Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2018

Queridos filhos,

As Minhas palavras são simples, mas repletas de amor materno e de preocupação. Filhos MEUS, sobre vocês se alargam sempre mais as sombras das trevas e do engano, Eu os chamo em direção a luz e a verdade, Eu os chamo na direção de Meu Filho. Somente Ele pode converter o desespero e a dor em paz e serenidade, somente ELE pode dar esperança nas dores mais profundas. O MEU FILHO é a VIDA do mundo, e quanto mais O conhecerem, mais se aproximarão DELE e mais O amarão porque o MEU FILHO é AMOR e o AMOR muda tudo.

ELE torna maravilhoso também aquilo que sem amor pareça para vocês insignificante. Por isso novamente os digo que vocês devem amar muito se desejarem crescer espiritualmente. EU sei, apóstolos do MEU AMOR, que não sempre fácil, porém, filhos MEUS, também as estradas dolorosas são caminhos que levam ao crescimento espiritual, à fé e ao MEU FILHO.

Filhos MEUS, rezem, pensem em MEU FILHO durante todos os momentos do dia, elevem as suas almas até ELE e EU recolherei as suas orações como flores do jardim mais belo e as darei de presente ao MEU FILHO.

Sejam realmente apóstolos do MEU AMOR, deem a todos o AMOR de MEU FILHO, sejam jardins com as flores mais belas.

Com a oração ajudem os seu sacerdotes para que possam ser pais espirituais cheios de amor para todos os homens.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Bispos esperam que governo de portugal explique novos cortes nas pensões

O Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) manifestou na terça-feira, 8, em Fátima a sua “preocupação” perante o anúncio dos cortes nas pensões de sobrevivência, pedindo ao Governo que explique a medida aos cidadãos.
“Os bispos veem com grande preocupação o possível corte nas pensões de sobrevivência e de viuvez. A primeira coisa que esperam é que o Governo possa esclarecer convenientemente o que vai acontecer e de que se trata”, disse o porta-voz da CEP, Padre Manuel Morujão, em coletiva de imprensa.
O organismo episcopal esteve reunido pela manhã e no final do encontro o seu secretário recordou a necessidade de ter atenção ao “povo comum” que “está envolvido nos possíveis cortes”.
O ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social confirmou no domingo o corte em 2014.
"É fundamental que quem nos governa possa dar orientações claras, transparentes, e que criem uma onda de solidariedade", assinalou o porta-voz do episcopado católico.
O Padre Manuel Morujão referiu-se ainda à “grande ansiedade” que diz sentir nas Instituições de Solidariedade, muitas delas ligadas à Igreja Católica, em particular as que servem os mais idosos.
“Confiamos que tudo seja esclarecido e que haja solidariedade para com as franjas já mais pobres da nossa sociedade. É esse esforço que esperamos dos nossos governantes, para que os pobres não fiquem mais pobres”, acrescentou o padre Manuel Morujão.

Fátima, 10/10/2013 -Agência Ecclesia, Rádio Vaticano 
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