Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/04/2018

“Queridos filhos,

Através do Grande Amor do PAI CELESTIAL, EU estou com vocês como sua MÃE e vocês estão comigo como MEUS filhos, como Apóstolos do Meu Amor que sem cessar, reúnem-se em torno de MIM.

Filhos MEUS, vocês são aqueles que, como a oração, devem abandonar-se totalmente ao MEU FILHO, a fim de que não sejam mais vocês a viverem, mas o MEU FILHO em vocês; de modo que todos aqueles que não O conheçam, O vejam em vocês e desejem conhecê-lo.

Rezem para que eles vejam em vocês uma humildade decidida e bondade, disponibilidade a servir os outros; que vejam que vocês vivem a sua vocação no mundo com o coração, em comunhão com o MEU FILHO. Que eles vejam em vocês mansidão, ternura e amor ao MEU FILHO, como também aos seus irmãos e irmãs. Apóstolos do MEU AMOR, vocês devem rezar muito e purificar os seus corações de odo que sejam vocês os primeiros a caminhar no caminho do MEU FILHO de modo que sejam vocês os justos unidos pela JUSTIÇA do MEU FILHO.

Filhos MEUS, como MEUS Apóstolos vocês devem estar unidos na comunhão que flui do MEU FILHO, a fim de que os MEUS filhos que não conhecem o MEU FILHO reconheçam uma comunhão de amor e desejem caminhar no caminho da vida, no caminho da unidade com o MEU FILHO.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Preservar a nossa pequenez para dialogar com o Senhor

Como todas as manhãs, o Papa Francisco celebrou a Missa na capela de sua residência, a Casa Santa Marta.

A homilia do Santo Padre foi centralizada no diálogo de Deus com seus filhos. “A relação do Senhor com o seu povo é pessoal”, destacou o Pontífice, “sempre de pessoa a pessoa”, jamais é um diálogo com a massa.

Num povo, cada um tem o seu lugar. O Senhor jamais fala às massas. Sempre fala pessoalmente, com os nomes. E escolhe pessoalmente. O relato da criação mostra isso: é o próprio Deus que com as suas mãos, artesanalmente, faz o homem e lhe dá um nome: 'Tu te chamas Adão'. E assim começa aquela relação entre Deus e a pessoa. E há outro detalhe, há uma relação entre Deus e nós pequenos: Deus, o grande, e nós pequenos. Deus, quando deve escolher as pessoas, inclusive o seu povo, sempre escolhe os menores.
Deus, prosseguiu o Papa, escolhe o seu povo porque é “o menor”, tem “menos poder” do que os outros povos. Há um diálogo entre Deus e a pequenez humana. Na primeira leitura de hoje, observou Francisco, “vê-se claramente essa atitude do Senhor”. O profeta Samuel está diante do maior dos filhos de Jessé e pensa que seja “o seu consagrado, porque era um homem alto, grande”. Mas o Senhor diz que não olha o aspecto nem a estatura, acrescentando: “Eu o descartei, porque o que o homem vê não conta”. De fato, reiterou o Papa, “o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração. O Senhor escolhe segundo os seus critérios”. E escolhe “os fracos e os dóceis, para confundir os potentes da terra”. No final, “o Senhor escolhe Davi, o menor”, que “não tinha importância para o pai”. “Ele não estava em casa, pois estava tomando conta do rebanho. E foi justamente Davi o eleito:

Todos nós com o Batismo fomos eleitos pelo Senhor. Todos somos eleitos. Ele nos escolheu um a um. Nos deu um nome e nos olha. Há um diálogo, porque é assim que o Senhor ama. Depois, Davi se tornou rei e errou. Talvez tenha cometido vários erros, mas a Bíblia nos fala em especial de dois grandes erros. E o que ele fez? Humilhou-se. Voltou à sua pequenez e disse: ‘Sou pecador’. E pediu perdão e fez penitência.
Depois do segundo pecado, prosseguiu o Papa, Davi disse ao Senhor: “Pune-me, não o povo. O povo não tem culpa, eu sou culpado. E preservou a sua pequenez com o arrependimento, com a oração, com o choro. “Pensando nessas coisas, neste diálogo entre o Senhor e a nossa pequenez”, refletiu ainda Francisco, “pergunto-me onde está a fidelidade cristã”:

A fidelidade cristã, a nossa fidelidade, é simplesmente preservar a nossa pequenez, para que possa dialogar com o Senhor. Custodiar a nossa pequenez. Por isso a humildade, a docilidade e a mansidão são tão importantes na vida do cristão, porque preservam a pequenez, tão estimada por Deus. E será sempre o diálogo entre a nossa pequenez e a grandeza do Senhor. Que o Senhor nos dê, por intercessão de São Davi – e também por intercessão de Nossa Senhora, que louvou a Deus por ter visto a sua humildade – nos dê o Senhor a graça de preservar a nossa pequenez diante Dele.

Terça, 21/01/2014 - Rádio Vaticano 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...