Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/02/2018

Queridos filhos !

Vocês a quem o MEU FILHO ama, vocês a quem EU amo imensamente com o MEU AMOR MATERNO, não permitam que o egoísmo e o amar muito a si mesmo reinem no mundo. Não permitam que o amor e a bondade fiquem escondidos. Vocês que são amados, vocês que conheceram o AMOR do MEU FILHO, lembrem-se que ser amado significa amar. Filhos MEUS, tenham fé: quando vocês tem fé, vocês são felizes e difundem a paz. As suas almas exultam de alegria. Nestas almas está o MEU FILHO: quando se doam pela fé, quando se doam pelo amor, quando fazem o bem ao próximo, o MEU FILHO sorri em suas almas. Apóstolos do MEU AMOR, ME dirijo a vocês como MÃE, os reúno em torno de MIM porque desejo conduzí-los no caminho do AMOR e da FÉ, no caminho que leva até a LUZ DO MUNDO. EU estou aqui pelo AMOR e pela FÈ; porque desejo abençoá-los, porque EU desejo, com a MINHA BENÇÂO MATERNA, dar a vocês força e esperança no seu caminho. Porque a estrada que conduz ao MEU FILHO não é fácil, é cheia de renúncias, de dar-se, do sacrifício, do perdão e muito, muito amor mas este caminho conduz à paz e à alegria. Filhos MEUS, não acreditem nas vozes falsas que falam de coisas falsas e de luzes falsas: vocês, filhos MEUS, voltem para a SAGRADA ESCRITURA. Com imenso amor EU os vejo e, PELA GRAÇA DE DEUS, EU ME MANIFESTO A VOCÊS. Filhos Meus, caminham COMIGO. Que as almas de vocês exultem de alegria.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

sacerdotes ameaçados pela guerrilha na Colômbia

O Bispo da Diocese de Mocoa-Sibundoy (Colômbia), Dom Luis Alberto Parra Mora, confirmou a notícia da transferência de seis de seus sacerdotes ameaçados pela guerrilha, que trabalhavam na zona rural de Puerto Guzmán e Puerto Leguizamón. 

A nota enviada à agência Fides pela Conferência Episcopal Colombiana refere as palavras do Bispo: “Através de folhetos que são deixados nas paróquias, todos os pastores protestantes e os sacerdotes católicos são intimados a deixar a região, se pede também que todas as capelas sejam fechadas, que não sejam administrados os sacramentos e não haja pregações. Se quiserem, podem ficar ali, mas sem realizar nenhum ato religioso. Vista esta situação, e para a segurança deles, decidimos transferir os sacerdotes para a região de Mocoa, Sibundoy e Puerto Asis”.

A situação de tensão não é nova, mas agora, segundo a denúncia de Dom Parra Mora, as ameaças se tornaram mais frequentes e com uma determinação própria da guerrilha: “Em um primeiro momento, não havia ameaças diretas, mas aos poucos, em alguns vilarejos, os sacerdotes não foram autorizados nem mesmo a entrar”. Evidentemente, a guerrilha considera a Igreja uma adversária na formação e educação da população da área.

Dom Parra Mora afirmou de modo premente: “Nós não levamos a guerra ou a violência, mas convidamos as famílias e a população a viverem em comunidade a fim de alcançar o desenvolvimento da área”. O bispo anunciou que no próximo 27 de outubro se encontrará com os bispos das dioceses para decidir como agir diante desta situação criada pela guerrilha.


Mocoa, 19/10/2013 - Rádio Vaticano 
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