Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/11/2017

“Queridos filhos, olhando vocês em torno de Mim, em torno da sua Mãe, Eu estou vendo muitas almas puras, vejo muitos dos Meus filhos que estão procurando amor e consolação, mas ninguém está oferecendo isso a eles.

Também vejo aqueles que fazem o mal, porque não têm bons exemplos, não conheceram Meu Filho, aquele bem que é silencioso, que se difunde através das almas puras, que é a força que reforça o mundo.

Existem muitos pecados, mas também muito amor. o Meu Filho Me envia, como Mãe, a mesma igual para todos, para que Eu vos ensine o Amor, para que vocês compreendam que são irmãos.

Ele deseja vos ajudar. Apóstolos do Meu Amor, é suficiente o desejo vivo da fé e do Amor, o Meu Filho o aceitará.

Mas vocês têm que ser dignos, ter boa vontade e um coração aberto. O Meu Filho entra nos corações abertos. Eu, como Mãe, desejo que vocês conheçam o melhor possível o Meu Filho, Deus, nascido de Deus, para que vocês conheçam a grandeza do Seu Amor, o qual vocês tanto precisam.

Ele aceitou os seus pecados, conseguiu a Redenção para vocês, mas em troca procura que vocês amem-se uns aos outros. O Meu Filho é Amor. Ele ama todo ser humano, sem diferença, todas as pessoas de todos os povos e nações.

Se vocês, Meus Filhos, vivessem o Amor do Meu Filho, o Seu Reinado já estaria na Terra. Por isso, Apóstolos do Meu Amor, rezem, rezem para que o Meu Filho e Seu Amor estejam mais próximos de vocês, para que vocês sejam exemplos de Amor e possam ajudar àqueles que ainda não conhecem o Meu Filho.

Nunca esqueçam que o Meu Filho, Uno e Trino, Ama. Amem e rezem pelos seus sacerdotes. Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

sacerdotes ameaçados pela guerrilha na Colômbia

O Bispo da Diocese de Mocoa-Sibundoy (Colômbia), Dom Luis Alberto Parra Mora, confirmou a notícia da transferência de seis de seus sacerdotes ameaçados pela guerrilha, que trabalhavam na zona rural de Puerto Guzmán e Puerto Leguizamón. 

A nota enviada à agência Fides pela Conferência Episcopal Colombiana refere as palavras do Bispo: “Através de folhetos que são deixados nas paróquias, todos os pastores protestantes e os sacerdotes católicos são intimados a deixar a região, se pede também que todas as capelas sejam fechadas, que não sejam administrados os sacramentos e não haja pregações. Se quiserem, podem ficar ali, mas sem realizar nenhum ato religioso. Vista esta situação, e para a segurança deles, decidimos transferir os sacerdotes para a região de Mocoa, Sibundoy e Puerto Asis”.

A situação de tensão não é nova, mas agora, segundo a denúncia de Dom Parra Mora, as ameaças se tornaram mais frequentes e com uma determinação própria da guerrilha: “Em um primeiro momento, não havia ameaças diretas, mas aos poucos, em alguns vilarejos, os sacerdotes não foram autorizados nem mesmo a entrar”. Evidentemente, a guerrilha considera a Igreja uma adversária na formação e educação da população da área.

Dom Parra Mora afirmou de modo premente: “Nós não levamos a guerra ou a violência, mas convidamos as famílias e a população a viverem em comunidade a fim de alcançar o desenvolvimento da área”. O bispo anunciou que no próximo 27 de outubro se encontrará com os bispos das dioceses para decidir como agir diante desta situação criada pela guerrilha.


Mocoa, 19/10/2013 - Rádio Vaticano 
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