Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/07/2017

“Queridos filhos, os agradeço porque responderam ao Meu chamado e porque se reuniram em torno de Mim, em torno da Sua Mãe Celestial. Eu sei que pensam em Mim com amor e esperança. Eu sinto o amor de cada um de vocês, como também a sede do Meu Amadíssimo Filho, que por meio do Seu Amor Misericordioso, sempre e novamente Me envia até vocês. Ele que era homem e Deus Uno e Trino. Ele que por causa de vocês sofreu com o corpo e com a alma. Ele que se fez pão para dar pão às suas almas, para poder salvá-las.

Meus filhos, os ensino como serem dignos do Seu Amor, para poderem dirigir os seus pensamentos a Ele, para poderem viver o Meu Filho. Apóstolos do Meu Amor, os envolvo com o Meu Manto porque como Mãe desejo salvá-los.

Os peço: rezem pelo mundo inteiro. O Meu Coração sofre. Os pecados se multiplicam, são muitos. Mas com a ajuda de vocês, vocês que são humildes, cheios de amor, escondidos e santos, o Meu Coração triunfará. Amem o Meu Filho acima de tudo, e o mundo inteiro por meio Dele.

Não esqueçam nunca que cada irmão seu leva em si algo de precioso: a alma. Por isso, Meus filhos, amem a todos aqueles que não conhecem o Meu Filho, para que por meio da oração e do amor que vem da oração, eles possam tornarem-se melhores, a fim de que a bondade neles possa vencer, para poder salvarem as almas e terem a Vida Eterna.

Meus Apóstolos, Meus filhos, o Meu Filho pediu que amassem uns aos outros; que isto esteja escrito em seus corações e com a oração comecem a viver este amor.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Aquele abraço do papa: ''Eu me senti no paraíso''

"Aqui é o Paraíso", exclamou simplesmente Vinicio, com olhos sonhadores, depois do abraço com o papa na semana passada no Vaticano durante uma audiência organizada para celebrar os 110 anos da Unitalsi [União Nacional Italiana de Transporte de Doentes a Lourdes e a outros Santuários]. Ninguém nunca tinha feito isso antes, com exceção da irmã Morena e da tia Caterina, que cuidavam dos dois "meninos" desde quando eram pequenos e aquelas verrugas começaram a aparecer.
Hoje, aos 53 anos, Vinicio está coberto por elas, da cabeça aos pés. Grandes furúnculos escuros que não se limitam a deturpá-lo, mas se enfiam no seu corpo, criando dor, coceira e feridas. Girou o mundo a imagem do Papa Francisco que envolve as suas costas, o aproxima de si e o beija com ternura, mesmo onde as protuberâncias são mais carnudas.
"Eu achei que ele nunca iria deixá-lo ir", conta Caterina, que naquele dia estava plantada ao seu lado, orgulhosa e comovida ao ver o sobrinho extasiado. Um homem gravemente ferido por uma doença rara, de origem genética, a neurofibromatose, forma tumoral benigna que cobre o corpo de cistos também internos e que sobre ele se manifestou em potência máxima. Tendo crescido com pouco amor e atenção, senão a de pessoas que, pela rua, apontam para ele e se esquivam, ou de mães que afastam os seus filhos da sua passagem. Ele não está infectado. É um homem muito bom, e, por trás do seu aspecto à la Elephant Man, esconde-se uma alma transbordante de sentimentos.
Na Ilha Vicentina, onde ele mora em um apartamento da prefeitura, eles o amam. Conhecem-no e "sabem". Sabem que a mãe morreu de câncer, afetada pela mesma síndrome, depois transmitida aos filhos. Sabem que o pai saía de madrugada e voltava à noite, e não tinha tempo para aquelas crianças um pouco feias das quais poupava afeto e gestos de amor. Sabem de todas as operações que Vinicio teve que sofrer, desde os dois anos de idade.
Tudo começou com um angioma, depois o coração, três vezes no olho, a garganta e, depois, incisões profundas para extirpar alguns cistos grandes que penetraram até a espinha dorsal. Ele tinha 30 anos quando entrou no hospital para uma operação que deveria ser a última. Os médicos disseram que ele não sobreviveria.
Mas agora ele está do outro lado do telefone e fala conosco, "escoltado" pela tia Caterina que, de vez em quando, traduz para ele quando as palavras se tornam incompreensíveis. A voz é rouca por causa da recente operação na garganta, às vezes se torna um sussurro em dialeto.
Vinicio, o que aconteceu com o Papa Francisco? "Ele explodiu o meu coração". E depois? "Eu me senti no Paraíso. O Paraíso é ali". E à noite, como você passou a noite? "Eu não dormi". De quem você gosta? "Da tia e da Morena". E dos outros? "Aqueles que me conhecem há anos são bons. Aqueles que não me conhecem são maus". Do que você mais gosta? "De ir o restaurante e comer risoto de frutos do mar". Como está a sua irmã? "É mais bonita do que eu". O que vocês fazem quando estão juntos? "Implicamo-nos como cães e gatos".
A sua vida transcorre entre um trabalhinho socialmente útil junto ao Instituto Bresson (ele empilha caixas e as coloca em ordem), as breves caminhadas pela cidade com a bicicleta elétrica (até banca de jornal e de volta) e os compromissos com o cuidado amoroso da tia Caterina que o lava, passa as pomadas, nem todas reembolsadas pela autoridade sanitária local, e o ajuda nas pequenas tarefas.
O subsídio de 500 euros por mês por invalidade de 100% a ser dividido com a irmã Morena, no início da doença, não permite luxos. As únicas distrações são as viagens a Lourdes com o grupo da Unitalsi, que o levou a Roma de ônibus e, depois, ao Vaticano até o papa. A verdadeira festa, no entanto, é ir ao restaurante todos os três, Vinicio, Morena e Caterina. Eles são felizes, muito felizes. Apesar de tudo.

 Unisinos, 20/11/2013 - JCEnews
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