Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/11/2017

“Queridos filhos, olhando vocês em torno de Mim, em torno da sua Mãe, Eu estou vendo muitas almas puras, vejo muitos dos Meus filhos que estão procurando amor e consolação, mas ninguém está oferecendo isso a eles.

Também vejo aqueles que fazem o mal, porque não têm bons exemplos, não conheceram Meu Filho, aquele bem que é silencioso, que se difunde através das almas puras, que é a força que reforça o mundo.

Existem muitos pecados, mas também muito amor. o Meu Filho Me envia, como Mãe, a mesma igual para todos, para que Eu vos ensine o Amor, para que vocês compreendam que são irmãos.

Ele deseja vos ajudar. Apóstolos do Meu Amor, é suficiente o desejo vivo da fé e do Amor, o Meu Filho o aceitará.

Mas vocês têm que ser dignos, ter boa vontade e um coração aberto. O Meu Filho entra nos corações abertos. Eu, como Mãe, desejo que vocês conheçam o melhor possível o Meu Filho, Deus, nascido de Deus, para que vocês conheçam a grandeza do Seu Amor, o qual vocês tanto precisam.

Ele aceitou os seus pecados, conseguiu a Redenção para vocês, mas em troca procura que vocês amem-se uns aos outros. O Meu Filho é Amor. Ele ama todo ser humano, sem diferença, todas as pessoas de todos os povos e nações.

Se vocês, Meus Filhos, vivessem o Amor do Meu Filho, o Seu Reinado já estaria na Terra. Por isso, Apóstolos do Meu Amor, rezem, rezem para que o Meu Filho e Seu Amor estejam mais próximos de vocês, para que vocês sejam exemplos de Amor e possam ajudar àqueles que ainda não conhecem o Meu Filho.

Nunca esqueçam que o Meu Filho, Uno e Trino, Ama. Amem e rezem pelos seus sacerdotes. Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Vaticano desmente conversa entre o Papa Francisco e Assad, mas confirma carta a Putin

O porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, desmentiu nesta manhã a notícia de que o Santo Padre teria falado com o presidente sírio, Bashar Al Assad, conforme publicado pelo jornal argentino Clarin que simplesmente citou "fontes do Vaticano”, mas confirmou o envio de uma carta ao presidente da Rússia, Vladimir Putin, por ocasião da reunião do G-20 em São Petersburgo que começa hoje ( 05/09/2013 ).

O Grupo dos 20 (G -20) é um fórum de 19 países mais a União Europeia, existente desde 1999,e agrupa o G -7 (Canadá, Alemanha, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido) mais a Rússia, G -8, e com a entrada de onze países recém- industrializados compõem o G-20.
Sobre a Síria, o papa Francisco comentou que "o encontro dos chefes de Estado e de Governo das vinte maiores economias [...] não tem a segurança internacional como principal objetivo". No entanto, continua o Santo Padre, não pode deixar de refletir sobre a situação no Oriente Médio e, particularmente, na Síria. "Infelizmente, dói ver que muitos interesses têm prevalecido desde o início do conflito sírio, impedindo uma solução que evite o massacre desnecessário que estamos presenciando".
Novamente Francisco renovou o seu apelo, desta vez aos líderes do G-20, para encontrar formas de ajudar a superar os diferentes contrastes e abandonar toda a vã pretensão de uma solução militar. Bem como " um novo compromisso para prosseguir com coragem e determinação, uma solução pacífica através do diálogo e da negociação entre as partes interessadas, com o apoio unânime da comunidade internacional. Além disso, é um dever moral de todos os governos do mundo encorajar todas as iniciativas para promover a assistência humanitária às pessoas que sofrem por causa de conflito dentro e fora do país”.
Na carta o Santo Padre recorda que "o contexto atual, altamente interdependente, requer ajuste financeiro mundial, com regras próprias,justas e claras para conseguir um mundo mais justo,que acabe com a fome,ofereça trabalho digno para todos, habitação digna e cuidados médicos necessários”.
Ele também fez referência ao compromisso da presidência do G-20 deste ano de "consolidação da reforma das organizações financeiras internacionais e da chegada a um consenso sobre padrões financeiros adaptados às circunstâncias atuais". Ele acrescentou que a economia global pode realmente se desenvolver na medida em que seja capaz de "consentir uma vida digna a todos os irmãos, desde os mais idosos até as crianças ainda no ventre materno, não apenas aos cidadãos dos membros do G-20, mas para cada pessoa na Terra, mesmo aqueles que estão em situações sociais difíceis ou em lugares mais perdidos”.

Neste ponto,fez referência aos conflitos armados, lembrando que criam"divisões profundas e deixam feridas que necessitam muitos anos para curar.". Por isso,recordou o Santo Padre "os muitos conflitos armados que ainda assolam o mundo nos mostra, a cada dia, uma dramática imagem da miséria, da fome, da doença e da morte.De fato, sem paz não há qualquer tipo de desenvolvimento econômico. A violência não leva à paz nunca , nem às condições necessárias para tal desenvolvimento”.
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