Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/12/2017

“Queridos filhos, Me dirijo a vocês como sua Mãe, a Mãe dos justos, a Mãe daqueles que amam e sofrem, a Mãe dos santos.

Filhos Meus, também vocês podem ser santos: depende de vocês. Santos são aqueles que amam imensamente o Pai Celestial, aqueles que O amam acima de tudo.

Por isso, filhos Meus, procurem ser sempre melhores. Se procuraram ser bons, podem ser santos, também se não pensam isto de vocês. Se vocês pensam ser bons, não são humildes e a soberba os distancia da santidade.

Neste mundo inquieto, cheio de ameaças, as suas mãos, apóstolos do Meu amor, devem estar estendidas em oração e em misericórdia. Para mim, filhos Meus, presenteiem o Rosário, as rosas que tanto amo!

As Minhas rosas são as suas orações feitas com o coração e não somente recitadas com os lábios. As minhas rosas são as suas obras de oração, de fé e de amor.

Quando era pequeno, Meu Filho me dizia que os Meus filhos seriam numerosos e que me trariam muitas rosas.

Eu não compreendia, agora sei que vocês são aqueles filhos, que trazem rosas quando amam o Meu Filho acima de tudo, quando rezam com o coração, que ajudam os mais pobres. Estas são as Minhas rosas!

Esta é a fé, que faz que tudo na vida se faça por amor; que não conhece a soberba; que perdoa sempre prontamente, sem nunca julgar e procurando sempre compreender o próprio irmão.

Por isso, apóstolos do Meu amor, rezem por aqueles que não sabem amar, por aqueles que não os amam, por aqueles que os fizeram mal, por aqueles que não conheceram o Amor de Meu Filho. Filhos Meus, os peço isto para que lembrem que rezar significa amar e perdoar. Obrigada !”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

O QUE HÁ DE BELO NA VIDA SEM FÉ? - ESCRITOR FALECIDO RAY BRADBURY CONVIDA A REDESCOBIR A FÉ

"Em 1859, Darwin abriu as portas para um novo tipo de organização ideológica do pensamento e da fé: uma organização baseada na evolução (...) No pensamento evolucionista, não há necessidade nem espaço para o sobrenatural. A terra não foi criada, evoluiu. Assim também os animais, as plantas e mesmo nós, os homens, mente e alma, cérebro e corpo. E assim, a religião". Com estas palavras, Julian Huxley descreveu com grande honestidade intelectual o trabalho do célebre cientista britânico.

Esta citação vem à mente quando se leem as histórias de Ray Bradbury em Crônicas Marcianas. O autor norte-americano, recentemente falecido, coloca na boca de um dos vários protagonistas uma frase que diz muito sobre o seu passado cultural. É uma reflexão sobre a causa do declínio da raça humana: a perda da fé.

Perda de fé ligada ao aparecimento de Darwin e das suas teorias, juntamente com Huxley e Sigmund Freud, o pai da psicanálise (nos anosem que Bradburyescreve, a psicanálise freudiana causava furor nos EUA).

São teorias abraçadas com alegria, mas que percebemos que elas entravam em confronto com a religião. “Não querendo removê-las, removemos as religiões”, conclui o protagonista da história.

A interessante reflexão de Bradbury, feita nos final dos anos 40 do século passado, continua: "E fizemos um grande negócio: perdemos a fé e ficamos dando voltas, nos perguntando qual é a finalidade, qual é o sentido da vida. Se a arte não era nada além de um tremor de desejo frustrado, se a religião não era mais do que uma auto-ilusão, o que é que havia de belo na vida? A fé nos tinha sempre dado as respostas, mas, com Freud e com Darwin, tudo foi parar no lixo. Fomos e somos uma raça perdida", dizem as Crônicas Marcianas.

E a causa reside na perda das relações entre a ciência e a religião, que, em vez de enriquecerem uma a outra, entraram em conflito.

O cardeal Ratzinger, em seu famoso discurso na Sorbonne, em Paris, no dia 27 de novembro de 1999, enfatizou que "a teoria da evolução veio se delineando cada vez mais como o caminho para fazer sumir a metafísica e para fazer parecer supérflua a ‘hipótese de Deus’ (Laplace), além de formular uma explicação estritamente ‘científica’ do mundo".

É este, justamente, o problema: ciência e fé, ciência e religião, parecem ser alternativas. O que está em jogo é muito, e Bradbury percebeu os riscos, assim como os pontificados recentes. Foi esquecido o que dizia Leo Moulin, em Tecnologia e Cristianismo: "O cristianismo, ao apresentar ao homem uma imagem do mundo que não se identifica com Deus, cujo mistério é a ele acessível, e ao dar ao homem, feito à imagem e semelhança de Deus, o dever de dominar a terra (...), abriu as estradas para o conhecimento científico do mundo e para as aplicações da técnica".

Não há contraposição. Na verdade, foi o cristianismo que permitiu o nascimento e o desenvolvimento da ciência como a conhecemos hoje.


Sabado, 23/11/2013 - Catolicismo Romano
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