Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/07/2017

“Queridos filhos, os agradeço porque responderam ao Meu chamado e porque se reuniram em torno de Mim, em torno da Sua Mãe Celestial. Eu sei que pensam em Mim com amor e esperança. Eu sinto o amor de cada um de vocês, como também a sede do Meu Amadíssimo Filho, que por meio do Seu Amor Misericordioso, sempre e novamente Me envia até vocês. Ele que era homem e Deus Uno e Trino. Ele que por causa de vocês sofreu com o corpo e com a alma. Ele que se fez pão para dar pão às suas almas, para poder salvá-las.

Meus filhos, os ensino como serem dignos do Seu Amor, para poderem dirigir os seus pensamentos a Ele, para poderem viver o Meu Filho. Apóstolos do Meu Amor, os envolvo com o Meu Manto porque como Mãe desejo salvá-los.

Os peço: rezem pelo mundo inteiro. O Meu Coração sofre. Os pecados se multiplicam, são muitos. Mas com a ajuda de vocês, vocês que são humildes, cheios de amor, escondidos e santos, o Meu Coração triunfará. Amem o Meu Filho acima de tudo, e o mundo inteiro por meio Dele.

Não esqueçam nunca que cada irmão seu leva em si algo de precioso: a alma. Por isso, Meus filhos, amem a todos aqueles que não conhecem o Meu Filho, para que por meio da oração e do amor que vem da oração, eles possam tornarem-se melhores, a fim de que a bondade neles possa vencer, para poder salvarem as almas e terem a Vida Eterna.

Meus Apóstolos, Meus filhos, o Meu Filho pediu que amassem uns aos outros; que isto esteja escrito em seus corações e com a oração comecem a viver este amor.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

João Paulo II nunca soube a verdade sobre Marcial Maciel, assegura seu ex-secretário pessoal

O Arcebispo de Cracóvia (Polônia), Cardeal Stanislaw Dziwisz, que foi o secretário pessoal do Papa João Paulo II durante mais de 40 anos, assegurou que o futuro santo nunca soube a verdade sobre a vida imoral que levava o fundador dos Legionários de Cristo, Marcial Maciel.
"Sei eu também, mas pensando a posteriori, que o Santo Padre nunca deveria ter recebido esse indivíduo. Mas João Paulo II quando o encontrou não sabia nada, absolutamente nada!", disse o Cardeal, em declarações compiladas no livro-entrevista "vivi com um santo", escrito pelo jornalista Gian Franco Svidercoschi.
Conforme explicou o Arcebispo de Cracóvia, para João Paulo II, Maciel "era ainda o fundador de uma grande ordem religiosa e basta, ninguém tinha falado nada com ele! Nem sequer dos rumores que corriam!".
Nos últimos anos de sua vida, surgiram diversos informes que revelaram as duas vidas que tinha Marcial Maciel, com atos que compreendiam o abuso sexual, filhos secretos e inclusive vício a drogas.

Em 2006, Bento XVI determinou que Maciel se abstivesse de exercer o ministério sacerdotal publicamente, e foi obrigado a recolher-se a "uma vida de oração e penitência". O fundador dos Legionários de Cristo faleceu em 30 de janeiro de 2008.
O Cardeal Stanislaw Dziwisz explicou que a reação lenta frente às denúncias de abusos foi devido à burocracia no Vaticano.
"São, por desgraça, as consequências de uma estrutura ainda extremamente burocrática", lamentou.
O Arcebispo de Cracóvia explicou os reparos de João Paulo II ao marxismo na teologia da libertação, pois "o marxismo, que defende a luta de classes, uma revolução violenta, não podia certamente ser adotado como solução aos males na América Latina".
"Existia o perigo, muito realista, que a medicina pudesse revelar-se mais daninha que a doença mesma", disse.
"Ao mesmo tempo é verdade que João Paulo II aprovou expressamente uma teologia da libertação em sinal da opção pelos pobres, quer dizer da grande eleição evangélica cumprida pela Igreja latino-americana", particularizou.
O ex-secretário pessoal de João Paulo II revelou que o beato, próximo à canonização, refletiu durante muito tempo sobre uma possível renuncia ao pontificado.
"Sobre a renúncia, o Papa examinou os textos deixados pelo Papa Montini (Paulo VI), consultou os mais estreitos colaboradores, entre eles o Cardeal Ratzinger. Estabeleceu também um especial procedimento para a demissão, caso não estivesse mais em capacidade de desenvolver seu ministério", disse.
Ao final, assinalou o Cardeal Dziwisz, "como sempre tinha feito na sua vida, Karol Wojtyla se submeteu à vontade do Senhor: ia permanecer até que ele o quisesse".

ROMA, 06 Nov. 13 / 10:20 - ACI/EWTN Noticias
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