Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Precisamos do olhar de Cristo para nos converter

O convite que estamos agora recebendo para meditar e pôr em prática, através das leituras evangélicas do começo (Lc 15, 1-32) e do final desta semana (Mt 9, 9-13), é um convite à conversão pessoal e ao reconhecimento da misericórdia divina.

Ninguém está livre de pecado. Porque com frequência pecamos por ação ou por omissão em nossos julgamentos, naquilo que dizemos e fazemos; todos nós precisamos do perdão, que restaura as relações deterioradas, bloqueadas ou rompidas com nós próprios, com os outros e com Deus.
O primeiro passo é o reconhecimento da cruz que carregamos, que nos faz cair nas mesmas falhas uma vez atrás da outra. É questão de sermos pacientes com nós mesmos, porque temos que aplicar os meios oportunos para ir nos corrigindo.
Em segundo lugar, temos que ver se olhamos para os outros com uma lente de aumento das suas supostas limitações, negligências e até maldades. Somos injustos ao aplicar a determinadas pessoas, pelas quais não temos simpatia, um rigor e severidade nos julgamentos maiores que os que aplicamos a outras que achamos mais simpáticas ou agradáveis, ou a nós mesmos.
Por último, mas talvez devêssemos considerar este ponto desde o começo, temos que ver como a misericórdia divina age diante das nossas infidelidades ao seu amor. A sua paciência, a sua busca, o seu olhar limpo de preconceitos e o seu abraço desinteressado, que pouco têm a ver com as nossas reações muitas vezes instintivas diante das ofensas, dos incômodos ou das simples desavenças com as pessoas que deveríamos amar mais!
Outra vez, os diversos grupos de pessoas dessas passagens evangélicas anteriores nos dão o exemplo de qual deve ser o nosso proceder. Lc, 15, 1-2, nos diz que todos os publicanos e os pecadores costumavam escutar o que Jesus dizia. E os fariseus e os escribas murmuravam, dizendo: “Ele acolhe os pecadores e come com eles”. Nós chegamos perto de Jesus para escutá-lo ou nos incomodamos porque Ele acolhe, perdoa e fica junto com aquelas pessoas que nós achamos que não merecem? Isso nos acontece com mais frequência do que pensamos. Muitas vezes, achamos injusta a misericórdia tão infinita que não apenas perdoa a ofensa, mas chega até a esquecê-la.

Esta semana começa assim e termina com um santo apóstolo e evangelista que foi precisamente publicano, empregado na cobrança de impostos para os romanos. É Mateus, cuja festa celebramos neste sábado, dia 21. O texto não conta quanto tempo ele ficou olhando para Jesus, enquanto estava sentado no guichê dos impostos, nem quanto tempo Ele demorou para lhe dizer “Segue-me”; diz apenas que, quando Jesus chamou, ele se levantou e o seguiu. Mateus teria má fama ou pouca aceitação entre os seus, mas Jesus, com o seu olhar e o seu chamado, anulou essa má fama plenamente. É um exemplo completo a ser seguido em nossos tempos: nos deixarmos olhar e acolher por Jesus, para olharmos e acolhermos os outros, como Mateus, porque Ele é o nosso maior tesouro.

Por: Luis Javier Moxo Soto/Zenit
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