Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/04/2018

“Queridos filhos,

Através do Grande Amor do PAI CELESTIAL, EU estou com vocês como sua MÃE e vocês estão comigo como MEUS filhos, como Apóstolos do Meu Amor que sem cessar, reúnem-se em torno de MIM.

Filhos MEUS, vocês são aqueles que, como a oração, devem abandonar-se totalmente ao MEU FILHO, a fim de que não sejam mais vocês a viverem, mas o MEU FILHO em vocês; de modo que todos aqueles que não O conheçam, O vejam em vocês e desejem conhecê-lo.

Rezem para que eles vejam em vocês uma humildade decidida e bondade, disponibilidade a servir os outros; que vejam que vocês vivem a sua vocação no mundo com o coração, em comunhão com o MEU FILHO. Que eles vejam em vocês mansidão, ternura e amor ao MEU FILHO, como também aos seus irmãos e irmãs. Apóstolos do MEU AMOR, vocês devem rezar muito e purificar os seus corações de odo que sejam vocês os primeiros a caminhar no caminho do MEU FILHO de modo que sejam vocês os justos unidos pela JUSTIÇA do MEU FILHO.

Filhos MEUS, como MEUS Apóstolos vocês devem estar unidos na comunhão que flui do MEU FILHO, a fim de que os MEUS filhos que não conhecem o MEU FILHO reconheçam uma comunhão de amor e desejem caminhar no caminho da vida, no caminho da unidade com o MEU FILHO.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

CNBB lança nota sobre situação carcerária brasileira

A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) concedeu entrevista coletiva à imprensa, na manhã desta quinta-feira (06), após o final da reunião do Conselho Episcopal Pastoral (Consep). Na ocasião, foi lançada uma campanha de solidariedade ao povo sírio e também foi divulgada uma nota sobre a situação carcerária no Brasil.

Durante a coletiva, em uma parceria com a Cáritas Brasileira, a CNBB lançou a campanha de arredação de fundos para auxiliar os esforços de assistência humanitária à população da Síria, que vive uma situação de guerra civil, desde 2011.
“A solidariedade não tem fronteiras, não tem distinção de pessoas, povos e credos, e a CNBB quer marcar presença por meio da Cáritas nacional como essa campanha em favor do povo sírio”, afirmou o arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno.
De acordo com a ONU, mais de 9 milhões de pessoas precisam de ajuda urgente. A campanha conclama que as dioceses, paróquias, comunidades e pessoas de boa vontade realizem coletas de solidariedade em favor do povo sírio. (Veja abaixo como colaborar)
Ainda na coletiva, o bispo-auxiliar de Brasília e secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, apresentou uma nota, produzida durante o Consep, que manifesta o repúdio à situação carcerária no Brasil. “O modo como nós tratamos as pessoas dentro das prisões exige uma mudança radical e urgente”, afirmou dom Leonardo.
No texto, os bispos afirmam que o modelo prisional atual “produz a desigualdade social, uma das maiores causas da violência”. A nota faz referência aos violentos assassinatos de detentos, ocorridos no Maranhão. “É lamentável que o Estado e a Sociedade só tenham olhos para a situação carcerária quando os presídios são palco de cenas estarrecedoras como as do Maranhão”, diz a mensagem.

Cáritas
Para doações para a campanha de solidariedade ao povo sírio, as contas disponíveis para depósito são: Banco do Brasil, agência 3475-4, conta corrente 0000-0; Caixa Econômica Federal, agência 1041, conta corrente 000-0, operação 003; Bradesco, agência 0606, conta corrente 00000-0.

Ao final,  a CNBB reafirma seu compromisso de contribuir para a promoção de uma cultura de paz. Confira a íntegra do texto:

Nota da CNBB sobre o sistema carcerário do país

“Lembrai-vos dos presos, como se estivésseis presos com eles, e dos que são maltradados, pois também vós tendes um corpo!”(Hb 13,3)
O Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília, nos dias 4 a 6 de fevereiro, vem manifestar repúdio aos graves fatos ocorridos neste início de ano no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, no Maranhão, com repercussão mundial. Foram 60 mortes em 2013 e três no último mês de janeiro, algumas com decapitações e esquartejamentos, provocadas pelos próprios presos.

Unimo-nos aos bispos do Maranhão que, em nota, condenaram “o clima de terror e medo vivido na cidade de São Luís”, consequência da violência no Complexo de Pedrinhas. Com eles afirmamos: “A nossa sociedade está se tornando cada vez mais violenta. É nosso parecer que essa violência é resultado de um modelo econômico-social que está sendo construído”.

Esse modelo produz a desigualdade social, uma das maiores causas da violência. Entende-se, assim, que a maior parte da população carcerária seja de pobres, jovens e negros. Combater esta desigualdade é caminho para a segurança a que a população aspira como nos lembra o papa Francisco: “Enquanto não se eliminarem a exclusão e a desigualdade dentro da sociedade e entre os vários povos, será impossível desarraigar a violência” (EG 59).
Não podemos assistir passivamente à violação da dignidade humana como ocorre nos presídios brasileiros e em inúmeras situações de violência que grassa no país. É lamentável que o Estado e a Sociedade só tenham olhos para a situação carcerária quando os presídios são palco de cenas estarrecedoras como as do Maranhão. Nesses casos, soluções emergenciais não enfrentam os problemas nas suas raízes nem levam a reformas estruturais que requer o atual sistema penitenciário.
A falência do nosso sistema prisional é sustentada pela política de encarceramento em massa e comprovada pelas desumanas condições dos presídios, por denúncias de práticas de torturas, por despreparo de agentes penitenciários. Soma-se a isso o fato de que dos mais de 500 mil detentos, cerca de 40% aguardam julgamento da justiça, além dos milhares com penas já vencidas. Como compreender uma situação dessas?

É urgente uma reforma do sistema carcerário que estabeleça metas claras para a solução dos problemas enfrentados pelos presídios, além da criação de um grupo ou programa de monitoramento de implementação destas metas. Levem-se a sério a justiça restaurativa, proposta pela ONU, e a Escola de Perdão e Reconciliação (ESPERE), defendida pela Pastoral Carcerária, como alternativas à política de encarceramento em vigor no país.

Para esse fim devem se unir Executivo, Legislativo e Judiciário, contando sempre com a indispensável participação da sociedade civil.

A Igreja no Brasil tem dado sua contribuição para a afirmação de uma cultura de paz, seja pela realização de três Campanhas da Fraternidade sobre a violência (1983), encarcerados (1997) e segurança pública (2009), seja por meio da atuação da Pastoral Carcerária e de outros grupos de defesa e promoção dos direitos humanos. Fiel à sua missão evangelizadora, ela continua à disposição para colaborar na busca de soluções que estanquem a violência, assegurem a paz e estabeleça a justiça nos presídios e na sociedade.

Que Deus nos ilumine e nos dê sabedoria para juntos trilharmos os caminhos da justiça e da paz!

Brasília, 6 de fevereiro de 2014

Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB

Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís
Vice-presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB
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