Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Maria Radna – fortaleza espiritual

A primeira capela data de 1520. Uma viúva piedosa mandou construi-la. Os franciscanos e os fiéis a usavam para a Missa, inclusive durante a dominação dos otomanos (Império turco). Quando os turcos se retiraram, em 1695, a capela foi incendiada, mas a imagem milagrosa ficou admiravelmente preservada. As pessoas continuaram a peregrinar para Maria Radna. A primeira grande romaria ocorreu em 1709, pelos sobreviventes de uma peste. Desde 1750 Maria Radna é reconhecida oficialmente pela Igreja como santuário.

A toda hora os peregrinos de toda a Romênia, da Hungria, dos Bálcãs acorrem ao santuário de Nossa Senhora, na diocese de Timisoara. Maria Radna tornou-se um santuário nacional, semelhante a Czestochowa na Polônia, Altötting na Alemanha, Einsiedeln na Suíça, Lourdes na França, Fátima em Portugal ou Aparecida no Brasil. Os comunistas impediram as romarias, mas não conseguiram impedir a veneração oculta. Transformaram o convento franciscano anexo ao santuário em asilo estatal para idosos. A virada de 1990 (após a queda do muro de Berlim) trouxe bens e males. Muitos católicos emigraram; o respeitável número de 151 paróquias da diocese encolheu para 73.
Sim, há alguns anos os peregrinos vêm novamente de longe, os suevos do Danúbio vêm até da Alemanha. Mas: como atendê-los? Faltam estruturas de acolhida, de formação, de retiros e exercícios espirituais para padres. Nossa Senhora é o centro, mas seu manto está “esburacado”. A adesão à União Europeia abriu a possibilidade de criar essas estruturas, de “tapar os buracos”. É verdade que a UE subvenciona apenas a reforma de objetivos turístico-culturais, mas também isso se encontra abundantemente em Maria Radna. O Padre Werenfried diria: isso é uma fortaleza para Deus!
Para o povo da região a “peregrinação para Maria Radna é o ponto alto do ano”, como diz o bispo Martin Roos. Cada comunidade tem o seu próprio dia de romaria. “Aí eles experimentam a ‘comunhão dos santos’ e voltam reforçados”. Sobretudo para os jovens é uma experiência marcante. “Com Maria a gente consegue resistir a bons trechos com sede.” Depois de todas as vicissitudes, hoje as pessoas têm “mais confiança na Igreja do que na política”. Coisa comprovada até mesmo pelas pesquisas.
Diariamente chegam mais de 200 peregrinos. E esse número ainda pode aumentar muito. A União Europeia vê em Maria Radna um projeto de desenvolvimento regional e está até disposta a tirar do bolso apropriado os milhões necessários para a reforma da igreja e do convento. Mas somente se a diocese pagar a contrapartida obrigatória de dois por cento e cuidar dos aspectos puramente pastorais. No entanto, só para isso já se trata de mais de um milhão e meio de reais! Mas a paróquia e a diocese são pobres demais para arcar com tudo isso sozinhas. Por isso o bispo está mendigando junto a seus irmãos na Europa Ocidental, nas fundações e também conosco.

Domingo, 27/10/2013 - AIS - Ajuda à Igreja que Sofre
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