Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

sacerdotes ameaçados pela guerrilha na Colômbia

O Bispo da Diocese de Mocoa-Sibundoy (Colômbia), Dom Luis Alberto Parra Mora, confirmou a notícia da transferência de seis de seus sacerdotes ameaçados pela guerrilha, que trabalhavam na zona rural de Puerto Guzmán e Puerto Leguizamón. 

A nota enviada à agência Fides pela Conferência Episcopal Colombiana refere as palavras do Bispo: “Através de folhetos que são deixados nas paróquias, todos os pastores protestantes e os sacerdotes católicos são intimados a deixar a região, se pede também que todas as capelas sejam fechadas, que não sejam administrados os sacramentos e não haja pregações. Se quiserem, podem ficar ali, mas sem realizar nenhum ato religioso. Vista esta situação, e para a segurança deles, decidimos transferir os sacerdotes para a região de Mocoa, Sibundoy e Puerto Asis”.

A situação de tensão não é nova, mas agora, segundo a denúncia de Dom Parra Mora, as ameaças se tornaram mais frequentes e com uma determinação própria da guerrilha: “Em um primeiro momento, não havia ameaças diretas, mas aos poucos, em alguns vilarejos, os sacerdotes não foram autorizados nem mesmo a entrar”. Evidentemente, a guerrilha considera a Igreja uma adversária na formação e educação da população da área.

Dom Parra Mora afirmou de modo premente: “Nós não levamos a guerra ou a violência, mas convidamos as famílias e a população a viverem em comunidade a fim de alcançar o desenvolvimento da área”. O bispo anunciou que no próximo 27 de outubro se encontrará com os bispos das dioceses para decidir como agir diante desta situação criada pela guerrilha.


Mocoa, 19/10/2013 - Rádio Vaticano 
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