Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/07/2017

“Queridos filhos, os agradeço porque responderam ao Meu chamado e porque se reuniram em torno de Mim, em torno da Sua Mãe Celestial. Eu sei que pensam em Mim com amor e esperança. Eu sinto o amor de cada um de vocês, como também a sede do Meu Amadíssimo Filho, que por meio do Seu Amor Misericordioso, sempre e novamente Me envia até vocês. Ele que era homem e Deus Uno e Trino. Ele que por causa de vocês sofreu com o corpo e com a alma. Ele que se fez pão para dar pão às suas almas, para poder salvá-las.

Meus filhos, os ensino como serem dignos do Seu Amor, para poderem dirigir os seus pensamentos a Ele, para poderem viver o Meu Filho. Apóstolos do Meu Amor, os envolvo com o Meu Manto porque como Mãe desejo salvá-los.

Os peço: rezem pelo mundo inteiro. O Meu Coração sofre. Os pecados se multiplicam, são muitos. Mas com a ajuda de vocês, vocês que são humildes, cheios de amor, escondidos e santos, o Meu Coração triunfará. Amem o Meu Filho acima de tudo, e o mundo inteiro por meio Dele.

Não esqueçam nunca que cada irmão seu leva em si algo de precioso: a alma. Por isso, Meus filhos, amem a todos aqueles que não conhecem o Meu Filho, para que por meio da oração e do amor que vem da oração, eles possam tornarem-se melhores, a fim de que a bondade neles possa vencer, para poder salvarem as almas e terem a Vida Eterna.

Meus Apóstolos, Meus filhos, o Meu Filho pediu que amassem uns aos outros; que isto esteja escrito em seus corações e com a oração comecem a viver este amor.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Minorias como os cristãos sofrem ameaças no mundo inteiro destaca intelectual muçulmana

"De continente em continente os cristãos enfrentam a discriminação, a marginalização, a tortura, inclusive o assassinato, simplesmente por causa da própria fé", advertiu a perita muçulmana em liberdade religiosa, a baronesa britânica Sayeeda Warsi.

"Atualmente existem lugares no mundo onde ser cristão é colocar a própria vida em perigo", assinalou a Baronesa em uma entrevista ao jornal inglês Daily Telegraph detalhando que "a Cristandade está extinguindo-se em lugares onde existiu por gerações".

Disse que não "vale nada" promulgar leis que protejam a liberdade religiosa sem que exista um apoio por parte de outros países do mundo no contexto cultural.

"Quero pedir uma cruzada de fé, uma cruzada continental que se una a este tema procurando uma resposta que não seja sectária", quer dizer, "se uma bomba explodir em uma Igreja no Paquistão não deve repercutir apenas nas comunidades cristãs, mas deve agitar também o mundo inteiro".

Neste diálogo com o jornal inglês realizado em 14 de novembro, a perita muçulmana mencionou que um de cada dez cristãos vive em um país onde a religião é minoria, onde, por sua vez, a sua presença diminui, como no caso do Iraque que em 1990 viviam 1.2 milhões de cristãos e atualmente vivem 200 mil.

Em outra entrevista concedida no dia seguinte à BBC Radio 4, a baronesa disse que a comunidade internacional precisa construir uma política que aceite normas que protejam a liberdade religiosa como uma direito humano.

"Precisamos falar e apresentar esta situação nos países onde acontecem estas coisas", exortou, e mencionou que existiram momentos nos quais "as comunidades religiosas estiveram em conflito, mas também tiveram grandes momentos de convivência entre elas".

O Arcebispo de Westminster e Primado da Igreja Católica na Inglaterra e Gales apoiou as declarações de Warsi e afirmou à BBC que realmente "se enfrentam verdadeiros desafios para apoiar e acompanhar os cristãos destas partes do mundo, inclusive para fazer com que os políticos entendam que a presença dos cristãos representa frequentemente um fator de mediação entre os diferentes segmentos do Islã".

Mas esta realidade não é só no oriente médio, cabe ressaltar que no continente europeu, o relatório por crimes de ódio realizado em 2012 e publicado no último dia 15 de novembro pela Organização para a Segurança e Cooperação na Europa, assinala que os crimes de ódio baseados em religião e raça na parte ocidental do continente, eram uma mostra da intolerância social e restrições legais contra as práticas cristãs, além dos crimes antissemitas, anti-muçulmanos, e outras expressões de discriminação por motivos religiosos.

LONDRES, 22 Nov. 13 - ACI/EWTN Noticias
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