Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/02/2019

“Queridos filhos,

O AMOR e a BONDADE do PAI CELESTIAL os dá revelações que fazem com que a fé em vocês cresça e se compreenda, e os traga paz, segurança e esperança.

Assim também eu, filhos MEUS, por meio do AMOR MISERICORDIOSO do PAI CELESTIAL sempre e novamente os mostro a estrada em direção ao MEU FILHO, em direção à SALVAÇÃO ETERNA. Mas, infelizmente, muitos dos MEUS filhos não querem me escutar, e muitos dos MEUS filhos duvidam.

Mas EU, EU sempre e em todos os tempos, louvei o SENHOR por tudo aquilo que ELE fez em MIM e por meio de MIM. MEU FILHO se dá a vocês, divide o pão com vocês, os dá palavras de VIDA ETERNA, a fim que EU as leve a todos. Vocês, filhos MEUS, apóstolos do MEU AMOR, do que vocês tem medo quando MEU FILHO está com vocês ?

Ofereçam-LHE as suas almas, a fim de que ELE possa morar nelas, e possa fazer de vocês instrumentos da FÉ e instrumentos do AMOR.

Filhos MEUS, vivam o EVANGELHO, vivam o AMOR MISERICORDIOSO ao próximo, e, acima de tudo, vivam o AMOR ao PAI CELESTIAL. Filhos MEUS, vocês não estão juntos por acaso, o PAI CELESTIAL não une ninguém por acaso. O MEU FILHO fala às suas ALMAS e eu faço aos seus CORAÇÕES.

Como MÃE, EU digo a vocês: caminhem COMIGO, amem-se uns aos outros, testemunhem. Não tenham medo, com o seu exemplo, de defender a VIDA, a PALAVRA DE DEUS que é ETERNA e que não muda nunca. Filhos MEUS, quem trabalha na LUZ DO AMOR MISERICORDIOSO e na VERDADE é sempre ajudado pelo CÉU e nunca está sozinho.

Apóstolos do MEU AMOR, que vocês sejam reconhecidos, sempre, entre todos os outros, pelo seu escondimento, pelo seu amor e pela sua serenidade. EU estou com vocês. Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Cientistas espanhóis criam pela primeira vez pele artificial do cordão umbilical

Cientistas espanhóis, pertencentes ao grupo de pesquisa de engenharia tissular do departamento de Histologia da Universidade de Granada (UGR), conseguiram construir pele artificial pela primeira vez a partir de células-tronco procedentes do cordão umbilical.
Seu trabalho, que publica a prestigiosa revista 'Stem cells translational medicine', demonstra a capacidade que têm as células-tronco mesenquimais da gelatina de Wharton do cordão umbilical para diferenciar-se em células epiteliais e constituir epitélios de revestimento de pele e de mucosa oral.
Para construir a pele artificial, os pesquisadores utilizaram, além deste novo tipo de epitélio de revestimento, um biomaterial de agarose-fibrina previamente desenhado e desenvolvido pelo grupo granadino.
A pesquisa foi realizada nos laboratórios da Faculdade de Medicina e na Unidade Experimental do Hospital Universitário Virgen de las Nieves do Complexo Hospitalar de Granada, informa a UGR.
Estudos prévios deste mesmo grupo de pesquisa, que foram já premiados no Congresso Mundial de Engenharia Tissular celebrado faz uns meses em Seul, sugeriam já a possibilidade de que as células de Wharton do cordão umbilical, pudessem converter-se em células epiteliais.
O presente trabalho é a confirmação desses estudos iniciais e sua aplicação a duas estruturas de revestimento, a pele e a mucosa oral, cada vez mais demandadas para reparar as lesões existentes nessas localizações corporais.
Uso imediato
Um dos problemas que apresentam na atualidade os grandes queimados é que, para aplicar os atuais modelos de pele artificial, é necessário esperar várias semanas para poder fabricá-la a partir dos restos de pele sã do próprio paciente.
"A criação deste novo modelo de pele com células do cordão umbilical, que poderia estar conservada e disponível nos bancos de tecidos, permitiria o possível uso imediato da mesma, uma vez produzidas as lesões, o que adiantaria várias semanas a aplicação de uma pele artificial", explica Antônio Campos, catedrático de Histologia da Universidade de Granada e um dos autores deste trabalho.
No trabalho, além dos pesquisadores do grupo de engenharia tissular do departamento de Histologia da Universidade de Granada (Ingrid, Garzón, Miguel González Andrades, Mª Carmen Sánchez Quevedo, Miguel Alaminos e Antonio Campos), colaboraram pesquisadores do Departamento de Biologia Celular da Universidade de Granada (Ramón Carmona), da Universidade de Valência (Carmen Carda) e da Universidade de Florianópolis do Brasil (Juliano Miyake).

GRANADA, 30 Out. 13 - ACI/Europa Press  
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