Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2018

Queridos filhos,

As Minhas palavras são simples, mas repletas de amor materno e de preocupação. Filhos MEUS, sobre vocês se alargam sempre mais as sombras das trevas e do engano, Eu os chamo em direção a luz e a verdade, Eu os chamo na direção de Meu Filho. Somente Ele pode converter o desespero e a dor em paz e serenidade, somente ELE pode dar esperança nas dores mais profundas. O MEU FILHO é a VIDA do mundo, e quanto mais O conhecerem, mais se aproximarão DELE e mais O amarão porque o MEU FILHO é AMOR e o AMOR muda tudo.

ELE torna maravilhoso também aquilo que sem amor pareça para vocês insignificante. Por isso novamente os digo que vocês devem amar muito se desejarem crescer espiritualmente. EU sei, apóstolos do MEU AMOR, que não sempre fácil, porém, filhos MEUS, também as estradas dolorosas são caminhos que levam ao crescimento espiritual, à fé e ao MEU FILHO.

Filhos MEUS, rezem, pensem em MEU FILHO durante todos os momentos do dia, elevem as suas almas até ELE e EU recolherei as suas orações como flores do jardim mais belo e as darei de presente ao MEU FILHO.

Sejam realmente apóstolos do MEU AMOR, deem a todos o AMOR de MEU FILHO, sejam jardins com as flores mais belas.

Com a oração ajudem os seu sacerdotes para que possam ser pais espirituais cheios de amor para todos os homens.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

O Papa Francisco tem a palavra final sobre Medjugorje, recorda perito vaticano

Devido às especulações de certa imprensa sobre o relatório final da Comissão Internacional de investigação sobre Medjugorje, o Prefeito Emérito da Congregação para a Causa dos Santos, o Cardeal português José Saraiva Martins, recordou que o Papa Francisco tem a última palavra sobre este caso.

Na sexta-feira, 17 de janeiro, realizou-se a última reunião da comissão, estabelecida pela Congregação para a Doutrina da Fé em março de 2010, sob a presidência do Cardeal Camillo Ruini. Segundo a agência AICA, o documento nascido desta reunião estaria sendo submetido às “instâncias competentes” da mesma Congregação no Vaticano.

Em declarações neste 21 de janeiro, o Cardeal Martins, considerou que “essas autoridades competentes às que se referem, são o mesmo Papa. O Papa tem sempre a última palavra”.

“Assim ocorreu com as aparições da Virgem de Lourdes e assim ocorreu com Fátima”, recordou.

O Cardeal Saraiva Martins considerou que provavelmente passará algum tempo até que a Igreja chegue a uma conclusão definitiva, porque conforme assinala, costumam passar “muitos anos para chegar a uma opinião oficial”.

Além disso, esclareceu que o Papa Francisco não tem um limite de tempo determinado para pronunciar-se a respeito, de maneira que não se pode estabelecer uma data para conhecer o veredicto. Conforme estabelece o Código de Direito Canônico, o Santo Padre, como Pontífice de Roma, tem pleno direito de tomar o tempo que ele considere necessário para emitir uma decisão final.

Por outro lado, o Cardeal Saraiva expressou sua confiança nos resultados da investigação.

Conforme se lê em uma carta do Cardeal Gerhard Müller, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, enviada aos bispos norte-americanos em novembro de 2013, a Igreja não autoriza participar de reuniões, conferências ou celebrações públicas durante as quais se dê por válidas as aparições de Medjugorje.

“Como vocês sabem bem, a Congregação para a Doutrina da Fé está no processo de investigar certos aspectos doutrinais e disciplinares do fenômeno de Medjugorje. Por esta razão, a Congregação afirmou que, com respeito à credibilidade da ‘aparição’ -e sobre as bases da investigação feita- não é possível estabelecer que aconteceram aparições ou revelações sobrenaturais’”, dizia a carta.

No dia 17 de março de 2010, durante os inícios da Comissão, a Santa Sé informou que o trabalho da Comissão se desenvolveria em rigorosa reserva e suas conclusões seriam apresentadas às instâncias da Congregação para a Doutrina da Fé.

“Os trabalhos da Comissão que presidi, devem permanecer totalmente reservados”, disse o Cardeal Ruini em declarações no dia 20 de janeiro, depois de concluir a última reunião que daria por dissolvida a Comissão.

O relatório final é o resultado de quase quatro anos de investigação da equipe formada por teólogos, médicos, psicólogos, mariólogos e líderes da Igreja na Bósnia e Croácia.

O objetivo da equipe de investigação foi esclarecer os acontecimentos do pequeno povo da Bósnia e Herzegovina, onde segundo seis de seus habitantes, a Virgem Maria se aparece desde 1981, dando uma série de mensagens com diferentes destinatários: os próprios videntes, a paróquia de Medjugorje, a Igreja e a humanidade.

O trabalho da Comissão também incluiu entrevistas pessoais e exames médicos aos seis supostos videntes de Medjugorje, que se apresentaram separadamente a Roma, assim como com outras pessoas próximas à história.

O trabalho da Comissão teria terminado faz mais de um ano, conforme assinalam diferentes fontes. Entretanto, uma série de acontecimentos não previstos, como a renúncia do Papa Bento XVI e o conclave posterior, frearam por um tempo vários assuntos na Santa Sé.


VATICANO, 22 Jan. 14 - ACI/EWTN Noticias
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