Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/02/2018

Queridos filhos !

Vocês a quem o MEU FILHO ama, vocês a quem EU amo imensamente com o MEU AMOR MATERNO, não permitam que o egoísmo e o amar muito a si mesmo reinem no mundo. Não permitam que o amor e a bondade fiquem escondidos. Vocês que são amados, vocês que conheceram o AMOR do MEU FILHO, lembrem-se que ser amado significa amar. Filhos MEUS, tenham fé: quando vocês tem fé, vocês são felizes e difundem a paz. As suas almas exultam de alegria. Nestas almas está o MEU FILHO: quando se doam pela fé, quando se doam pelo amor, quando fazem o bem ao próximo, o MEU FILHO sorri em suas almas. Apóstolos do MEU AMOR, ME dirijo a vocês como MÃE, os reúno em torno de MIM porque desejo conduzí-los no caminho do AMOR e da FÉ, no caminho que leva até a LUZ DO MUNDO. EU estou aqui pelo AMOR e pela FÈ; porque desejo abençoá-los, porque EU desejo, com a MINHA BENÇÂO MATERNA, dar a vocês força e esperança no seu caminho. Porque a estrada que conduz ao MEU FILHO não é fácil, é cheia de renúncias, de dar-se, do sacrifício, do perdão e muito, muito amor mas este caminho conduz à paz e à alegria. Filhos MEUS, não acreditem nas vozes falsas que falam de coisas falsas e de luzes falsas: vocês, filhos MEUS, voltem para a SAGRADA ESCRITURA. Com imenso amor EU os vejo e, PELA GRAÇA DE DEUS, EU ME MANIFESTO A VOCÊS. Filhos Meus, caminham COMIGO. Que as almas de vocês exultem de alegria.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Na Igreja ou se caminha com o Papa ou acaba-se em cisma, afirma perito católico

Ante a inquietação gerada entre alguns católicos nas últimas semanas pelas entrevistas concedidas pelo Papa Francisco, o perito italiano em liberdade religiosa, Massimo Introvigne, escreveu um artigo no qual afirma que "na Igreja ou se caminha com o Papa ou acaba-se em cisma".
No artigo publicado pelo jornal Il Foglio no último dia 11 de outubro, Introvigne se refere ao "mal-estar" criado pelos gestos e atitudes do Santo Padre. Para o perito "este mal-estar pode ser útil e acredito que o mesmo Papa Francisco o previu e o leva em consideração em sua visão de uma Igreja onde, como gosta de explicar, a unidade não se confunde com a uniformidade".
"O mal-estar não deve ser confundido com o rechaço do Magistério ordinário, já esta atitude tem como consequência o cisma. A tese pode parecer forte, mas pode ser entendida quando se olha para trás", precisa.
O perito lembra que, desde 1968 o Papa Paulo VI tentou fazer frente a diversas separações do Concílio Vaticano II que tinha concluído em 1965 e explicou, por exemplo, que os progressistas rechaçavam seguir o Santo Padre "sustentando que os pronunciamentos do Papa não eram infalíveis e constituíam simples indicações pastorais das que se podia dissentir e continuar sendo bons católicos".
Introvigne assinala que estes progressistas continuaram depois com João Paulo II e destaca que "para estar na Igreja é necessário caminhar com os Papas e deixar-se guiar pelo seu magistério cotidiano. Fora deste caminho estreito está o caminho largo que leva ao cisma".
Reconhecendo que é um "risco" usar categorias da política, o perito fala também da má compreensão do Vaticano II por parte de um setor da "direita" onde se repetiu algo parecido e se afirmava que "certos documentos do Concílio Vaticano II não são infalíveis e são meramente pastorais, pelo qual poderiam ser tranquilamente ignorados ou rechaçados".
Massismo Introvigne recorda que "Bento XVI tratou de colocar ordem com sua famosa proposta da ‘hermenêutica da reforma em continuidade’ que convidava a acolher lealmente os elementos de reforma do Concílio interpretando-os, não contra o Magistério precedente, mas levando-os em consideração. A proposta foi rejeitada pela esquerda e, com frequência, mal-entendida pela direita".
Introvigne volta ao Papa Francisco e comenta que é possível que faça "outras reformas na Igreja que o fiel católico deverá acolher com docilidade e sem procurar lê-las como contrárias aos ensinamentos dos pontífices precedentes, mas levando-os em consideração".
"Na encíclica ‘Caritas in veritate’ Bento XVI esclareceu que a hermenêutica da ‘reforma em continuidade’ não tem a ver somente com o Vaticano II, mas com toda a vida da Igreja", adiciona.
"A fórmula de Bento XVI –conclui– será de grande ajuda para metabolizar o mal-estar e para transformá-lo em uma voz útil na grande sinfonia da Igreja. Construir a continuidade como rechaço da reforma ou declarar que quer seguir o Papa só em seus pronunciamentos infalíveis –dois por século– confinando todo o resto à esfera do ‘falível’ e que pode ser ignorado, leva em troca e talvez insensivelmente, ao cisma".

ROMA, 17 Out. 13 - ACI/EWTN Noticias
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