Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/12/2017

“Queridos filhos, Me dirijo a vocês como sua Mãe, a Mãe dos justos, a Mãe daqueles que amam e sofrem, a Mãe dos santos.

Filhos Meus, também vocês podem ser santos: depende de vocês. Santos são aqueles que amam imensamente o Pai Celestial, aqueles que O amam acima de tudo.

Por isso, filhos Meus, procurem ser sempre melhores. Se procuraram ser bons, podem ser santos, também se não pensam isto de vocês. Se vocês pensam ser bons, não são humildes e a soberba os distancia da santidade.

Neste mundo inquieto, cheio de ameaças, as suas mãos, apóstolos do Meu amor, devem estar estendidas em oração e em misericórdia. Para mim, filhos Meus, presenteiem o Rosário, as rosas que tanto amo!

As Minhas rosas são as suas orações feitas com o coração e não somente recitadas com os lábios. As minhas rosas são as suas obras de oração, de fé e de amor.

Quando era pequeno, Meu Filho me dizia que os Meus filhos seriam numerosos e que me trariam muitas rosas.

Eu não compreendia, agora sei que vocês são aqueles filhos, que trazem rosas quando amam o Meu Filho acima de tudo, quando rezam com o coração, que ajudam os mais pobres. Estas são as Minhas rosas!

Esta é a fé, que faz que tudo na vida se faça por amor; que não conhece a soberba; que perdoa sempre prontamente, sem nunca julgar e procurando sempre compreender o próprio irmão.

Por isso, apóstolos do Meu amor, rezem por aqueles que não sabem amar, por aqueles que não os amam, por aqueles que os fizeram mal, por aqueles que não conheceram o Amor de Meu Filho. Filhos Meus, os peço isto para que lembrem que rezar significa amar e perdoar. Obrigada !”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Mulher estuprada aos 12 anos: salvei a vida da minha filha e ela salvou a minha

A ativista pró-vida Lianna Rebolledo compartilhou recentemente o seu testemunho ante 1 200 jovens em Quito (Equador). Ela sofreu abuso sexual aos 12 anos, ficou grávida e foi pressionada pelos médicos para submeter-se a um aborto, mas optou por salvar a vida de sua filha.
Convidada pela organização Jovens Livres do Equador a compartilhar seu testemunho com os jovens, no Teatro 24 de maio, Lianna Rebolledo, hoje de 34 anos, recordou que "passei a minha infância entre a violência e o alcoolismo".
"Fui estuprada aos 12 anos e fiquei grávida. Embora os médicos me dissessem: aborta, não arruíne a sua vida, depois de ouvir o coração do meu bebê, decidi que ele tinha que viver", disse.
Lianna assegurou que com a sua decisão "duas vidas foram salvas, eu salvei a vida da minha filha e ela a minha".
Antes de ser abandonada pelo seu pai, Lianna foi levada junto com os seus irmãos pela sua mãe para os Estados Unidos em busca de melhores condições de vida.
Foi em Los Angeles, estado da Califórnia (Estados Unidos), onde foi estuprada por dois sujeitos que a deixaram inconsciente.
A líder pró-vida assinalou que "ferida física e moralmente a essa idade, não entendia por que os médicos me recomendavam que abortasse, por que diziam que a minha vida estava arruinada, que de qualquer maneira não ia conseguir o produto".
"Uma menina de 12 anos escuta essas palavras e não entende o que é o produto, por que não vai consegui-lo e por que aconteceu contigo", disse.
Entretanto, recordou, "quando disseram que o coração do bebê que eu levava no ventre já estava batendo, me agarrei à minha vida e insisti em que ela vivesse".
Sua filha atualmente tem 22 anos, e já está por terminar os seus estudos em uma universidade em Los Angeles.
"Até hoje, ela não me recorda ninguém, minha filha não tem nada a ver com o que aconteceu naquela noite", assegurou, pois "ela é um ser independente com o mesmo direito que qualquer outro ser humano".
Lianna assegurou que sua filha "não é de segunda categoria por ter nascido nessas circunstâncias e com toda a dificuldade que teve".
"Se eu tivesse que passar pela mesma situação para tê-la e para ter todo o amor que ela me deu, eu o voltaria a viver", assegurou.
A líder pró-vida exortou os 1 200 jovens equatorianos que presenciavam seu testemunho a que "sob nenhuma circunstância devemos acabar com a vida de um ser humano. Independentemente de como vem ao mundo, tem um propósito de vida e tem o mesmo direito que qualquer outra pessoa".
Lianna assegurou que o seu caso é a prova de que "nas piores circunstâncias, frente a todos os males que possa enfrentar uma menina ultrajada e sem o total respaldo dos meus pais, o caminho se abriu não apenas para mim, mas também para a minha companheira de vida, minha filha, aquela que hoje é o farol de vida que me marca o dia a dia".
"Que não os enganem, que não os manipulem. Uma vida se cancela, se termina, mas não se interrompe, e uma vida deve ser protegida independentemente de como venha", destacou.

QUITO, 25 Nov. 13 - ACI/EWTN Noticias
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