Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/02/2019

“Queridos filhos,

O AMOR e a BONDADE do PAI CELESTIAL os dá revelações que fazem com que a fé em vocês cresça e se compreenda, e os traga paz, segurança e esperança.

Assim também eu, filhos MEUS, por meio do AMOR MISERICORDIOSO do PAI CELESTIAL sempre e novamente os mostro a estrada em direção ao MEU FILHO, em direção à SALVAÇÃO ETERNA. Mas, infelizmente, muitos dos MEUS filhos não querem me escutar, e muitos dos MEUS filhos duvidam.

Mas EU, EU sempre e em todos os tempos, louvei o SENHOR por tudo aquilo que ELE fez em MIM e por meio de MIM. MEU FILHO se dá a vocês, divide o pão com vocês, os dá palavras de VIDA ETERNA, a fim que EU as leve a todos. Vocês, filhos MEUS, apóstolos do MEU AMOR, do que vocês tem medo quando MEU FILHO está com vocês ?

Ofereçam-LHE as suas almas, a fim de que ELE possa morar nelas, e possa fazer de vocês instrumentos da FÉ e instrumentos do AMOR.

Filhos MEUS, vivam o EVANGELHO, vivam o AMOR MISERICORDIOSO ao próximo, e, acima de tudo, vivam o AMOR ao PAI CELESTIAL. Filhos MEUS, vocês não estão juntos por acaso, o PAI CELESTIAL não une ninguém por acaso. O MEU FILHO fala às suas ALMAS e eu faço aos seus CORAÇÕES.

Como MÃE, EU digo a vocês: caminhem COMIGO, amem-se uns aos outros, testemunhem. Não tenham medo, com o seu exemplo, de defender a VIDA, a PALAVRA DE DEUS que é ETERNA e que não muda nunca. Filhos MEUS, quem trabalha na LUZ DO AMOR MISERICORDIOSO e na VERDADE é sempre ajudado pelo CÉU e nunca está sozinho.

Apóstolos do MEU AMOR, que vocês sejam reconhecidos, sempre, entre todos os outros, pelo seu escondimento, pelo seu amor e pela sua serenidade. EU estou com vocês. Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Bento XVI “não se arrependeu de ter renunciado” afirma seu irmão o Monsenhor Georg Ratzinger

Monsenhor Georg Ratzinger, o irmão de Bento XVI, recordou em uma recente entrevista a um meio espanhol que o agora Bispo Emérito de Roma não se arrepende de sua decisão de renunciar ao pontificado devido a sua falta de forças físicas. Além disso, disse, tem clara qual é a sua missão na Igreja.

Ao ser perguntado sobre o primeiro aniversário da renúncia e sobre as reflexões feitas durante esses meses, Georg Ratzinger afirma: "meu irmão não se arrepende da decisão que tomou há um ano. Ele tem muito claro quais são as tarefas e funções que quer realizar. A renúncia foi uma decisão clara que continua sendo válida hoje".

Com 90 anos, este sacerdote e músico alemão que foi homenageado por João Paulo II com o título de protonotário apostólico, vive tranquilamente os seus dias em sua casa de Ratisbona, de onde concedeu uma entrevista Telefônica.

Recordando o dia em que os cardeais do conclave de 2005 elegeram o seu irmão como Papa, afirma que se sentiu “bastante derrotado" por considerar que não teria mais tempo para desenvolver os estudos teológicos que tanto gostava e que o levaram a ser Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé.

Nove anos depois de sua eleição, Bento XVI encontra tempo na sua ainda carregada agenda para dedicar-se ao estudo e à música, duas de suas paixões. "Meu irmão está em bom estado de saúde. Ele tenta manter a serenidade, mesmo sem ter todo o tempo que gostaria para tocar o piano ou conversar por telefone, já que ainda recebe muitas visitas e mantém audiências”, confessou Georg, que assegurou que Bento XVI continua estudando teologia, mas não confirmou a possibilidade de que esteja escrevendo suas memórias.

A relação dos dois irmãos sempre foi estreita, revela Georg. Foram criados juntos, cresceram e foram estudar no mesmo seminário juntos e foram ordenados sacerdotes. Também compartilham alguns dias da primavera, nos últimos anos –como é tradição dos papas- na casa de verão de Castel Gandolfo.

Georg indica que "tenho um segundo telefone no quarto com um número que só ele conhece. Se esse telefone toca, sei que meu irmão, o Papa, está me ligando".

Estes e outros dados foram revelados por Monsenhor Ratzinger no livro “Meu irmão, o Papa” (Mein Bruder, der Papst), que reflete a entrevista concedida ao jornalista e escritor alemão Michael Hesemann.


VATICANO, 11 Fev. 14 - ACI/EWTN Noticias
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