Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/10/2017

Queridos filhos,

Falo a vocês como MÃE, com palavras simples mas cheias de amor e de preocupação, que ME foram confiados por MEU FILHO. É ELE que, do ETERNO PRESENTE, fala a vocês com palavras de vida e semeia o amor nos corações abertos, Por esta razão os peço, apóstolos do MEU AMOR, tenham os corações abertos, sempre prontos à misericórdia e ao perdão.

Pelo MEU FILHO, perdoem sempre ao próximo porque assim vocês terão a paz. Filhos MEUS, preocupem-se com a alma de vocês porque é a única coisa que pertence a vocês realmente. Vocês se esqueceram da importância da família.

A família não deveria ser lugar de sofrimento e de dor mas local de compreensão e de ternura. As famílias que vivem segundo o MEU FILHO, vivem em amor recíproco.

Quando o MEU FILHO era ainda pequeno, ELE ME dizia que todos os homens são SEUS irmãos; por isso lembrem-se, apóstolos do MEU AMOR, que todos os homens que vocês encontrarem são família, irmãos pelo MEU FILHO.

Meus filhos, não gastem seu tempo pensando sobre o futuro, se preocupando. Que sua única preocupação seja viver bem cada momento de acordo com MEU FILHO. Lá está – paz para vocês!

Filhos MEUS, não esqueçam nunca de rezar pelos seus sacerdotes. Rezem para que possam aceitar todos os homens como seus próprios filhos e segundo o MEU FILHO, sejam pais espirituais. Obrigada.


OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

A oração desarma a insipiência e cria diálogo onde há conflito

O Papa Francisco recebeu em audiência nesta quinta-feira, na Sala Clementina, no Vaticano, os participantes da Plenária da Congregação para as Igrejas Orientais. A assembleia teve início nesta terça-feira.

O Santo Padre ouviu e agradeceu a saudação do Prefeito desse organismo vaticano, Cardeal Leonardo Sandri, manifestando sua gratidão pela cooperação que recebe desse dicastério.

Francisco aproveitou a audiência para renovar seu apelo aos cristãos do Oriente Médio, que sofrem severamente as conseqüências de tensões e conflitos em andamento. "Vivem como um pequeno rebanho, em ambientes marcados por hostilidades, conflitos e perseguições. A Síria, Iraque, Egito e Terra Santa derramam lágrimas", disse o pontífice acrescentando:

"O Bispo de Roma não terá paz enquanto houver homens e mulheres, de qualquer religião, atingidos em sua dignidade, que não possuem o necessário para a sobrevivência, sem futuro, obrigados a condições de refugiados e deslocados. Hoje, junto com os Pastores das Igrejas do Oriente, fazemos um apelo para que seja respeitado o direito de todos a uma vida digna e a professar livremente sua fé. Não nos resignamos a pensar o Oriente Médio sem os cristãos, que por dois mil anos confessam o nome de Jesus, inseridos como cidadãos a pleno título na vida social, cultural e religiosa das nações às quais pertencem."

O Papa sublinhou que todo católico tem uma dívida de gratidão para com as Igrejas que vivem nessa região:

"Com elas podemos aprender as virtudes da paciência e perseverança na vida cotidiana, às vezes marcada pelo esforço, pelo espírito ecumênico e inter-religioso. O contexto geográfico, histórico e cultural em que elas vivem há séculos, as tornou interlocutores naturais de várias outras confissões cristãs e religiões".

O Santo Padre pensou não somente nos cristãos, mas também em todos os povos do Oriente Médio que sofrem, em particular, os pequenos e vulneráveis. "Continuamos a vigiar como a sentinela bíblica, na certeza de que o Senhor não deixará faltar a sua ajuda":

"Dirijo-me a toda a Igreja para exortar à oração, que sabe obter do coração misericordioso de Deus a reconciliação e a paz. A oração desarma a insipiência e cria diálogo onde há conflito. Se for sincera e perseverante, tornará a nossa voz suave e firme, capaz de ser ouvida até mesmo pelos líderes das nações".

O Papa dirigiu seu pensamento à dimensão da diáspora que cresceu muito em todos os continentes, tema da Plenária da Congregação para as Igrejas Orientais:

"Devemos fazer todo o possível para que os auspícios conciliares sejam realizados, facilitando o cuidado pastoral nos territórios próprios e onde as comunidades orientais se estabeleceram há muito tempo, promovendo a comunhão e a fraternidade com as comunidades de rito latino. Para isso, pode ser útil uma vitalidade renovada a ser impressa nos organismos de consulta já existentes entre as Igrejas particulares e com a Santa Sé", disse ainda o pontífice.

O Papa destacou o reflorescimento de várias Igrejas Orientais, por longo tempo oprimidas pelos regimes comunistas. O Santo Padre reconheceu os esforços da Plenária de recuperar a graça do Concílio Vaticano II e do magistério sucessivo sobre o Oriente cristão. O Papa Francisco reiterou que a variedade inspirada pelo Espírito, não danifica a unidade, mas a serve. O Concílio nos diz que esta variedade é necessária para a unidade.

O pensamento do pontífice foi a Jerusalém, onde "todos nós nascemos espiritualmente", disse ele, desejando a paz e pedindo a intercessão dos Beatos João XXIII e João Paulo II, e da Virgem Maria.

Antes da audiência, o Santo Padre reuniu-use com os Patriarcas e Arcebispos-mor das Igrejas Orientais católicas, na Sala do Consistório, aos quais disse para privilegiar a consulta sobre questões de grande importância para a Igreja em vista de uma ação colegial e unitária.

"Ser inseridos na comunhão de todo o Corpo de Cristo nos torna conscientes do dever de fortalecer a união e a solidariedade entre os vários Sínodos patriarcais", frisou o pontífice.

Depois da audiência, o Papa almoçou na Casa Santa Marta com os participantes da Plenária da Congregação para as Igrejas Orientais.


Cidade do Vaticano, 21/11/2013 - Rádio Vaticano 
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