Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Receberemos na vida eterna o consolo que merecemos

Evangelho do dia 29/09/2013 (Lc 16,19-31)

Naquele tempo, Jesus disse aos fariseus: “Havia um homem rico, que se vestia com roupas finas e elegantes e fazia festas esplêndidas todos os dias.
Um pobre, chamado Lázaro, cheio de feridas, estava no chão, à porta do rico. Ele queria matar a fome com as sobras que caíam da mesa do rico.
E, além disso, vinham os cachorros lamber suas feridas.
Quando o pobre morreu, os anjos levaram-no para junto de Abraão. Morreu também o rico e foi enterrado.
Na região dos mortos, no meio dos tormentos, o rico levantou os olhos e viu de longe a Abraão, com Lázaro ao seu lado.
Então gritou: ‘Pai Abraão, tem piedade de mim!
Manda Lázaro molhar a ponta do dedo para me refrescar a língua, porque sofro muito nestas chamas’.
Mas Abraão respondeu: ‘Filho, lembra-te que tu recebeste teus bens durante a vida e Lázaro, por sua vez, os males. Agora, porém, ele encontra aqui consolo e tu és atormentado. E, além disso, há um grande abismo entre nós; por mais que alguém desejasse, não poderia passar daqui para junto de vós, e nem os daí poderiam atravessar até nós’.
O rico insistiu: ‘Pai, eu te suplico, manda Lázaro à casa do meu pai, porque eu tenho cinco irmãos. Manda preveni-los, para que não venham também eles para este lugar de tormento’.
Mas Abraão respondeu: ‘Eles têm Moisés e os Profetas, que os escutem!’
O rico insistiu: ‘Não, Pai Abraão, mas se um dos mortos for até eles, certamente vão se converter’.
Mas Abraão lhe disse: ‘Se não escutam a Moisés, nem aos Profetas, eles não acreditarão, mesmo que alguém ressuscite dos mortos’”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

Algo que me chama muito a atenção neste Evangelho é que, logo que o rico morre e vai para o inferno e estando Lázaro já no Paraíso ao lado de Abraão, a primeira coisa que narra o Evangelho é que: “o rico levantou os olhos e viu de longe a Abraão, com Lázaro ao seu lado”.
Isso nos mostra que Lázaro nunca foi um anônimo ao rico. Embora o rico sempre vivesse com grande indiferença, fazendo de conta que Lázaro não existia, ele sabia muito bem quem era esse pobre. Enquanto o rico nos é revelado apenas como um homem, o pobre mendigo nos é apresentado como Lázaro.
Mesmo depois de sua morte o rico não perde sua mania de se achar o dono de tudo, o senhor de todas as coisas e também das pessoas. Ele ainda tem as atitudes de alguém que se coloca com superioridade, se coloca como o importante sobre as pessoas; mesmo estando no pior lugar que poderia estar para toda a eternidade, ele não demonstra sequer o mínimo de compreensão do respeito pelo outro, da igualdade entre os filhos de Deus. Ele continua agindo como aquele rico que se vestia com as melhores roupas, que dava banquetes esplêndidos, que tinha muitos empregados para servi-lo, muitos amigos para fazer crescer seu ego…
Enquanto Lázaro, ao lado do Pai Abraão, na mesma humildade e simplicidade de sempre está no lugar que para ele foi reservado desde sempre.
Somos chamados a nos colocar de frente com a nossa própria verdade de vida. Como estou vivendo? Onde estou colocando minha alegria? Como estou me relacionando com o outro? Com superioridade? Sou egoísta, egocêntrico? Sou ganancioso e quero tudo somente para mim?
É preciso analisar nossas posturas em todos estes sentidos, pois o erro e o mal não estão em possuir os bens ou não. Os bens são necessários para nossa sobrevivência no mundo de hoje, eles são importantes. O problema está na postura que eu estou tendo com relação a eles.
Coloco meus bens a disposição de um bem comum ou apenas procuro com todas as forças acumular bens para minha satisfação própria?
O próprio Concílio Vaticano II vai nos dizer: “De resto, todos têm o direito de ter uma parte de bens suficiente para si e suas famílias. Assim pensaram os Padres e Doutores da Igreja, ensinando que os homens têm obrigação de auxiliar os pobres e não apenas com os bens supérfluos.”
Todos nós temos um lugar reservado junto de Deus para passar a nossa eternidade, assim como Lázaro e mesmo o homem rico, mas para chegar a alcançá-lo é preciso um grande esforço. Esforço para não permitir que nada em nossa vida tome o lugar que pertence somente a Deus; esforço para não deixar que nossas más tendências e pecados nos afastem do outro; esforço para viver na humildade e simplicidade, no respeito com a dignidade do outro.
A postura que vamos tomar diante do bem ou mal, seja material, físico, espiritual…, é que vai fazer a diferença. Como vamos agir diante do que recebemos nesta vida é que irá nos conduzir a uma eternidade ao lado de Deus, junto Dele ou uma eternidade privada da presença de Deus.
Que essa palavra a nós dirigida no dia de hoje possa ecoar em nossos corações e nos ajudar a tomar novamente o rumo da vontade de Deus. Se somos hoje aqueles “ricos” que podem contribuir para o bem, para o crescimento dos outros, para matar a fome e a sede dos outros coloquemos o que temos e somos a disposição sem medo. Se ao contrário, somos os “pobres” que hoje estão precisando desta ajuda, deste auxílio, que desejam matar a fome e a sede com aquilo que para o outro está sendo demais, confiemos e acreditemos que se não recebermos nesta vida os bens, receberemos na vida eterna o consolo que merecemos.
Independentemente do que temos, do que possuímos nesta terra precisamos ter um coração confiante em Deus. Precisamos sempre ter a certeza de que tudo o que nos acontece é porque Deus nos ama e quer com tudo nos ensinar algo, nos fazer crescer, nos corrigir… “Tudo concorre para o bem dos que amam a Deus”

Elaine Mariano Pacheco – Oblata Corpus Christi
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