Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/08/2018

“Queridos filhos,

Com amor materno os convido a abrirem os seus corações à paz, a abrirem os seus corações ao MEU FILHO, a cantar em seus corações o amor ao MEU FILHO, porque somente através deste amor chega a paz da alma.

Filhos MEUS, EU sei que vocês tem a bondade, sei que vocês tem o amor, o amor misericordioso. Mas, muitos dos MEUS filhos ainda tem os corações fechados, pensam que podem agir sem colocar os seus pensamentos ao PAI CELESTIAL que ilumina, diante do MEU FILHO que está sempre e novamente com vocês na EUCARISTIA e que deseja ouvi-los.

Filhos Meus, porque não falam para eles ? A vida de cada um de vocês é importante e preciosa porque é um dom do PAI CELESTIAL para a ETERNIDADE, por isso nunca se esqueçam de agradecê-LO e falar com ELE.

Eu sei, filhos MEUS, que para vocês é desconhecido aquilo que virá depois, porém quando chegar o “depois” de vocês, terão todas as respostas. O MEU amor materno deseja que vocês estejam prontos.

Filhos MEUS, com a vida de vocês coloquem sentimentos bons nos corações das pessoas que vocês encontrarem, sentimentos de paz, de bondade, de amor e de perdão. Através da oração escutem o que lhes diz o MEU FILHO e assim o façam.

Novamente os convido a rezarem pelos seus sacerdotes, por aqueles a quem o MEU FILHO chamou; lembrem-se que eles tem necessidade de orações e de amor.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

sacerdotes ameaçados pela guerrilha na Colômbia

O Bispo da Diocese de Mocoa-Sibundoy (Colômbia), Dom Luis Alberto Parra Mora, confirmou a notícia da transferência de seis de seus sacerdotes ameaçados pela guerrilha, que trabalhavam na zona rural de Puerto Guzmán e Puerto Leguizamón. 

A nota enviada à agência Fides pela Conferência Episcopal Colombiana refere as palavras do Bispo: “Através de folhetos que são deixados nas paróquias, todos os pastores protestantes e os sacerdotes católicos são intimados a deixar a região, se pede também que todas as capelas sejam fechadas, que não sejam administrados os sacramentos e não haja pregações. Se quiserem, podem ficar ali, mas sem realizar nenhum ato religioso. Vista esta situação, e para a segurança deles, decidimos transferir os sacerdotes para a região de Mocoa, Sibundoy e Puerto Asis”.

A situação de tensão não é nova, mas agora, segundo a denúncia de Dom Parra Mora, as ameaças se tornaram mais frequentes e com uma determinação própria da guerrilha: “Em um primeiro momento, não havia ameaças diretas, mas aos poucos, em alguns vilarejos, os sacerdotes não foram autorizados nem mesmo a entrar”. Evidentemente, a guerrilha considera a Igreja uma adversária na formação e educação da população da área.

Dom Parra Mora afirmou de modo premente: “Nós não levamos a guerra ou a violência, mas convidamos as famílias e a população a viverem em comunidade a fim de alcançar o desenvolvimento da área”. O bispo anunciou que no próximo 27 de outubro se encontrará com os bispos das dioceses para decidir como agir diante desta situação criada pela guerrilha.


Mocoa, 19/10/2013 - Rádio Vaticano 
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