Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

República Centro-Africana impede o retorno de crianças-soldados ugandesas

Após o golpe de estado na República Centro-Africana, em 24 de Março, tornou-se mais difícil para as crianças-soldado ugandesas – raptadas para ingressarem nos grupos rebeldes que atuam naquele país, como o Exército de Libertação do Senhor (LRA) – regressarem à sua terra natal.

A denúncia é de Monsenhor Cosmas Alule, reitor do seminário sacerdotal nacional de Alokolum, no norte de Uganda, em declarações à AIS. O problema é que os rebeldes Séléka, que chegaram ao poder na República Centro-Africana depois do golpe de estado, têm “muita simpatia para com o líder do LRA, Joseph Kony”, e expulsaram as tropas do Uganda estacionadas nesse país. Desde então, tornou-se mais difícil a fuga das crianças-soldado.
Atualmente, a situação em Uganda melhorou muito, reconhece o reitor, “e as pessoas já não têm medo”, como nos tempos da guerra civil, mas o LRA continua “muito ativo, especialmente na República Centro-Africana e no Sudão”, explica Monsenhor Cosmas, recordando os anos em que a região onde se situa o seminário foi “duramente afectada” pelos combates.
Durante esse período, especialmente entre os anos de 1988 e 2008, era prática corrente, por parte de grupos armados, o rapto de crianças para o ingresso em seus "exércitos". Estimativas das Nações Unidas apontam para cerca de 30 mil crianças raptadas, essencialmente pelo LRA, só no norte de Uganda durante o conflito. Os rapazes raptados eram convertidos em soldados e as meninas em escravas sexuais.
Monsenhor Cosmas Alule recordou à AIS o ataque ao seminário menor da diocese de Gulu, ocorrido no dia 11 de Maio de 2003, em que 41 seminaristas foram raptados. Ao fim de uma década, continuam desaparecidos 12 desses jovens, não havendo qualquer informação sobre o seu paradeiro. No entanto, diz o reitor, “ainda há esperança de que algumas destas crianças-soldado possam regressar”.

Segunda, 28/10/2013 - AIS
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