Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

“A Rep. Centro-Africana é um barril de pólvora”, afirma o Arcebispo de Bangui na ONU

“A Rep. Centro-africana é um barril de pólvora”, adverte Presidente da Conferência Episcopal, Dom Dieudonné Nzapalainga, Arcebispo de Bangui, na vigília da sua audição em 21 de outubro no Conselho para os Direitos Humanos da ONU em Genebra. 

Dom Nzapalainga foi convidado para descrever a dramática situação humanitária na qual vive a população centro-africana.

Segundo um comunicado enviado à Agência Fides pela Caritas Internazionalis, Dom Nzapalainga fez alguns pedidos à ONU: a ampliação do papel da missão de paz da União Africana na Rep. Centro-Africana (MISCA), a fim de garantir melhores condições de segurança; o início de uma missão humanitária internacional; a criação de uma comissão eleitoral independente para organizar eleições críveis; e o início de investigações sobre crimes contra a humanidade por parte da Corte Penal Internacional.

O caos que se criou com a queda do antigo regime em março deste ano, com a chegada ao poder dos rebeldes Seleka, continua a ter fortes consequências sobre a população. As vítimas mais vulneráveis são mulheres e jovens porque, afirma Dom Nzapalainga, “os casos de estupro são incalculáveis. As pessoas são mortas, as casas incendiadas e as mulheres estupradas pelos rebeldes”.

Segundo o Arcebispo, os efetivos dos rebeldes passaram de 3.500 pessoas em março a 25.000 hoje, também através do recrutamento forçado de vários menores. Os rebeldes continuam ainda a receber constantes fornecimentos de armas, enquanto os civis estão se organizando em grupos de autodefesa dotados de armas improvisadas.

“A Rep. Centro-Africana é um barril de pólvora pronto a explodir”, acrescentou o Arcebispo.

Segundo Dom Nzapalainga, atualmente a área mais atingida é Bossangoa, a 300 km ao norte, onde 200 casas foram incendiadas e 37 mil pessoas buscam refúgio na missão católica local. As condições de vida dos deslocados são dramáticas: doenças, falta de higiene e escassez de alimentos provocam a morte de 4-5 pessoas por dia.


Bangui, 22/10/2013 - Rádio Vaticano
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