Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/02/2018

Queridos filhos !

Vocês a quem o MEU FILHO ama, vocês a quem EU amo imensamente com o MEU AMOR MATERNO, não permitam que o egoísmo e o amar muito a si mesmo reinem no mundo. Não permitam que o amor e a bondade fiquem escondidos. Vocês que são amados, vocês que conheceram o AMOR do MEU FILHO, lembrem-se que ser amado significa amar. Filhos MEUS, tenham fé: quando vocês tem fé, vocês são felizes e difundem a paz. As suas almas exultam de alegria. Nestas almas está o MEU FILHO: quando se doam pela fé, quando se doam pelo amor, quando fazem o bem ao próximo, o MEU FILHO sorri em suas almas. Apóstolos do MEU AMOR, ME dirijo a vocês como MÃE, os reúno em torno de MIM porque desejo conduzí-los no caminho do AMOR e da FÉ, no caminho que leva até a LUZ DO MUNDO. EU estou aqui pelo AMOR e pela FÈ; porque desejo abençoá-los, porque EU desejo, com a MINHA BENÇÂO MATERNA, dar a vocês força e esperança no seu caminho. Porque a estrada que conduz ao MEU FILHO não é fácil, é cheia de renúncias, de dar-se, do sacrifício, do perdão e muito, muito amor mas este caminho conduz à paz e à alegria. Filhos MEUS, não acreditem nas vozes falsas que falam de coisas falsas e de luzes falsas: vocês, filhos MEUS, voltem para a SAGRADA ESCRITURA. Com imenso amor EU os vejo e, PELA GRAÇA DE DEUS, EU ME MANIFESTO A VOCÊS. Filhos Meus, caminham COMIGO. Que as almas de vocês exultem de alegria.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Precisamos do olhar de Cristo para nos converter

O convite que estamos agora recebendo para meditar e pôr em prática, através das leituras evangélicas do começo (Lc 15, 1-32) e do final desta semana (Mt 9, 9-13), é um convite à conversão pessoal e ao reconhecimento da misericórdia divina.

Ninguém está livre de pecado. Porque com frequência pecamos por ação ou por omissão em nossos julgamentos, naquilo que dizemos e fazemos; todos nós precisamos do perdão, que restaura as relações deterioradas, bloqueadas ou rompidas com nós próprios, com os outros e com Deus.
O primeiro passo é o reconhecimento da cruz que carregamos, que nos faz cair nas mesmas falhas uma vez atrás da outra. É questão de sermos pacientes com nós mesmos, porque temos que aplicar os meios oportunos para ir nos corrigindo.
Em segundo lugar, temos que ver se olhamos para os outros com uma lente de aumento das suas supostas limitações, negligências e até maldades. Somos injustos ao aplicar a determinadas pessoas, pelas quais não temos simpatia, um rigor e severidade nos julgamentos maiores que os que aplicamos a outras que achamos mais simpáticas ou agradáveis, ou a nós mesmos.
Por último, mas talvez devêssemos considerar este ponto desde o começo, temos que ver como a misericórdia divina age diante das nossas infidelidades ao seu amor. A sua paciência, a sua busca, o seu olhar limpo de preconceitos e o seu abraço desinteressado, que pouco têm a ver com as nossas reações muitas vezes instintivas diante das ofensas, dos incômodos ou das simples desavenças com as pessoas que deveríamos amar mais!
Outra vez, os diversos grupos de pessoas dessas passagens evangélicas anteriores nos dão o exemplo de qual deve ser o nosso proceder. Lc, 15, 1-2, nos diz que todos os publicanos e os pecadores costumavam escutar o que Jesus dizia. E os fariseus e os escribas murmuravam, dizendo: “Ele acolhe os pecadores e come com eles”. Nós chegamos perto de Jesus para escutá-lo ou nos incomodamos porque Ele acolhe, perdoa e fica junto com aquelas pessoas que nós achamos que não merecem? Isso nos acontece com mais frequência do que pensamos. Muitas vezes, achamos injusta a misericórdia tão infinita que não apenas perdoa a ofensa, mas chega até a esquecê-la.

Esta semana começa assim e termina com um santo apóstolo e evangelista que foi precisamente publicano, empregado na cobrança de impostos para os romanos. É Mateus, cuja festa celebramos neste sábado, dia 21. O texto não conta quanto tempo ele ficou olhando para Jesus, enquanto estava sentado no guichê dos impostos, nem quanto tempo Ele demorou para lhe dizer “Segue-me”; diz apenas que, quando Jesus chamou, ele se levantou e o seguiu. Mateus teria má fama ou pouca aceitação entre os seus, mas Jesus, com o seu olhar e o seu chamado, anulou essa má fama plenamente. É um exemplo completo a ser seguido em nossos tempos: nos deixarmos olhar e acolher por Jesus, para olharmos e acolhermos os outros, como Mateus, porque Ele é o nosso maior tesouro.

Por: Luis Javier Moxo Soto/Zenit
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