Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/04/2018

“Queridos filhos,

Através do Grande Amor do PAI CELESTIAL, EU estou com vocês como sua MÃE e vocês estão comigo como MEUS filhos, como Apóstolos do Meu Amor que sem cessar, reúnem-se em torno de MIM.

Filhos MEUS, vocês são aqueles que, como a oração, devem abandonar-se totalmente ao MEU FILHO, a fim de que não sejam mais vocês a viverem, mas o MEU FILHO em vocês; de modo que todos aqueles que não O conheçam, O vejam em vocês e desejem conhecê-lo.

Rezem para que eles vejam em vocês uma humildade decidida e bondade, disponibilidade a servir os outros; que vejam que vocês vivem a sua vocação no mundo com o coração, em comunhão com o MEU FILHO. Que eles vejam em vocês mansidão, ternura e amor ao MEU FILHO, como também aos seus irmãos e irmãs. Apóstolos do MEU AMOR, vocês devem rezar muito e purificar os seus corações de odo que sejam vocês os primeiros a caminhar no caminho do MEU FILHO de modo que sejam vocês os justos unidos pela JUSTIÇA do MEU FILHO.

Filhos MEUS, como MEUS Apóstolos vocês devem estar unidos na comunhão que flui do MEU FILHO, a fim de que os MEUS filhos que não conhecem o MEU FILHO reconheçam uma comunhão de amor e desejem caminhar no caminho da vida, no caminho da unidade com o MEU FILHO.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

República Centro-Africana impede o retorno de crianças-soldados ugandesas

Após o golpe de estado na República Centro-Africana, em 24 de Março, tornou-se mais difícil para as crianças-soldado ugandesas – raptadas para ingressarem nos grupos rebeldes que atuam naquele país, como o Exército de Libertação do Senhor (LRA) – regressarem à sua terra natal.

A denúncia é de Monsenhor Cosmas Alule, reitor do seminário sacerdotal nacional de Alokolum, no norte de Uganda, em declarações à AIS. O problema é que os rebeldes Séléka, que chegaram ao poder na República Centro-Africana depois do golpe de estado, têm “muita simpatia para com o líder do LRA, Joseph Kony”, e expulsaram as tropas do Uganda estacionadas nesse país. Desde então, tornou-se mais difícil a fuga das crianças-soldado.
Atualmente, a situação em Uganda melhorou muito, reconhece o reitor, “e as pessoas já não têm medo”, como nos tempos da guerra civil, mas o LRA continua “muito ativo, especialmente na República Centro-Africana e no Sudão”, explica Monsenhor Cosmas, recordando os anos em que a região onde se situa o seminário foi “duramente afectada” pelos combates.
Durante esse período, especialmente entre os anos de 1988 e 2008, era prática corrente, por parte de grupos armados, o rapto de crianças para o ingresso em seus "exércitos". Estimativas das Nações Unidas apontam para cerca de 30 mil crianças raptadas, essencialmente pelo LRA, só no norte de Uganda durante o conflito. Os rapazes raptados eram convertidos em soldados e as meninas em escravas sexuais.
Monsenhor Cosmas Alule recordou à AIS o ataque ao seminário menor da diocese de Gulu, ocorrido no dia 11 de Maio de 2003, em que 41 seminaristas foram raptados. Ao fim de uma década, continuam desaparecidos 12 desses jovens, não havendo qualquer informação sobre o seu paradeiro. No entanto, diz o reitor, “ainda há esperança de que algumas destas crianças-soldado possam regressar”.

Segunda, 28/10/2013 - AIS
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