Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/08/2018

“Queridos filhos,

Com amor materno os convido a abrirem os seus corações à paz, a abrirem os seus corações ao MEU FILHO, a cantar em seus corações o amor ao MEU FILHO, porque somente através deste amor chega a paz da alma.

Filhos MEUS, EU sei que vocês tem a bondade, sei que vocês tem o amor, o amor misericordioso. Mas, muitos dos MEUS filhos ainda tem os corações fechados, pensam que podem agir sem colocar os seus pensamentos ao PAI CELESTIAL que ilumina, diante do MEU FILHO que está sempre e novamente com vocês na EUCARISTIA e que deseja ouvi-los.

Filhos Meus, porque não falam para eles ? A vida de cada um de vocês é importante e preciosa porque é um dom do PAI CELESTIAL para a ETERNIDADE, por isso nunca se esqueçam de agradecê-LO e falar com ELE.

Eu sei, filhos MEUS, que para vocês é desconhecido aquilo que virá depois, porém quando chegar o “depois” de vocês, terão todas as respostas. O MEU amor materno deseja que vocês estejam prontos.

Filhos MEUS, com a vida de vocês coloquem sentimentos bons nos corações das pessoas que vocês encontrarem, sentimentos de paz, de bondade, de amor e de perdão. Através da oração escutem o que lhes diz o MEU FILHO e assim o façam.

Novamente os convido a rezarem pelos seus sacerdotes, por aqueles a quem o MEU FILHO chamou; lembrem-se que eles tem necessidade de orações e de amor.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Arcebispo Chullikatt contra Comitê ONU para os direitos das crianças: não respeita Convenção sobre a infância

"Deve ser garantido a toda criança, em primeiro lugar, o direito de nascer." E o Estado tem o "dever de adotar medidas concretas para auxiliar os pais no papel de crescer seus filhos", "em condições de liberdade e dignidade".
Foi o que reiterou o observador permanente da Santa Sé na ONU, Dom Francis Chullikatt, no Comitê sobre a promoção e proteção dos direitos das crianças, reunido no âmbito da Assembleia Geral das Nações Unidas, em andamento em Nova York.
"Sem a vida, todos os outros direitos são desprovidos de significado." Dom Chullikatt evidenciou o fato de o Comitê ter alterado o texto da Convenção da ONU sobre os direitos das crianças, expressando pareceres próprios, que não têm a força jurisdicional.
Em primeiro lugar, declarou o representante da Santa Sé, "o feto é um membro da nossa família humana e não pertence a nenhuma subcategoria de seres humanos", como indica o preâmbulo da própria Convenção em relação aos direitos da criança "antes e depois do nascimento".
Consequentemente, "deve ser garantido a toda criança, em primeiro lugar, o direito de nascer", "sem nenhuma discriminação", incluído "o sexo, ou a deficiência ou políticas ditadas pela eugenética". Portanto, o diagnóstico pré-natal "para decidir se a criança poderá nascer é incompatível com a Convenção".
O arcebispo exortou os Estados a "darem passos concretos para auxiliar os pais no papel de crescer seus filhos", a fim de que "a toda criança sejam dadas oportunidades e meios" – prescreve a Convenção – "para permitir-lhe que se desenvolva fisicamente, moralmente e socialmente de modo sadio e normal e em condições de liberdade e dignidade".
Trata-se de um papel insubstituível da família para proteger as crianças, reivindicou o representante vaticano, ressaltando que "pobreza, desemprego, doença, dificuldade de ter acesso aos serviços sociais por causa de discriminações e exclusão" podem influenciar "a capacidade dos pais de cuidar de seus filhos" e, desse modo, também "distúrbios mentais e de comportamento, conflitos, toxicomania e violências domésticas" podem debilitar "a capacidade das famílias de oferecer um ambiente harmonioso e seguro".
Portanto, é preciso defender a responsabilidade da família e a autonomia dos pais no crescimento dos filhos para defender os direitos das crianças.
O Arcebispo Chullikatt contestou ainda, por parte do Comitê, a promoção do aborto como método de planejamento familiar e o fato de oferecer informações ou serviços de saúde sexual e reprodutiva sem levar em consideração as objeções de consciência dos agentes de saúde.
"Nenhum aborto jamais é seguro porque elimina a vida da criança e prejudica a mãe", enfatizou. Daí, a exortação à comunidade internacional a defender os claros princípios de uma das Convenções mais ratificadas sobre os direitos da criança e, no entanto, tão desconsiderada. 


Cidade do Vaticano, 22/10/2013 - news.va
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