Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/12/2017

“Queridos filhos, Me dirijo a vocês como sua Mãe, a Mãe dos justos, a Mãe daqueles que amam e sofrem, a Mãe dos santos.

Filhos Meus, também vocês podem ser santos: depende de vocês. Santos são aqueles que amam imensamente o Pai Celestial, aqueles que O amam acima de tudo.

Por isso, filhos Meus, procurem ser sempre melhores. Se procuraram ser bons, podem ser santos, também se não pensam isto de vocês. Se vocês pensam ser bons, não são humildes e a soberba os distancia da santidade.

Neste mundo inquieto, cheio de ameaças, as suas mãos, apóstolos do Meu amor, devem estar estendidas em oração e em misericórdia. Para mim, filhos Meus, presenteiem o Rosário, as rosas que tanto amo!

As Minhas rosas são as suas orações feitas com o coração e não somente recitadas com os lábios. As minhas rosas são as suas obras de oração, de fé e de amor.

Quando era pequeno, Meu Filho me dizia que os Meus filhos seriam numerosos e que me trariam muitas rosas.

Eu não compreendia, agora sei que vocês são aqueles filhos, que trazem rosas quando amam o Meu Filho acima de tudo, quando rezam com o coração, que ajudam os mais pobres. Estas são as Minhas rosas!

Esta é a fé, que faz que tudo na vida se faça por amor; que não conhece a soberba; que perdoa sempre prontamente, sem nunca julgar e procurando sempre compreender o próprio irmão.

Por isso, apóstolos do Meu amor, rezem por aqueles que não sabem amar, por aqueles que não os amam, por aqueles que os fizeram mal, por aqueles que não conheceram o Amor de Meu Filho. Filhos Meus, os peço isto para que lembrem que rezar significa amar e perdoar. Obrigada !”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Bispos africanos: "A tragédia de Lampedusa também é uma responsabilidade africana"

O Simpósio das Conferências Episcopais da África e Madagascar emitiu um comunicado no qual pediu a Europa tratar os imigrantes "com maior compaixão", mas assinalou que esta onda migratória, que muitas vezes termina em tragédia, é também responsabilidade dos governos africanos que devem melhorar a qualidade de vida dos seus cidadãos.
"A falta de liberdade e a busca de melhores condições de vida estão na base de tragédias como a ocorrida em 3 de outubro perto da ilha italiana de Lampedusa", onde o naufrágio de um navio cheio de imigrantes procedentes do Corno da África produziu a morte de aproximadamente 360 pessoas, assinalou o comunicado.
No texto difundido pela agência Fides, os bispos assinalaram que este fluxo migratório se deve "às condições políticas e econômicas graves" que as pessoas enfrentam em seus países de origem, como são os casos da Somália e Eritreia, de onde provém a maioria das pessoas envolvidas na tragédia de Lampedusa.
"No caso da Somália, as tropas Al Shabaab aterrorizam a população desde 1994. Esta longa guerra causou graves problemas sociais e econômicos. A situação política na Eritreia levou a muitos destes imigrantes a fugirem de seu país. Não há forma de liberdade, não há liberdade de imprensa, não há liberdade de religião e de nenhum direito de reunião. Estas pessoas afirmam que tentam dar sentido a suas vidas", denunciaram os bispos.
Recordando a Carta Pastoral dos Bispos da África, "Governo, bem comum e transição democrática na África", continua o comunicado, "o drama da imigração, com um número crescente de jovens que arriscam as suas vidas para abandonar a África, reflete a profundidade do mal-estar de um continente onde há fortes resistências para assegurar ao seu povo o trabalho, a educação e a saúde".
Os bispos indicaram que "depois de mais de 50 anos de independência, África continua lutando com a violência sem fim, os grupos armados ilegais continuam ameaçando a segurança da população e seus bens, que a sua vez conduz à fuga das pessoas, como no caso do incidente de Lampedusa".
Por isso, os prelados culminam exortando à responsabilidade das instituições africanas para que atuem e coordenem as políticas para o controle dos fluxos migratórios e fundamentalmente iniciem um processo de melhora das condições de vida de seus estados. Também se deve exigir a Europa que revise sua legislação sobre imigração e trate a "estes imigrantes com maior compaixão", finaliza o documento.

ROMA, 30 Out. 13 - ACI/EWTN Noticias
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