Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Como à espera de um parto

No Natal vivem-se as «percepções interiores no feminino» próprias da «espera de um parto». Uma atitude espiritual que prevê um estilo de «abertura»: por isso nunca devemos afixar na porta da nossa alma «um anúncio educado» com a frase: «Por favor, não perturbe».
Foi uma forte evocação do significado mais verdadeiro do Natal a que o Papa Francisco propôs durante a missa celebrada na manhã de segunda-feira, 23 de Dezembro, na capela de Santa Marta. «Nesta última semana» que precede o Natal – recordou o Pontífice - «a Igreja repete a oração: Vem, Senhor!». E fazendo assim, «chama o Senhor com muitos nomes diferentes, cheios de uma mensagem sobre o próprio Senhor»: «ó Sabedoria, ó Juízo, ó raiz de Jessé, ó sol, ó rei das nações, ó Emanuel hoje».
A Igreja faz isto, explicou o Santo Padre, porque «está à espera de um parto». De facto «também a Igreja, nesta semana, está como Maria: à espera do parto». No seu coração a Virgem «sentia o que sentem todas as mulheres naquele estado» tão particular: as «percepções interiores no seu corpo e na sua alma» das quais compreende que o filho já está para nascer. E «certamente no seu coração dizia» ao menino que trazia no ventre: «Vem, quero ver o teu rosto porque me disseram que tu serás grandioso!».
É uma experiência espiritual que vivemos também «nós, como Igreja», porque «acompanhamos Nossa Senhora neste caminho de expectativa». E «queremos apressar este nascimento do Senhor». Este é o motivo da oração: «Vem, ó chave de David, ó sol, ó sabedoria, ó Emanuel. Vem!». Uma invocação que ressoa também dos últimos versículos da Bíblia quando, no final do livro do Apocalipse, a Igreja repete: «Vem, Senhor Jesus». Fá-lo com «a palavra aramaica – maranathá – que pode significar um desejo ou uma certeza: o Senhor vem».
Na realidade, «o Senhor vem duas vezes». A primeira, explicou o bispo de Roma, é «esta que comemoramos agora, o nascimento físico». Depois «virá no final, para encerrar a história». Mas, acrescentou, «são Bernardo diz-nos que haverá uma terceira vinda do Senhor: aquela de cada dia». Com efeito «o Senhor visita a sua Igreja todos os dias. Visita cada um de nós. E também a nossa alma entra nesta semelhança: a nossa alma assemelha-se com a Igreja; a nossa alma assemelha-se com Maria». Nesta perspectiva o Papa Francisco recordou que «os padres do deserto dizem que Maria, a Igreja e a nossa alma são femininas». Assim «o que se diz de uma, analogamente se pode dizer da outra».
«O mundo não acaba connosco», afirmou o Papa e «não somos mais importantes do que o mundo». Assim, prosseguiu, «juntamente com Nossa Senhora e com a mãe Igreja far-nos-á bem repetir hoje em oração estas invocações: ó sabedoria, ó chave de David, ó rei das nações, vem, vem!». E, insistiu, será bom «repetir muitas vezes: vem!». Uma oração que se torna exame de consciência, para verificar «como está a nossa alma» e fazer de modo «que não haja uma alma que diga» aos outros que não quer ser incomodada, mas «uma alma aberta, uma alma grande para receber o Senhor nestes dias». Uma alma, concluiu o Santo Padre, «que comece a sentir o que amanhã na antífona a Igreja nos dirá: sabei que hoje vem o Senhor e amanhã vereis a sua glória».

Terça, 24/12/2013 - L’Osservatore Romano
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