Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 25/12/2017

“Queridos filhos ! Hoje os trago o MEU FILHO que da a vocês a SUA PAZ e a SUA BENÇÃO. Filhinhos, os convido a todos a viver e a testemunhar as graças e dons que vocês receberam. Não temam ! Rezem a fim de que o Espírito Santo os de a força de serem alegres testemunhas e pessoas de paz e esperança. obrigada por terem respondido ao MEU CHAMADO.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Como silenciar diante de tanto barulho

Passamos por tantas dificuldades, queremos respostas rápidas para solucionar nossos problemas e esquecemos-nos de silenciar e ouvir do coração de Deus.
É necessário o silêncio interior e exterior, para que tal palavra possa ser ouvida. E este é um ponto particularmente difícil para nós, no nosso tempo. Com efeito, a nossa é uma época na qual não se favorece o recolhimento; aliás, às vezes a impressão é de que as pessoas têm medo de se separar, mesmo por um instante, do rio de palavras e de imagens que marcam e enchem os dias. Por isso se faz necessário nos reeducarmos para o valor do silêncio. Como aconteceu com Maria, ela foi inseparável da Palavra de Deus e do silêncio.
O silêncio é capaz de escavar um espaço interior no nosso íntimo, para ali fazer habitar Deus, para que a sua Palavra permaneça em nós, a fim de que o amor por Ele se enraíze  na nossa mente e no nosso coração, e anime a nossa vida.
Portanto, a primeira direção: voltar a aprender o silêncio, dar abertura à escuta que nos abre ao próximo e à Palavra de Deus.
Porém, há uma segunda importante relação do silêncio com a oração. Não há apenas o nosso silêncio para nos dispor à escuta da Palavra de Deus; muitas vezes, na nossa oração, encontramo-nos diante do silêncio de Deus, experimentamos quase um sentido de abandono. Parece-nos que Deus não ouve e não responde. Mas este silêncio de Deus, como aconteceu também para Jesus, não marca a sua ausência. O cristão sabe bem que o Senhor está presente e escuta, mesmo na escuridão da dor, da rejeição e da solidão.
Jesus garante aos discípulos e a cada um de nós que Deus conhece bem as nossas necessidades, em qualquer momento da nossa vida. Ele ensinava aos discípulos: “nas vossas orações, não sejais como os gentios, que usam vãs repetições, porque pensam que, por muito falarem, serão atendidos. Não façais como eles, porque o vosso Pai celeste sabe do que necessitais, antes que vós lho peçais” (Mt 6, 7-8).
Um coração atento, silencioso e aberto é mais importante que muitas palavras. Deus conhece-nos no íntimo, mais do que nós mesmos, e nos ama. Saber disto deve ser suficiente.
Em Jesus revela-se a novidade do nosso diálogo com Deus: a oração filial, que o Pai espera dos seus filhos. E de Jesus aprendemos como a oração constante nos ajuda a interpretar a nossa vida, a fazer as nossas escolhas, a reconhecer e a acolher a nossa vocação, a descobrir os talentos que Deus nos concedeu, a cumprir diariamente a sua vontade, único caminho para realizar a nossa existência.

Dinéia Oliveira - Oblata Corpus Christi
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