Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/10/2017

Queridos filhos,

Falo a vocês como MÃE, com palavras simples mas cheias de amor e de preocupação, que ME foram confiados por MEU FILHO. É ELE que, do ETERNO PRESENTE, fala a vocês com palavras de vida e semeia o amor nos corações abertos, Por esta razão os peço, apóstolos do MEU AMOR, tenham os corações abertos, sempre prontos à misericórdia e ao perdão.

Pelo MEU FILHO, perdoem sempre ao próximo porque assim vocês terão a paz. Filhos MEUS, preocupem-se com a alma de vocês porque é a única coisa que pertence a vocês realmente. Vocês se esqueceram da importância da família.

A família não deveria ser lugar de sofrimento e de dor mas local de compreensão e de ternura. As famílias que vivem segundo o MEU FILHO, vivem em amor recíproco.

Quando o MEU FILHO era ainda pequeno, ELE ME dizia que todos os homens são SEUS irmãos; por isso lembrem-se, apóstolos do MEU AMOR, que todos os homens que vocês encontrarem são família, irmãos pelo MEU FILHO.

Meus filhos, não gastem seu tempo pensando sobre o futuro, se preocupando. Que sua única preocupação seja viver bem cada momento de acordo com MEU FILHO. Lá está – paz para vocês!

Filhos MEUS, não esqueçam nunca de rezar pelos seus sacerdotes. Rezem para que possam aceitar todos os homens como seus próprios filhos e segundo o MEU FILHO, sejam pais espirituais. Obrigada.


OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Os que forem julgados dignos da ressurreição dos mortos, serão filhos de Deus

Evangelho do dia 10/11/2013 (Lc 20,27-38)

Naquele tempo, aproximaram-se de Jesus alguns saduceus, que negam a ressurreição, e lhe perguntaram: “Mestre, Moisés deixou-nos escrito: se alguém tiver um irmão casado e este morrer sem filhos, deve casar-se com a viúva a fim de garantir a descendência para o seu irmão.
Ora, havia sete irmãos. O primeiro casou e morreu, sem deixar filhos. Também o segundo e o terceiro se casaram com a viúva. E assim os sete: todos morreram sem deixar filhos.
Por fim, morreu também a mulher. Na ressurreição, ela será esposa de quem? Todos os sete estiveram casados com ela”.
Jesus respondeu aos saduceus: “Nesta vida, os homens e as mulheres casam-se,mas os que forem julgados dignos da ressurreição dos mortos e de participar da vida futura, nem eles se casam nem elas se dão em casamento; e já não poderão morrer, pois serão iguais aos anjos, serão filhos de Deus, porque ressuscitaram. Que os mortos ressuscitam, Moisés também o indicou na passagem da sarça, quando chama o Senhor de ‘o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó’. Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos, pois todos vivem para ele”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

Muitos podem ser aqueles que ao ler o Evangelho de hoje, interpretem Jesus supervalorizando o celibato e diminuindo o matrimônio, o que não é verdade. Os estados de vida diante de Deus tem o mesmo valor, cada um em seu específico.
A família naquela época não se baseava apenas no casamento de um homem e uma mulher, mas era imprescindível gerar uma descendência, ter muitos filhos. Isso era visto como uma graça, um dom, uma benção de Deus. Tanto é que as mulheres que não podiam ter filhos eram consideradas amaldiçoadas por Deus, vejamos o próprio caso de Sara, de Isabel…
Mas para os saduceus não é isso que importa. Eles querem saber de quem será essa mulher na ressurreição, sendo que ela havia se casado com os sete irmãos para tentar gerar a descendência.
Sabemos que fomos criados para a eternidade, nossa alma é eterna. É isso justamente o que Jesus diz com a resposta que dá a eles.
Na eternidade nossa alma viverá inteiramente e somente para adorar e glorificar a Trindade, não teremos mais os compromissos do mundo atual, não teremos marido, esposa… Nada disso. Nossa única ocupação será glorificar eternamente a Deus e receber eternamente a glória que será manifestada em nós, a glória do Filho único.
Por isso Jesus hoje dá uma ênfase tão grande ao celibato, ou seja, ao chamado de sermos em nosso corpo, em nosso espírito e em nossa alma inteiramente de Deus e de mais ninguém.
Embora os sacerdotes, religiosos, religiosas, leigos consagrados, fizeram já essa opção desde agora até a eternidade; aqueles que vivem o matrimônio e também os que são chamados para essa vocação precisam descobrir esse sentido maior da vida, descobrir dentro da própria alma esse chamado a ter Jesus como o Primado Absoluto, pois na eternidade é assim que viveremos. E para isso é preciso um treino árduo que dura toda a nossa vida terrena, seja para casados, seja para celibatários.
Essa é a descendência que somos chamados a gerar nos tempos de hoje: almas que se preparem para viver na eternidade exaltando e glorificando nosso Deus.
Os celibatários precisam com seu testemunho,  gerar no coração de todos quantos encontrarem o imenso desejo de viver essa íntima união com Deus, que gera sempre mais alegria e felicidade. Enquanto os casais precisam, em primeiro lugar, colaborar com a graça de Deus permitindo que no coração de cada um a Vontade de Deus permaneça e assim em comunhão, sendo uma só carne, possam gerar e educar seus filhos, tanto corpo, alma e espírito, nesta dimensão eterna de vida.

Elaine Mariano Pacheco – Oblata Corpus Christi

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