor recíproco.

Quando o MEU FILHO era ainda pequeno, ELE ME dizia que todos os homens são SEUS irmãos; por isso lembrem-se, apóstolos do MEU AMOR, que todos os homens que vocês encontrarem são família, irmãos pelo MEU FILHO.

Meus filhos, não gastem seu tempo pensando sobre o futuro, se preocupando. Que sua única preocupação seja viver bem cada momento de acordo com MEU FILHO. Lá está – paz para vocês!

Filhos MEUS, não esqueçam nunca de rezar pelos seus sacerdotes. Rezem para que possam aceitar todos os homens como seus próprios filhos e segundo o MEU FILHO, sejam pais espirituais. Obrigada.


OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Cuba: Opositores criam “grupo representativo” para dialogar com organismos internacionais

Líderes da oposição cubana criaram nesta quarta-feira, 26, “um grupo representativo que atuará como canal de diálogo com as instituições internacionais e outros possíveis interlocutores”, entre eles está a União Europeia (UE), cujo Conselho de Ministros de Exterior aprovou no dia 10 de fevereiro a negociação de um acordo de diálogo e cooperação com o regime de Raul Castro.

Em um comunicado os opositores pediram perante o Governo de Cuba e a comunidade internacional a libertação incondicional de todos os presos políticos, incluindo aqueles que estão cumprindo pena em regime semi-aberto e os que foram detidos por protestar contra a violenta repressão política na ilha ou por participar em manifestações pacíficas pelo respeito aos direitos humanos no país.

O ato foi realizado na Casa da América de Madri (Espanha). Entre os assinantes estão Guillermo Fariñas, representante da União Patriótica Cubana (UNPACU); Juan Felipe Medina, do Movimento Cristão de Liberação (MCL); Elizardo Sánchez, da Comissão Cubana de Direitos humanos; Manuel Custa Morua, do grupo Arco Progressista; Berta Soler, líder das Damas de Branco, o jornalista Reinaldo Escobar e a blogueira Yoani Sánchez.

Em declarações recolhidas pelo site Eldiario.es, Juan Felipe Medina assinalou que nas negociações internacionais de Cuba "a temática até o momento foi não falar do que incomoda o governo", e apontou que a oposição não pretende "apresentar uma agenda" à UE mas que há temas que "não podem ser excluídos".

Por sua parte, Berta Soler recordou que as Damas de Branco lutam "não por uma mudança econômica e migratória, mas principalmente pelo respeito aos direitos humanos", por isso as negociações entre a UE e Cuba geram "preocupação".

Durante o evento, os dissidentes cubanos expressaram seu apoio aos "democratas pacíficos" que marcham na Venezuela. Indicaram que "seguem com atenção" os acontecimentos no país sul-americano devido às relações históricas entre o chavismo e o regime cubano.

Em um comunicado nesta quarta-feira, o MCL expressou a necessidade de elevar o nível de exigências ao regime cubano.

“O MCL apoia o fortalecimento da sociedade civil na ilha, mas deixou claro durante a reunião organizada pelo AIL na Casamerica em Madri, que não se pode falar de sociedade civil sem direito à liberdade de associação e à liberdade de expressão”, assinala a nota.

Juan Felipe Medina, membro do Conselho Diretivo do MCL, que participou do evento, assegurou que “sem o reconhecimento a estes direitos (...) não é possível concretizar e avançar rumo a estas liberdades”.

O movimento fundado pelo falecido líder opositor Oswaldo Payá assinalou que “espera que o diálogo entre membros da sociedade civil possa avançar rumo a formas de unidade e representatividade em consulta com toda a oposição”.

“Juan F. Medina pediu aos participantes, para que seja recolhido no texto da declaração do encontro, o apoio a uma investigação das mortes de Oswaldo Payá e Harold Cepero, proposta que foi desprezada pela maioria”, advertiu o MCL.


HAVANA, 27 Fev. 14 - ACI
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