Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/02/2018

Queridos filhos !

Vocês a quem o MEU FILHO ama, vocês a quem EU amo imensamente com o MEU AMOR MATERNO, não permitam que o egoísmo e o amar muito a si mesmo reinem no mundo. Não permitam que o amor e a bondade fiquem escondidos. Vocês que são amados, vocês que conheceram o AMOR do MEU FILHO, lembrem-se que ser amado significa amar. Filhos MEUS, tenham fé: quando vocês tem fé, vocês são felizes e difundem a paz. As suas almas exultam de alegria. Nestas almas está o MEU FILHO: quando se doam pela fé, quando se doam pelo amor, quando fazem o bem ao próximo, o MEU FILHO sorri em suas almas. Apóstolos do MEU AMOR, ME dirijo a vocês como MÃE, os reúno em torno de MIM porque desejo conduzí-los no caminho do AMOR e da FÉ, no caminho que leva até a LUZ DO MUNDO. EU estou aqui pelo AMOR e pela FÈ; porque desejo abençoá-los, porque EU desejo, com a MINHA BENÇÂO MATERNA, dar a vocês força e esperança no seu caminho. Porque a estrada que conduz ao MEU FILHO não é fácil, é cheia de renúncias, de dar-se, do sacrifício, do perdão e muito, muito amor mas este caminho conduz à paz e à alegria. Filhos MEUS, não acreditem nas vozes falsas que falam de coisas falsas e de luzes falsas: vocês, filhos MEUS, voltem para a SAGRADA ESCRITURA. Com imenso amor EU os vejo e, PELA GRAÇA DE DEUS, EU ME MANIFESTO A VOCÊS. Filhos Meus, caminham COMIGO. Que as almas de vocês exultem de alegria.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

CATOLICISMO CIBERNÉTICO

Desde que a internet surgiu comercialmente e se espalhou pelo mundo todo, ao longo da década de 1990, a Igreja Católica, em suas diferentes e complementares realidades, não perdeu tempo. O documento “A comunicação na vida e missão da Igreja no Brasil”, diz “que na acelerada transformação tecnológica em marcha e no cenário da rápida evolução que se registra no campo informático e da comunicação, um lugar de crescente relevância é a internet e, mais amplamente, o espaço virtual”.
Continua o documento, trazendo a ideia de convergência de linguagens, “a internet é um pouco rádio, um pouco televisão, um pouco jornal, um pouco correio expresso; é um híbrido a ser explorado com cuidado e eficiência. O estaco virtual constitui um campo amplo, aberto, de contornos ainda indistintos, impossível de se reduzir a um só componente. Diversas formas de integração entre essas técnicas e as mídias tradicionais (telefone, cinema, televisão, livros, jornais) já estão em andamento. Os desenvolvimentos possíveis são extraordinários”.
Veículos de comunicação católicos, movimentos eclesiásticos, ordens religiosas, paróquias e, finalmente, até mesmo fiéis católicos espontaneamente se lançaram no novo universo digital que se abria aos seus olhos e começaram a desbravar conteúdos. Explica o documento A comunicação na vida e missão da Igreja no Brasil que “somos convidados a não hesitar em utilizar a “rede das redes” na evangelização. É possível recriar um contexto virtual de formação e evangelização análogo ao real, sem pretensão alguma de substituir a relação interpessoal ou a dimensão sacramental da fé, sem preconceitos, nem excessos de entusiasmos”.
No início, as páginas desses sites imitavam o padrão estético da época. Assim, páginas com papel de parede ao fundo e uma miscelânea de fontes diferentes espalhadas e meio soltas pela tela davam cara para as primeiras home pages destinadas ao público católico brasileiro. O internauta desavisado logo aprendia que as palavras sublinhadas e pintadas de azul eram links, o restante era somente texto.
Com a chegada do novo milênio, consolidou-se, ao poucos, um novo padrão de organização da informação on-line e os sites católicos começaram a ser redesenhados. O surgimento de menu laterais ou superiores conferiram um norte mais claro à navegação, mas a banda, ainda muito lenta da internet discada, não dava muitas opções. Nada que fosse um empecilho para a difusão da palavra em textos, imagens e apresentação de slides.
Alguns sites se tornaram úteis painéis de informação sobre eventos da comunidade, da paróquia e da diocese. Além disso, colocou o fiel em contato mais próximo com o que acontecia no Vaticano e na outras comunidades católicas de todo o mundo. O excelente serviço prestado por esses pioneiros do catolicismo cibernético só não foi mais bem aproveitado porque o acesso à rede no País ainda engatinhava e nem todos tinham um PC em suas casas.
As novas tecnologias da comunicação são amplamente difundidas, interativas e adaptáveis às mais variadas necessidades. Os jovens, de maneira especial, completa o documento “podem dar uma contribuição preciosa à utilização pastoral das novas tecnologias. Se usado de modo dinâmico constantemente  atualizado, o site da paróquia, por exemplo, pode revelar-se um instrumento precioso para a evangelização, o conhecimento das atividades da paróquia, o crescimento da comunicação e da comunhão na própria comunidade”.
Poucos anos depois, as condições de acesso e de serviço deram um salto no País. Então já era possível postar vídeos, compartilhar conteúdos nas redes sociais e estabelecer uma dinâmica de comunicação muito mais complexa e bem articulada entre os usuários da internet. Sites mais ágeis e de qualidade muito superior aos de 10 ou 15 anos atrás passaram a ser ferramentas fundamentais da difusão do modo de vida cristão.
A web então extrapolou os limites da tela do monitor e chegou aos dispositivos móveis, como celulares e tablets. Novamente os cristãos têm mostrado sua vontade e sua determinação em fazer a mensagem evangélica chegar aos pontos mais distantes e nas mais diversas plataformas. Editoras e revistas católicas mergulharam no desafio de produzir conteúdo para esses novos formatos. Com isso, momentos importantes da Igreja, como a Jornada Mundial da Juventude, alcançam uma difusão sem precedentes na história.

A mensagem do papa Bento XVI para o 47º Dia Mundial das Comunicações vem confirmar e reforçar a necessidade de se estar presente no “continente digital” com o tema Redes sociais: portais de verdade e de fé; novos espaços de evangelização.

Por Eraldo de Oliveira – Publicado em 05/06/2013, Revista Cidade Nova
Postado em 06/10/2013
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