Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Bispos esperam que governo de portugal explique novos cortes nas pensões

O Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) manifestou na terça-feira, 8, em Fátima a sua “preocupação” perante o anúncio dos cortes nas pensões de sobrevivência, pedindo ao Governo que explique a medida aos cidadãos.
“Os bispos veem com grande preocupação o possível corte nas pensões de sobrevivência e de viuvez. A primeira coisa que esperam é que o Governo possa esclarecer convenientemente o que vai acontecer e de que se trata”, disse o porta-voz da CEP, Padre Manuel Morujão, em coletiva de imprensa.
O organismo episcopal esteve reunido pela manhã e no final do encontro o seu secretário recordou a necessidade de ter atenção ao “povo comum” que “está envolvido nos possíveis cortes”.
O ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social confirmou no domingo o corte em 2014.
"É fundamental que quem nos governa possa dar orientações claras, transparentes, e que criem uma onda de solidariedade", assinalou o porta-voz do episcopado católico.
O Padre Manuel Morujão referiu-se ainda à “grande ansiedade” que diz sentir nas Instituições de Solidariedade, muitas delas ligadas à Igreja Católica, em particular as que servem os mais idosos.
“Confiamos que tudo seja esclarecido e que haja solidariedade para com as franjas já mais pobres da nossa sociedade. É esse esforço que esperamos dos nossos governantes, para que os pobres não fiquem mais pobres”, acrescentou o padre Manuel Morujão.

Fátima, 10/10/2013 -Agência Ecclesia, Rádio Vaticano 
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