Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/08/2018

“Queridos filhos,

Com amor materno os convido a abrirem os seus corações à paz, a abrirem os seus corações ao MEU FILHO, a cantar em seus corações o amor ao MEU FILHO, porque somente através deste amor chega a paz da alma.

Filhos MEUS, EU sei que vocês tem a bondade, sei que vocês tem o amor, o amor misericordioso. Mas, muitos dos MEUS filhos ainda tem os corações fechados, pensam que podem agir sem colocar os seus pensamentos ao PAI CELESTIAL que ilumina, diante do MEU FILHO que está sempre e novamente com vocês na EUCARISTIA e que deseja ouvi-los.

Filhos Meus, porque não falam para eles ? A vida de cada um de vocês é importante e preciosa porque é um dom do PAI CELESTIAL para a ETERNIDADE, por isso nunca se esqueçam de agradecê-LO e falar com ELE.

Eu sei, filhos MEUS, que para vocês é desconhecido aquilo que virá depois, porém quando chegar o “depois” de vocês, terão todas as respostas. O MEU amor materno deseja que vocês estejam prontos.

Filhos MEUS, com a vida de vocês coloquem sentimentos bons nos corações das pessoas que vocês encontrarem, sentimentos de paz, de bondade, de amor e de perdão. Através da oração escutem o que lhes diz o MEU FILHO e assim o façam.

Novamente os convido a rezarem pelos seus sacerdotes, por aqueles a quem o MEU FILHO chamou; lembrem-se que eles tem necessidade de orações e de amor.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Deixemos que o nosso coração se comova

Nos últimos dias tivemos muitas propostas de reflexão sugeridas pelo Papa Francisco, e gostaria de sublinhar algumas delas, como pérolas para o nosso cotidiano, para o nosso Ano Novo que está chegando.

Já na sua última audiência geral na Praça São Pedro no dia 18 de dezembro, Francisco, em meio a uma temperatura de 3 graus centígrados, aqueceu o coração dos fiéis, uma parte daquele 1 milhão e meio que participou das 30 Audiências do Papa que “veio do fim do mundo” ao longo de 2013. Recordou que O “Natal de Jesus é a festa da confiança e da esperança, que supera a incerteza e o pessimismo”, continuando com a afirmação de que a “razão da nossa esperança é Deus que está conosco e confia ainda em nós”; explicou que pelo fato de Deus estar junto ao homem “a terra não é mais somente um ‘vale de lágrimas’, mas é um local onde Deus mesmo fixou a sua tenda”.

Já na noite de Natal, na Missa do Galo, a primeira de Francisco na Cátedra de Pedro, o Papa latino-americano nos falou da alegria do Evangelho, do Deus que nos ama, e que nos ama tanto que nos deu o Seu Filho como nosso irmão, como luz nas nossas trevas. Disse ainda que Deus é o nosso Pai paciente, que nos deu Jesus para nos guiar no caminho para a terra prometida.

No dia de Natal, do balcão central da Basílica vaticana, a tão esperada mensagem "Urbi et Orbi", à cidade e o mundo. Sem meias palavras Francisco tocou temas de grande atualidade que dizem respeito a todas as sociedades, ricas e pobres. Iniciou precisamente pelo dom da Paz, recordando mais uma vez que “a verdadeira paz não é um equilíbrio entre forças contrárias; não é uma bela ‘fachada’, por trás da qual há contrastes e divisões. A paz é um compromisso de todos os dias, que se realiza a partir do dom de Deus”.

Neste olhar de presença ao lado dos que sofrem o Santo Padre citou os preferidos de Cristo, as crianças que “são as vítimas mais frágeis das guerras, mas também recordou os idosos, as mulheres que são maltratadas, os enfermos. E referindo-se à guerra que dilacera tantas vidas, o pensamento do Papa foi ao conflito na Síria, que fomenta ódio e vingança. Pediu mais uma vez que o Senhor poupe novos sofrimentos ao amado povo sírio, e se disse contente em saber que pessoas de diversas confissões religiosas se unem à súplica pela paz na Síria.

Outro foco de tensão que o Papa recordou foi a República Centro-Africana, esquecida pelos homens e “dilacerada por uma espiral de violência e miséria. Lembrou ainda do jovem Estado do Sudão do Sul e da Nigéria, países onde a convivência pacífica tem sido ameaçada por ataques que não poupam inocentes nem indefesos”. Também aos deslocados e refugiados um pensamento especial, principalmente os que vivem no Chifre da África e no leste da República Democrática do Congo, e um pedido: “façam com que os emigrantes em busca duma vida digna encontrem acolhimento e ajuda. Que nunca mais aconteçam tragédias como aquelas a que assistimos este ano, com numerosos mortos em Lampedusa”.

O Oriente Médio não sai do pensamento de Francisco, terra que ele pretende visitar em 2014. Pediu a “conversão do coração dos violentos, por um desfecho feliz das negociações de paz entre israelenses e palestinos e pela cura das chagas do amado Iraque, ferido ainda frequentemente por atentados”.

Outro tema sempre presente nos discursos do Santo Padre, o tráfico de seres humanos, pedindo a conversão dos corações de quem está envolvido neste crime contra a humanidade.
As calamidades naturais também foram mencionadas, recordando os filipinos e a tragédia pela qual passaram pelo recente tufão.

Mas diante de tantos temas que dizem respeito a todos nós, e às tristezas que eles produzem, Francisco pediu que deixemos “que o nosso coração se comova, se incendeie com a ternura de Deus; precisamos das suas carícias. Sim precisamos das carícias de Deus, como um filho tem necessidade das carícias do pai e da mãe.

E o último apelo do Papa desta semana foi durante o Angelus da Festa de Santo Estevão quando pediu orações por aqueles que são perseguidos no mundo por causa do seu testemunho de fé. E alertou que há também os casos de “países que no papel tutelam a liberdade e os direitos humanos, mas onde de fato os crentes, especialmente os cristãos, encontram limitações e discriminações”.

Estamos chegando ao fim de mais um ano, e as temáticas que o Papa Francisco tocou nos últimos dias nos dão a dimensão de quanto trabalho a humanidade tem ainda que realizar para viver a Paz que nasceu em Belém. "A pausa destes dias junto ao presépio – disse o Papa - para contemplar Maria e José ao lado do Menino, possa suscitar em todos um generoso compromisso de amor recíproco”. Um Feliz Ano Novo, repleto de esperança, fé e reflexão.


Cidade do Vaticano, 28/12/2013 - Rádio Vaticano / Silvonei José
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