Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

"Nascemos sós e morreremos sós também. A amizade terrena mais profunda um dia deixará de existir"

O jejum era prescrito por profetas, embora, às vezes, eles o condenassem por se ter transformado em jejum formalístico, não seguido de verdadeira conversão do coração; é o caso de Isaías. O sentido do jejum do Antigo Testamento não mudou, isto é, não mudou a prática da abstenção de alimentos em dias determinados.

O Cristianismo ampliou o significado do jejum. Não precisamos necessariamente pensar em abstinência de alimentos; podemos pensar em outros jejuns: ver menos televisão, fazer o jejum dos olhos, dos ouvidos, deixar conversas inúteis... Se me privo de alimentos para sentir na própria carne que “não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus”, dou um sentido nobre ao jejum, isto é, que as realidades deste mundo não são plenamente satisfatórias. Se ponho um freio no uso do sexo, quero com isso afirmar que ele não é tudo na minha vida. Se deixo de tecer comentários desairosos a respeito da vida alheia, estou sendo mais caridoso - esses são os jejuns que agradam a Deus.

Aprendamos que existem muitas formas de jejuar, sobretudo com o corte daquilo que é espiritualmente excessivo ou que se torna obstáculo em nossas relações com Deus.

O Espírito Santo toma-nos pelas mãos - evidentemente aqueles que o permitem - porque respeita a liberdade. Leva-nos ao deserto como conduziu outrora Jesus e faz-nos aquilatar com mais critério as realidades que não merecem nossas melhores esperanças.

Nascemos sós e morreremos sós também. Cada qual morre a própria morte. A amizade terrena mais profunda um dia deixará de existir. O Espírito Santo vai-nos mostrando tais coisas e faz-nos ver que realidades buscadas com excessivo ardor geram desilusão. Nosso coração continua a querer algo que não se encontra no que é terreno. Aquele que é conduzido por Deus ao deserto e permite que o Espírito lhe fale ao coração percebe quanto é pobre. Nesse momento, Ele inicia o trabalho de desmantelamento dos nossos falsos ídolos. Começa a esculpir no coração o rosto do verdadeiro amigo, Jesus Cristo. Leva-o a ter verdadeira paixão por Ele, a ter saudade de Jesus, a ser invadido por desejo inexprimível de partir deste mundo para estar com Ele.

Quem pode dizer como Paulo: “Para mim, viver é Cristo, e morrer é lucro?” Desejo agradar a Jesus de todas as formas em todos os dias de minha vida? Santo Agostinho dizia, no auge da sua luta pela conversão: “Tu estavas dentro de mim e eu estava fora, Tu clamavas dentro e eu me distraía fora, Tu me chamavas e eu não Te ouvia, mas me distraíam exatamente aquelas coisas que, se não tivessem sido criadas por Ti, simplesmente não existiriam. Clamaste e rompeste minha surdez! Tarde na vida eu Te amei, oh beleza tão antiga e tão nova, tarde eu Te amei.” Agostinho, embora tarde, descobriu a beleza; outros não a descobrem. Santa Tereza de Jesus, na hora da morte, disse: “Finalmente chegou a hora de nos vermos.” Há cristãos que, à beira da morte se desesperam, por não terem alimentado durante a vida uma esperança escatológica. 


Domingo, 29/12/2013 - Catolicismo Romano - Por Padre Fernando Cardoso
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