Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/07/2017

“Queridos filhos, os agradeço porque responderam ao Meu chamado e porque se reuniram em torno de Mim, em torno da Sua Mãe Celestial. Eu sei que pensam em Mim com amor e esperança. Eu sinto o amor de cada um de vocês, como também a sede do Meu Amadíssimo Filho, que por meio do Seu Amor Misericordioso, sempre e novamente Me envia até vocês. Ele que era homem e Deus Uno e Trino. Ele que por causa de vocês sofreu com o corpo e com a alma. Ele que se fez pão para dar pão às suas almas, para poder salvá-las.

Meus filhos, os ensino como serem dignos do Seu Amor, para poderem dirigir os seus pensamentos a Ele, para poderem viver o Meu Filho. Apóstolos do Meu Amor, os envolvo com o Meu Manto porque como Mãe desejo salvá-los.

Os peço: rezem pelo mundo inteiro. O Meu Coração sofre. Os pecados se multiplicam, são muitos. Mas com a ajuda de vocês, vocês que são humildes, cheios de amor, escondidos e santos, o Meu Coração triunfará. Amem o Meu Filho acima de tudo, e o mundo inteiro por meio Dele.

Não esqueçam nunca que cada irmão seu leva em si algo de precioso: a alma. Por isso, Meus filhos, amem a todos aqueles que não conhecem o Meu Filho, para que por meio da oração e do amor que vem da oração, eles possam tornarem-se melhores, a fim de que a bondade neles possa vencer, para poder salvarem as almas e terem a Vida Eterna.

Meus Apóstolos, Meus filhos, o Meu Filho pediu que amassem uns aos outros; que isto esteja escrito em seus corações e com a oração comecem a viver este amor.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Bispos africanos: "A tragédia de Lampedusa também é uma responsabilidade africana"

O Simpósio das Conferências Episcopais da África e Madagascar emitiu um comunicado no qual pediu a Europa tratar os imigrantes "com maior compaixão", mas assinalou que esta onda migratória, que muitas vezes termina em tragédia, é também responsabilidade dos governos africanos que devem melhorar a qualidade de vida dos seus cidadãos.
"A falta de liberdade e a busca de melhores condições de vida estão na base de tragédias como a ocorrida em 3 de outubro perto da ilha italiana de Lampedusa", onde o naufrágio de um navio cheio de imigrantes procedentes do Corno da África produziu a morte de aproximadamente 360 pessoas, assinalou o comunicado.
No texto difundido pela agência Fides, os bispos assinalaram que este fluxo migratório se deve "às condições políticas e econômicas graves" que as pessoas enfrentam em seus países de origem, como são os casos da Somália e Eritreia, de onde provém a maioria das pessoas envolvidas na tragédia de Lampedusa.
"No caso da Somália, as tropas Al Shabaab aterrorizam a população desde 1994. Esta longa guerra causou graves problemas sociais e econômicos. A situação política na Eritreia levou a muitos destes imigrantes a fugirem de seu país. Não há forma de liberdade, não há liberdade de imprensa, não há liberdade de religião e de nenhum direito de reunião. Estas pessoas afirmam que tentam dar sentido a suas vidas", denunciaram os bispos.
Recordando a Carta Pastoral dos Bispos da África, "Governo, bem comum e transição democrática na África", continua o comunicado, "o drama da imigração, com um número crescente de jovens que arriscam as suas vidas para abandonar a África, reflete a profundidade do mal-estar de um continente onde há fortes resistências para assegurar ao seu povo o trabalho, a educação e a saúde".
Os bispos indicaram que "depois de mais de 50 anos de independência, África continua lutando com a violência sem fim, os grupos armados ilegais continuam ameaçando a segurança da população e seus bens, que a sua vez conduz à fuga das pessoas, como no caso do incidente de Lampedusa".
Por isso, os prelados culminam exortando à responsabilidade das instituições africanas para que atuem e coordenem as políticas para o controle dos fluxos migratórios e fundamentalmente iniciem um processo de melhora das condições de vida de seus estados. Também se deve exigir a Europa que revise sua legislação sobre imigração e trate a "estes imigrantes com maior compaixão", finaliza o documento.

ROMA, 30 Out. 13 - ACI/EWTN Noticias
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