Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/04/2019

“Queridos filhos, como MÃE que conhece os SEUS filhos, sei vocês desejam o MEU FILHO. EU sei que vocês desejam a VERDADE, a PAZ, aquilo que é puro e não é falso.

Por isto EU, como MÃE, através do AMOR DE DEUS, me dirijo a vocês e os convido, a fim de que, rezando com o coração puro e aberto, conheçam por vocês mesmos o MEU FILHO, o SEU AMOR, o SEU CORAÇÃO MISERICORDIOSO.

O MEU FILHO via a beleza em todas as coisas.

ELE procura o BEM, até mesmo naquilo que é pequeno e escondido, em todas as almas, para perdoar o mal.

Por isto, filhos MEUS, apóstolos do MEU AMOR, os convido a adorá-LO, a agradecê-LO continuamente e a serem dignos para ELE. Porque ELE disse para vocês PALAVRAS DIVINAS, as PALAVRAS DE DEUS, as PALAVRAS que são para todos e para sempre.

Por isto, filhos MEUS, vivam a serenidade, a alegria e o amor recíproco.

Isto é o que é necessário para vocês no mundo de hoje: assim serão apóstolos do MEU AMOR, assim vocês testemunharão o MEU FILHO de maneira justa.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Como à espera de um parto

No Natal vivem-se as «percepções interiores no feminino» próprias da «espera de um parto». Uma atitude espiritual que prevê um estilo de «abertura»: por isso nunca devemos afixar na porta da nossa alma «um anúncio educado» com a frase: «Por favor, não perturbe».
Foi uma forte evocação do significado mais verdadeiro do Natal a que o Papa Francisco propôs durante a missa celebrada na manhã de segunda-feira, 23 de Dezembro, na capela de Santa Marta. «Nesta última semana» que precede o Natal – recordou o Pontífice - «a Igreja repete a oração: Vem, Senhor!». E fazendo assim, «chama o Senhor com muitos nomes diferentes, cheios de uma mensagem sobre o próprio Senhor»: «ó Sabedoria, ó Juízo, ó raiz de Jessé, ó sol, ó rei das nações, ó Emanuel hoje».
A Igreja faz isto, explicou o Santo Padre, porque «está à espera de um parto». De facto «também a Igreja, nesta semana, está como Maria: à espera do parto». No seu coração a Virgem «sentia o que sentem todas as mulheres naquele estado» tão particular: as «percepções interiores no seu corpo e na sua alma» das quais compreende que o filho já está para nascer. E «certamente no seu coração dizia» ao menino que trazia no ventre: «Vem, quero ver o teu rosto porque me disseram que tu serás grandioso!».
É uma experiência espiritual que vivemos também «nós, como Igreja», porque «acompanhamos Nossa Senhora neste caminho de expectativa». E «queremos apressar este nascimento do Senhor». Este é o motivo da oração: «Vem, ó chave de David, ó sol, ó sabedoria, ó Emanuel. Vem!». Uma invocação que ressoa também dos últimos versículos da Bíblia quando, no final do livro do Apocalipse, a Igreja repete: «Vem, Senhor Jesus». Fá-lo com «a palavra aramaica – maranathá – que pode significar um desejo ou uma certeza: o Senhor vem».
Na realidade, «o Senhor vem duas vezes». A primeira, explicou o bispo de Roma, é «esta que comemoramos agora, o nascimento físico». Depois «virá no final, para encerrar a história». Mas, acrescentou, «são Bernardo diz-nos que haverá uma terceira vinda do Senhor: aquela de cada dia». Com efeito «o Senhor visita a sua Igreja todos os dias. Visita cada um de nós. E também a nossa alma entra nesta semelhança: a nossa alma assemelha-se com a Igreja; a nossa alma assemelha-se com Maria». Nesta perspectiva o Papa Francisco recordou que «os padres do deserto dizem que Maria, a Igreja e a nossa alma são femininas». Assim «o que se diz de uma, analogamente se pode dizer da outra».
«O mundo não acaba connosco», afirmou o Papa e «não somos mais importantes do que o mundo». Assim, prosseguiu, «juntamente com Nossa Senhora e com a mãe Igreja far-nos-á bem repetir hoje em oração estas invocações: ó sabedoria, ó chave de David, ó rei das nações, vem, vem!». E, insistiu, será bom «repetir muitas vezes: vem!». Uma oração que se torna exame de consciência, para verificar «como está a nossa alma» e fazer de modo «que não haja uma alma que diga» aos outros que não quer ser incomodada, mas «uma alma aberta, uma alma grande para receber o Senhor nestes dias». Uma alma, concluiu o Santo Padre, «que comece a sentir o que amanhã na antífona a Igreja nos dirá: sabei que hoje vem o Senhor e amanhã vereis a sua glória».

Terça, 24/12/2013 - L’Osservatore Romano
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