Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/04/2019

“Queridos filhos, como MÃE que conhece os SEUS filhos, sei vocês desejam o MEU FILHO. EU sei que vocês desejam a VERDADE, a PAZ, aquilo que é puro e não é falso.

Por isto EU, como MÃE, através do AMOR DE DEUS, me dirijo a vocês e os convido, a fim de que, rezando com o coração puro e aberto, conheçam por vocês mesmos o MEU FILHO, o SEU AMOR, o SEU CORAÇÃO MISERICORDIOSO.

O MEU FILHO via a beleza em todas as coisas.

ELE procura o BEM, até mesmo naquilo que é pequeno e escondido, em todas as almas, para perdoar o mal.

Por isto, filhos MEUS, apóstolos do MEU AMOR, os convido a adorá-LO, a agradecê-LO continuamente e a serem dignos para ELE. Porque ELE disse para vocês PALAVRAS DIVINAS, as PALAVRAS DE DEUS, as PALAVRAS que são para todos e para sempre.

Por isto, filhos MEUS, vivam a serenidade, a alegria e o amor recíproco.

Isto é o que é necessário para vocês no mundo de hoje: assim serão apóstolos do MEU AMOR, assim vocês testemunharão o MEU FILHO de maneira justa.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

A oração como esperança ativa

Saber em que acreditar e saber o que esperar são dois movimentos teologais que se acompanham recíproca e necessariamente e que são coroados pela natureza do amor clarividente, que sabe que, em vez de “algo”, há “Alguém”, há Outro que é de confiança, que está por perto. Precisamos de uma educação e de uma orientação para essa experiência teologal: esta é a proposta do livro do teólogo Jürgen Werbick, “O pai-nosso: meditações teológicas como introdução à vida cristã”.

A oração é afim à esperança. A educação para a oração requer educação para a reta esperança. É essencial aquela pergunta kantiana: "O que podemos esperar?". Werbick destaca que “as esperanças muito pretensiosas nos distraem das batalhas que devemos lutar agora, conscientemente, e que exigem a nossa presença". A esperança como mero “pensamento positivo” não é digna da nossa época nem da nossa humanidade. "Apresentar alguém à fé e à esperança não significa afastá-lo do campo de batalha". Por outro lado, a alternativa a essa espera exagerada poderia ser a de "redimensionar as esperanças humanas para elas proporcionarem aos que esperam uma perspectiva realista de ação".

A esperança da oração é um caminho do meio, que não se deixa inflar nem pela utopia sonhadora nem pelo fatalismo pessimista. Quem assume a fé de Jesus não pode deixar de ter esperança na justiça de Deus, maior que a "justiça imposta aos pobres para beneficiar os ricos". Mas o mais importante é a esperança que se torna ativa, porque "aqueles que esperam para si mesmos e para os outros, de forma incansável e insaciável, se concentram na possibilidade da mudança nas pequenas e nas grandes coisas. A esperança, assim, é indivisível. Ela não seria esperança, mas simples cálculo, se visasse apenas a própria vantagem. Não seria esperança de verdade, mas mera resignação, caso não visasse a mudança".

Roma, Zenit - Robert Cheaib
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