Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/08/2018

“Queridos filhos,

Com amor materno os convido a abrirem os seus corações à paz, a abrirem os seus corações ao MEU FILHO, a cantar em seus corações o amor ao MEU FILHO, porque somente através deste amor chega a paz da alma.

Filhos MEUS, EU sei que vocês tem a bondade, sei que vocês tem o amor, o amor misericordioso. Mas, muitos dos MEUS filhos ainda tem os corações fechados, pensam que podem agir sem colocar os seus pensamentos ao PAI CELESTIAL que ilumina, diante do MEU FILHO que está sempre e novamente com vocês na EUCARISTIA e que deseja ouvi-los.

Filhos Meus, porque não falam para eles ? A vida de cada um de vocês é importante e preciosa porque é um dom do PAI CELESTIAL para a ETERNIDADE, por isso nunca se esqueçam de agradecê-LO e falar com ELE.

Eu sei, filhos MEUS, que para vocês é desconhecido aquilo que virá depois, porém quando chegar o “depois” de vocês, terão todas as respostas. O MEU amor materno deseja que vocês estejam prontos.

Filhos MEUS, com a vida de vocês coloquem sentimentos bons nos corações das pessoas que vocês encontrarem, sentimentos de paz, de bondade, de amor e de perdão. Através da oração escutem o que lhes diz o MEU FILHO e assim o façam.

Novamente os convido a rezarem pelos seus sacerdotes, por aqueles a quem o MEU FILHO chamou; lembrem-se que eles tem necessidade de orações e de amor.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

O nosso Deus é de surpresas

A liberdade cristã está na “docilidade à Palavra de Deus”. Foi o que afirmou o Papa Francisco na Missa da manhã desta segunda-feira na Casa Santa Marta, no Vaticano. O Pontífice destacou que devemos estar sempre prontos para acolher a “novidade” do Evangelho e as “surpresas de Deus”.

“A Palavra de Deus é viva e eficaz, discerne os sentimentos e os pensamentos do coração”. O Papa Francisco iniciou a sua homilia desta consideração. E imediatamente sublinhou que, para acolher a Palavra de Deus, devemos ter uma atitude de “docilidade”. “A Palavra de Deus - observou ele - é viva, e por isso vem e diz o que Deus quer dizer: não o que eu espero que diga ou que desejo que diga”. É uma palavra “livre”. E é também “surpresa, porque o nosso Deus é o Deus das surpresas”. É “novidade”:

“O Evangelho é novidade. A revelação é novidade. O nosso Deus é um Deus que sempre faz as coisas novas e nos pede esta docilidade à sua novidade. No Evangelho, Jesus é claro sobre isso, é muito claro: vinho novo em odres novos. O vinho, traz Deus, mas deve ser recebido com essa abertura à novidade. E isso se chama docilidade. Podemos perguntar-nos: eu sou dócil à Palavra de Deus ou faço sempre o que eu creio que seja a Palavra de Deus? Ou faço passar a Palavra de Deus por um alambique e no final é outra coisa em relação ao que Deus quer fazer?”.

Se eu faço isso, acrescentou, “acabo como um pedaço de pano novo em um vestido velho, e o rasgo fica pior”. E destacou que “adequar-se à Palavra de Deus, para poder recebê-la” é “toda uma atitude ascética”:

“Quando eu quero pegar eletricidade da tomada, se o aparelho que eu tenho não aceita, procuro um adaptador. Devemos sempre procurar adaptar-se a esta novidade da Palavra de Deus, estar abertos à novidade. Saul, precisamente o eleito de Deus, o ungido de Deus, tinha esquecido que Deus é surpresa e novidade. Ele tinha esquecido, ficou fechado em seus pensamentos, em seus esquemas, e assim ele raciocinou humanamente”.

O Papa se deteve sobre a Primeira Leitura. Ele recordou que, na época de Saul, quando alguém vencia uma batalha, apoderava-se do despojo e com parte dele realizava o sacrifício. “Estes animais tão bonitos – afirma Saul - serão para o Senhor”. Mas, observou o Papa, “ele raciocinou com sua cabeça, com o seu coração, fechado em habitudes”, enquanto “o nosso Deus, não é um Deus de habitudes é um Deus de surpresas. Saul “não obedeceu à Palavra de Deus, não foi dócil à Palavra de Deus”. E Samuel o repreende por isso, o faz notar que ele não obedeceu, não foi servo, foi senhor. Ele se apoderou da Palavra de Deus”. “A rebelião, não obedecer à Palavra de Deus - disse ainda o Papa - é pecado de divinização”. E acrescentou: “A obstinação, a não docilidade e fazer o que você quer e não o que Deus quer, é pecado de idolatria”. E isso, prosseguiu, “nos faz pensar” sobre “o que é a liberdade cristã, o que é a obediência cristã”:

“A liberdade cristã e a obediência cristã são docilidades à Palavra de Deus, é ter a coragem de se tornar odres novos para o vinho novo que vem continuamente. Esta coragem de discernir sempre; discernir, digo, não relativizar. Discernir sempre o que faz o Espírito no meu coração, o que quer o Espírito do meu coração, para onde me leva o Espírito no meu coração. E obedecer. Discernir e obedecer. Peçamos hoje a graça da docilidade à Palavra de Deus, a esta Palavra que é viva e eficaz, que discerne os sentimentos e os pensamentos do coração”.


Segunda, 20/01/2014 - Rádio Vaticano 
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