Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Como ser mulher de Deus no mundo atual

Gostaria neste mês de falar sobre ‘como ser mulher de Deus’. Poderia me basear na vida de uma única pessoa, na vida de uma das inúmeras mulheres ‘santas’ de nossa Igreja, mas quero observar quais os pontos que as levaram a viver uma vida de ‘santidade’ diante de Deus  e depois diante da Igreja puderam  receber o título que as distinguiu de todas as demais pessoas.
Temos muitas mulheres santas em nossa Igreja, que se entregaram a Deus no celibato, em uma ordem religiosa e assim dia após dia cumpriram com fidelidade o chamado a que foram eleitas, obedecendo às regras de oração, sacramentos e vida fraterna.
Mas há também mulheres casadas que receberam o mesmo título de ‘santas’, foram mulheres de Deus que vivendo o sacramento do matrimônio o viveram como exemplo a ser seguido, e mais, conseguiram viver dentro do matrimônio uma vida intensa de oração, de serviço, de sacramentos. Estas são, para nós mulheres que hoje vivemos no meio da sociedade atual um exemplo a ser seguido. Todos são agraciados no batismo, sendo o primeiro sacramento que a Santa mãe Igreja nos dá, e por ele, pelo batismo recebemos o Espírito Santo e assim, temos tudo que necessitamos para sermos ‘santos’ como nos pede o Pai.
Dificilmente se chegará à santidade sem vida de oração. Todos são chamados a viver esta dimensão. Mas nós mulheres temos em nós, como parte do nosso ser, no nosso íntimo a graça de sermos intercessoras, pois a graça da maternidade nos capacitou dessa maneira. Sejamos mães biológicas ou não, está em nós esse dom, da maternidade e conseqüentemente, de intercessão. Temos de priorizar em nossa vida a oração, o sacramento, leituras que nos formem e auxiliem na educação de nossos filhos e na defesa dos valores da vida e do servir, leituras que a Igreja nos traga. Pois precisamos viver a religião mais do que nunca e levar nossos filhos a conhecê-la profundamente.
O mundo tem colocado um distanciamento muito grande entre as mulheres e seus verdadeiros valores, temos nos confundido e muitas vezes temos nos perdido no caminho como mãe, como esposa, como mulher. Hoje se valoriza grandemente a vaidade exagerada, pois devemos nos cuidar e nos embelezar para nossos maridos, mas há tanto exagero e tendências que nos perdemos e gastamos demais com coisas supérfluas e assim nosso exemplo afeta a vida de nossos filhos, pois nosso testemunho acaba sendo de que só se está ‘bom’ tendo e possuindo itens ‘bons e caros’.  Quantos desvios no caminho. Precisamos rever nossa conduta como exemplo a serem seguidos pelos filhos e mais próximos. Quais valores são mais importantes para nós e nossa família? Chegaremos à santidade esperada por Deus? Pois Ele nos quer verdadeiramente felizes.
Quero lembrar o testemunho de santa Gianna Beretta Molla, da Itália, atualíssima; médica, casada, que ao receber a notícia de que deveria abortar seu bebê, pois se levasse a gravidez adiante, os riscos seriam seríssimos, ela poderia morrer; ela escolheu ter o bebê e dar sua vida por ele. Mulher moderna sim, profissional, mas não hesitou diante dos valores cristãos. Com certeza tinha vida de oração e sacramentos, pois do contrário não teria escolhido dar sua vida pela vida do bebê, do seu filho.
Com certeza tinha vida simples, sem exageros e consumismo, pois as pessoas que escolhem viver dessa forma não conseguem preservar valores santificantes, que exigem renúncias, simplicidade e humildade.
Peço a graça, que nesse momento o Espírito Santo reacenda a chama da conversão em nossos corações, e que determinadas possamos iniciar uma vida de santidade.
Busquemos ter um tempo reservado para estar com o Sagrado Amor, que é Deus Pai, Filho pelo Espírito Santo, para nos tornarmos uma com Ele. Busquemos uma profunda confissão e vida de sacramentos. E busquemos nos formar pelo Catecismo e documentos da Igreja, e principalmente nos corrigir em tudo o que nos deixa cada vez mais egoístas, buscando a graça do serviço e doação aos mais amados e ao próximo que também é nosso irmão. Conquistemos virtudes e dons para oferecermos ao Pai, em Cristo Jesus. Amém!

Domingo, 27/10/2013 - Evanilde Angolini – Oblata Corpus Christi
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