Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/02/2018

Queridos filhos !

Vocês a quem o MEU FILHO ama, vocês a quem EU amo imensamente com o MEU AMOR MATERNO, não permitam que o egoísmo e o amar muito a si mesmo reinem no mundo. Não permitam que o amor e a bondade fiquem escondidos. Vocês que são amados, vocês que conheceram o AMOR do MEU FILHO, lembrem-se que ser amado significa amar. Filhos MEUS, tenham fé: quando vocês tem fé, vocês são felizes e difundem a paz. As suas almas exultam de alegria. Nestas almas está o MEU FILHO: quando se doam pela fé, quando se doam pelo amor, quando fazem o bem ao próximo, o MEU FILHO sorri em suas almas. Apóstolos do MEU AMOR, ME dirijo a vocês como MÃE, os reúno em torno de MIM porque desejo conduzí-los no caminho do AMOR e da FÉ, no caminho que leva até a LUZ DO MUNDO. EU estou aqui pelo AMOR e pela FÈ; porque desejo abençoá-los, porque EU desejo, com a MINHA BENÇÂO MATERNA, dar a vocês força e esperança no seu caminho. Porque a estrada que conduz ao MEU FILHO não é fácil, é cheia de renúncias, de dar-se, do sacrifício, do perdão e muito, muito amor mas este caminho conduz à paz e à alegria. Filhos MEUS, não acreditem nas vozes falsas que falam de coisas falsas e de luzes falsas: vocês, filhos MEUS, voltem para a SAGRADA ESCRITURA. Com imenso amor EU os vejo e, PELA GRAÇA DE DEUS, EU ME MANIFESTO A VOCÊS. Filhos Meus, caminham COMIGO. Que as almas de vocês exultem de alegria.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Arcebispo Chullikatt contra Comitê ONU para os direitos das crianças: não respeita Convenção sobre a infância

"Deve ser garantido a toda criança, em primeiro lugar, o direito de nascer." E o Estado tem o "dever de adotar medidas concretas para auxiliar os pais no papel de crescer seus filhos", "em condições de liberdade e dignidade".
Foi o que reiterou o observador permanente da Santa Sé na ONU, Dom Francis Chullikatt, no Comitê sobre a promoção e proteção dos direitos das crianças, reunido no âmbito da Assembleia Geral das Nações Unidas, em andamento em Nova York.
"Sem a vida, todos os outros direitos são desprovidos de significado." Dom Chullikatt evidenciou o fato de o Comitê ter alterado o texto da Convenção da ONU sobre os direitos das crianças, expressando pareceres próprios, que não têm a força jurisdicional.
Em primeiro lugar, declarou o representante da Santa Sé, "o feto é um membro da nossa família humana e não pertence a nenhuma subcategoria de seres humanos", como indica o preâmbulo da própria Convenção em relação aos direitos da criança "antes e depois do nascimento".
Consequentemente, "deve ser garantido a toda criança, em primeiro lugar, o direito de nascer", "sem nenhuma discriminação", incluído "o sexo, ou a deficiência ou políticas ditadas pela eugenética". Portanto, o diagnóstico pré-natal "para decidir se a criança poderá nascer é incompatível com a Convenção".
O arcebispo exortou os Estados a "darem passos concretos para auxiliar os pais no papel de crescer seus filhos", a fim de que "a toda criança sejam dadas oportunidades e meios" – prescreve a Convenção – "para permitir-lhe que se desenvolva fisicamente, moralmente e socialmente de modo sadio e normal e em condições de liberdade e dignidade".
Trata-se de um papel insubstituível da família para proteger as crianças, reivindicou o representante vaticano, ressaltando que "pobreza, desemprego, doença, dificuldade de ter acesso aos serviços sociais por causa de discriminações e exclusão" podem influenciar "a capacidade dos pais de cuidar de seus filhos" e, desse modo, também "distúrbios mentais e de comportamento, conflitos, toxicomania e violências domésticas" podem debilitar "a capacidade das famílias de oferecer um ambiente harmonioso e seguro".
Portanto, é preciso defender a responsabilidade da família e a autonomia dos pais no crescimento dos filhos para defender os direitos das crianças.
O Arcebispo Chullikatt contestou ainda, por parte do Comitê, a promoção do aborto como método de planejamento familiar e o fato de oferecer informações ou serviços de saúde sexual e reprodutiva sem levar em consideração as objeções de consciência dos agentes de saúde.
"Nenhum aborto jamais é seguro porque elimina a vida da criança e prejudica a mãe", enfatizou. Daí, a exortação à comunidade internacional a defender os claros princípios de uma das Convenções mais ratificadas sobre os direitos da criança e, no entanto, tão desconsiderada. 


Cidade do Vaticano, 22/10/2013 - news.va
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