Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/10/2017

Queridos filhos,

Falo a vocês como MÃE, com palavras simples mas cheias de amor e de preocupação, que ME foram confiados por MEU FILHO. É ELE que, do ETERNO PRESENTE, fala a vocês com palavras de vida e semeia o amor nos corações abertos, Por esta razão os peço, apóstolos do MEU AMOR, tenham os corações abertos, sempre prontos à misericórdia e ao perdão.

Pelo MEU FILHO, perdoem sempre ao próximo porque assim vocês terão a paz. Filhos MEUS, preocupem-se com a alma de vocês porque é a única coisa que pertence a vocês realmente. Vocês se esqueceram da importância da família.

A família não deveria ser lugar de sofrimento e de dor mas local de compreensão e de ternura. As famílias que vivem segundo o MEU FILHO, vivem em amor recíproco.

Quando o MEU FILHO era ainda pequeno, ELE ME dizia que todos os homens são SEUS irmãos; por isso lembrem-se, apóstolos do MEU AMOR, que todos os homens que vocês encontrarem são família, irmãos pelo MEU FILHO.

Meus filhos, não gastem seu tempo pensando sobre o futuro, se preocupando. Que sua única preocupação seja viver bem cada momento de acordo com MEU FILHO. Lá está – paz para vocês!

Filhos MEUS, não esqueçam nunca de rezar pelos seus sacerdotes. Rezem para que possam aceitar todos os homens como seus próprios filhos e segundo o MEU FILHO, sejam pais espirituais. Obrigada.


OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Espaços de dignidade e de liberdade

Os idosos precisam de «espaços de dignidade e liberdade» não de «fechamentos e silêncios» que, muitas vezes, se transformam «numa tortura». Eis o apelo que o Pontífice fez durante a audiência de sábado, 23 de Novembro, dirigindo-se aos participantes na conferência internacional promovida pelo Pontifício Conselho para a Pastoral no Campo da Saúde.
Durante o encontro, realizado na Sala Paulo VI, o Papa reafirmou que as pessoas idosas, «apesar dos “achaques”, às vezes até graves, são sempre importantes, aliás indispensáveis», porque «são portadores da memória e da sabedoria da vida». Portanto, a sua existência «mantém sempre o seu valor aos olhos de Deus, para além de qualquer ponto de vista discriminatório».
Enquanto a família «permanece o lugar privilegiado de acolhimento e de proximidade», é necessário que as estruturas assistenciais ofereçam «as ajudas e os serviços adequados» aos idosos doentes, garantindo o «respeito da dignidade, da identidade, das necessidades das pessoas assistidas, mas também daqueles que lhes prestam assistência, como os familiares e os agentes no campo da saúde» Só nesta perspectiva o percurso de cura poderá transformar-se numa «experiência muito rica seja a nível profissional que humano»; caso contrário – advertiu o Santo Padre – se torna  «muito mais semelhante a uma “tutela física” simples e fria». O Papa recordou  a «importância do aspecto religioso e espiritual» da actividade existencial: uma dimensão que, acrescentou ainda, «permanece vital mesmo quando as capacidades cognitivas diminuam ou se dissipam».

Antes de encontrar os participantes na conferência, o Pontífice saudou, na Sala Clementina, os membros dos Comités olímpicos europeus, encorajando-os a promover através do desporto «os valores humanos e religiosos que estão na base de uma sociedade mais justa e solidária». Quando a actividade desportiva «é considerada unicamente segundo os parámetros económicos ou de conquista da vitória a todo custo – tinha admoestado – corre-se o risco de reduzir o atleta a uma mera mercadoria do qual tirar proveito», num mecanismo  perverso que faz perder «o verdadeiro sentido da sua actividade».

Cidade do Vaticano, 23/11/2013 - L’Osservatore Romano
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