Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/08/2018

“Queridos filhos,

Com amor materno os convido a abrirem os seus corações à paz, a abrirem os seus corações ao MEU FILHO, a cantar em seus corações o amor ao MEU FILHO, porque somente através deste amor chega a paz da alma.

Filhos MEUS, EU sei que vocês tem a bondade, sei que vocês tem o amor, o amor misericordioso. Mas, muitos dos MEUS filhos ainda tem os corações fechados, pensam que podem agir sem colocar os seus pensamentos ao PAI CELESTIAL que ilumina, diante do MEU FILHO que está sempre e novamente com vocês na EUCARISTIA e que deseja ouvi-los.

Filhos Meus, porque não falam para eles ? A vida de cada um de vocês é importante e preciosa porque é um dom do PAI CELESTIAL para a ETERNIDADE, por isso nunca se esqueçam de agradecê-LO e falar com ELE.

Eu sei, filhos MEUS, que para vocês é desconhecido aquilo que virá depois, porém quando chegar o “depois” de vocês, terão todas as respostas. O MEU amor materno deseja que vocês estejam prontos.

Filhos MEUS, com a vida de vocês coloquem sentimentos bons nos corações das pessoas que vocês encontrarem, sentimentos de paz, de bondade, de amor e de perdão. Através da oração escutem o que lhes diz o MEU FILHO e assim o façam.

Novamente os convido a rezarem pelos seus sacerdotes, por aqueles a quem o MEU FILHO chamou; lembrem-se que eles tem necessidade de orações e de amor.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Papa destaca espírito de serviço e santidade como características fundamentais para a Cúria Romana

Na tradicional audiência para a saudação de Natal aos membros da cúria romana, neste sábado 21, o Santo Padre evocou com gratidão o espírito de serviço e santidade prestado pelos que com ele colaboram de forma mais próxima, agradecendo a todos e a cada um deles.

“Repletos de gratidão para com Deus, que nos amou ao ponto de entregar o Filho Unigênito por nós, é bom dar espaço à gratidão entre nós” – afirmou o Papa.
“Agradeço-vos pelo vosso serviço de cada dia: pelo cuidado, diligência, criatividade; pelo empenho, nem sempre fácil, em colaborardes uns com os outros, ouvindo-vos, confrontando-vos, valorizando as diferentes personalidades e qualidades, no respeito recíproco”, destacou.

O Papa fez questão dedicar de forma especial àqueles membros que deixam a Cúria um afetuoso «obrigado», destacando o duro e silencioso trabalho destes prelados durante anos e sua grande dedicação.

“Isto é verdadeiramente digno de admiração. Muito admiro estes Monsenhores que seguem o modelo dos antigos curiais, pessoas exemplares… Mas hoje também os temos! Pessoas que trabalham com competência, precisão, abnegação, realizando cuidadosamente o seu dever quotidiano”, disse Francisco. “Estes irmãos que constituem um testemunho muito importante no caminho da Igreja”. “São um modelo”, acrescentou.

E foi a partir daqui que apontou as referidas três “características” dos que trabalham na Cúria Romana. Antes de mais, o profissionalismo:
“O profissionalismo, que significa competência, estudo, atualização… Isto é um requisito fundamental para trabalhar na Cúria. Quando não há profissionalismo, lentamente vai-se escorregando para o nível da mediocridade. A resolução dos casos reduz-se a informações estereotipadas e comunicações sem fermento de vida, incapazes de gerar horizontes grandes”.

A segunda característica – prosseguiu - é o serviço, serviço ao Papa e aos bispos, à Igreja universal e às Igrejas particulares, vivendo e sentindo com a Igreja:

“Quando o procedimento não é de serviço às Igrejas particulares e seus bispos, então cresce a estrutura da Cúria como uma alfândega pesadamente burocrática, inspetora e inquisidora, que não permite a ação do Espírito Santo e o crescimento do povo de Deus – advertiu o Papa Francisco.

Finalmente, uma última característica proposta pelo Santo Padre, “que está na base também da qualidade do trabalho, do serviço”: a santidade de vida. Na Cúria Romana, há santos! – assegurou o Papa. “Santidade significa vida imersa no Espírito, abertura do coração a Deus, oração constante, humildade profunda, amor fraterno nas relações com os colegas. Significa também apostolado, serviço pastoral discreto, fiel, realizado com zelo no contacto direto com o povo de Deus.”

Finalmente, santidade na Cúria, “significa também objecção de consciência às murmurações”, “uma lei não escrita que, infelizmente, existe nos nossos ambientes” - acrescentou o Papa Francisco.
Então, façamos todos objeção de consciência! E olhai que não pretendo, com isto, fazer apenas um discurso moral; as murmurações lesam a qualidade das pessoas, do trabalho e do ambiente.

“Muito obrigado pelo vosso trabalho e, sobretudo, pelas vossas orações. Sinto-me deveras «levado» pelas orações, e peço-vos que continueis a sustentar-me desse modo. Também eu vos recordo ao Senhor e abençoo, desejando um Natal de luz e de paz para cada um de vós e vossos entes queridos. Feliz Natal!”, concluiu o Santo Padre.


VATICANO, 21 Dez. 13 - ACI
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