Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/12/2017

“Queridos filhos, Me dirijo a vocês como sua Mãe, a Mãe dos justos, a Mãe daqueles que amam e sofrem, a Mãe dos santos.

Filhos Meus, também vocês podem ser santos: depende de vocês. Santos são aqueles que amam imensamente o Pai Celestial, aqueles que O amam acima de tudo.

Por isso, filhos Meus, procurem ser sempre melhores. Se procuraram ser bons, podem ser santos, também se não pensam isto de vocês. Se vocês pensam ser bons, não são humildes e a soberba os distancia da santidade.

Neste mundo inquieto, cheio de ameaças, as suas mãos, apóstolos do Meu amor, devem estar estendidas em oração e em misericórdia. Para mim, filhos Meus, presenteiem o Rosário, as rosas que tanto amo!

As Minhas rosas são as suas orações feitas com o coração e não somente recitadas com os lábios. As minhas rosas são as suas obras de oração, de fé e de amor.

Quando era pequeno, Meu Filho me dizia que os Meus filhos seriam numerosos e que me trariam muitas rosas.

Eu não compreendia, agora sei que vocês são aqueles filhos, que trazem rosas quando amam o Meu Filho acima de tudo, quando rezam com o coração, que ajudam os mais pobres. Estas são as Minhas rosas!

Esta é a fé, que faz que tudo na vida se faça por amor; que não conhece a soberba; que perdoa sempre prontamente, sem nunca julgar e procurando sempre compreender o próprio irmão.

Por isso, apóstolos do Meu amor, rezem por aqueles que não sabem amar, por aqueles que não os amam, por aqueles que os fizeram mal, por aqueles que não conheceram o Amor de Meu Filho. Filhos Meus, os peço isto para que lembrem que rezar significa amar e perdoar. Obrigada !”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Cientistas espanhóis criam pela primeira vez pele artificial do cordão umbilical

Cientistas espanhóis, pertencentes ao grupo de pesquisa de engenharia tissular do departamento de Histologia da Universidade de Granada (UGR), conseguiram construir pele artificial pela primeira vez a partir de células-tronco procedentes do cordão umbilical.
Seu trabalho, que publica a prestigiosa revista 'Stem cells translational medicine', demonstra a capacidade que têm as células-tronco mesenquimais da gelatina de Wharton do cordão umbilical para diferenciar-se em células epiteliais e constituir epitélios de revestimento de pele e de mucosa oral.
Para construir a pele artificial, os pesquisadores utilizaram, além deste novo tipo de epitélio de revestimento, um biomaterial de agarose-fibrina previamente desenhado e desenvolvido pelo grupo granadino.
A pesquisa foi realizada nos laboratórios da Faculdade de Medicina e na Unidade Experimental do Hospital Universitário Virgen de las Nieves do Complexo Hospitalar de Granada, informa a UGR.
Estudos prévios deste mesmo grupo de pesquisa, que foram já premiados no Congresso Mundial de Engenharia Tissular celebrado faz uns meses em Seul, sugeriam já a possibilidade de que as células de Wharton do cordão umbilical, pudessem converter-se em células epiteliais.
O presente trabalho é a confirmação desses estudos iniciais e sua aplicação a duas estruturas de revestimento, a pele e a mucosa oral, cada vez mais demandadas para reparar as lesões existentes nessas localizações corporais.
Uso imediato
Um dos problemas que apresentam na atualidade os grandes queimados é que, para aplicar os atuais modelos de pele artificial, é necessário esperar várias semanas para poder fabricá-la a partir dos restos de pele sã do próprio paciente.
"A criação deste novo modelo de pele com células do cordão umbilical, que poderia estar conservada e disponível nos bancos de tecidos, permitiria o possível uso imediato da mesma, uma vez produzidas as lesões, o que adiantaria várias semanas a aplicação de uma pele artificial", explica Antônio Campos, catedrático de Histologia da Universidade de Granada e um dos autores deste trabalho.
No trabalho, além dos pesquisadores do grupo de engenharia tissular do departamento de Histologia da Universidade de Granada (Ingrid, Garzón, Miguel González Andrades, Mª Carmen Sánchez Quevedo, Miguel Alaminos e Antonio Campos), colaboraram pesquisadores do Departamento de Biologia Celular da Universidade de Granada (Ramón Carmona), da Universidade de Valência (Carmen Carda) e da Universidade de Florianópolis do Brasil (Juliano Miyake).

GRANADA, 30 Out. 13 - ACI/Europa Press  
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