Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

repete-se o milagre de São Genaro

Fiéis se congregaram desde a madrugada de ontem na catedral de Nápoles para rezar diante da relíquia de São Genaro. Durante a missa, uma parte das pessoas que rezavam mais próximas da relíquia notou a liquefação do sangue do santo e avisou o celebrante, que fez o anúncio a toda a assembleia. Explodiu então um aplauso de alegria. Pouco depois, a missa prosseguiu com normalidade. O milagre aconteceu pela primeira vez em 1389: o sangue do mártir, guardado e visível em uma ampola dentro de uma custódia, se liquefez de repente.

Participavam da cerimônia as altezas reais da Bélgica, Alberto II e Paula, o prefeito da cidade de Nápoles, o cardeal Crescenzio Sepe, arcebispo de Nápoles, e  autoridades eclesiásticas. A poucos quilômetros da catedral, no santuário de San Gennaro alla Sofatara di Pozzuoli, repetiu-se à mesma hora o avermelhar-se da pedra manchada com o sangue do mártir, conservado na capela lateral.
São Genaro foi bispo de Benevento, no sul da Itália, no século III. Foi condenado à morte durante as perseguições contra os cristãos promovidas pelo imperador romano Diocleciano, na última onda de martírios antes da proclamação da paz de Constantino.
Os militares romanos propuseram que o bispo renegasse a fé para salvar a vida. Ele não aceitou. A tradição relata que o encerraram num forno, do qual ele saiu incólume, e, depois de ser jogado às feras junto com o diácono e com outros cristãos, elas não os atacaram, mas se lançaram aos seus pés. Os romanos decidiram então decapitá-los na Praça Vulcana.

Três vezes por ano, o sangue é exposto para veneração: no sábado que precede o primeiro domingo de maio (festa do translado de São Genaro), no dia 19 de setembro (celebração que recorda o seu martírio) e no dia 16 de dezembro (festa que o celebra como padroeiro da cidade). A crença popular considera um mau presságio que o milagre não ocorra. Uma das datas da não liquefação foi durante a Segunda Guerra Mundial.
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