Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 15/06/2018

"Queridos filhos, também hoje de modo particular desejo convidá-los à Eucaristia. Que a Missa seja o centro das suas vidas ! Em particular, queridos filhos que a Eucaristia esteja nas suas famílias: as famílias devem ir à Santa Missa e celebrar Jesus. Jesus deve ser o centro das suas vidas ! Por isso renovem, queridos filhos, a oração familiar e caminhem em direção a Jesus. Obrigada, queridos filhos, por terem respondido também hoje ao MEU chamado"

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Precisamos do olhar de Cristo para nos converter

O convite que estamos agora recebendo para meditar e pôr em prática, através das leituras evangélicas do começo (Lc 15, 1-32) e do final desta semana (Mt 9, 9-13), é um convite à conversão pessoal e ao reconhecimento da misericórdia divina.

Ninguém está livre de pecado. Porque com frequência pecamos por ação ou por omissão em nossos julgamentos, naquilo que dizemos e fazemos; todos nós precisamos do perdão, que restaura as relações deterioradas, bloqueadas ou rompidas com nós próprios, com os outros e com Deus.
O primeiro passo é o reconhecimento da cruz que carregamos, que nos faz cair nas mesmas falhas uma vez atrás da outra. É questão de sermos pacientes com nós mesmos, porque temos que aplicar os meios oportunos para ir nos corrigindo.
Em segundo lugar, temos que ver se olhamos para os outros com uma lente de aumento das suas supostas limitações, negligências e até maldades. Somos injustos ao aplicar a determinadas pessoas, pelas quais não temos simpatia, um rigor e severidade nos julgamentos maiores que os que aplicamos a outras que achamos mais simpáticas ou agradáveis, ou a nós mesmos.
Por último, mas talvez devêssemos considerar este ponto desde o começo, temos que ver como a misericórdia divina age diante das nossas infidelidades ao seu amor. A sua paciência, a sua busca, o seu olhar limpo de preconceitos e o seu abraço desinteressado, que pouco têm a ver com as nossas reações muitas vezes instintivas diante das ofensas, dos incômodos ou das simples desavenças com as pessoas que deveríamos amar mais!
Outra vez, os diversos grupos de pessoas dessas passagens evangélicas anteriores nos dão o exemplo de qual deve ser o nosso proceder. Lc, 15, 1-2, nos diz que todos os publicanos e os pecadores costumavam escutar o que Jesus dizia. E os fariseus e os escribas murmuravam, dizendo: “Ele acolhe os pecadores e come com eles”. Nós chegamos perto de Jesus para escutá-lo ou nos incomodamos porque Ele acolhe, perdoa e fica junto com aquelas pessoas que nós achamos que não merecem? Isso nos acontece com mais frequência do que pensamos. Muitas vezes, achamos injusta a misericórdia tão infinita que não apenas perdoa a ofensa, mas chega até a esquecê-la.

Esta semana começa assim e termina com um santo apóstolo e evangelista que foi precisamente publicano, empregado na cobrança de impostos para os romanos. É Mateus, cuja festa celebramos neste sábado, dia 21. O texto não conta quanto tempo ele ficou olhando para Jesus, enquanto estava sentado no guichê dos impostos, nem quanto tempo Ele demorou para lhe dizer “Segue-me”; diz apenas que, quando Jesus chamou, ele se levantou e o seguiu. Mateus teria má fama ou pouca aceitação entre os seus, mas Jesus, com o seu olhar e o seu chamado, anulou essa má fama plenamente. É um exemplo completo a ser seguido em nossos tempos: nos deixarmos olhar e acolher por Jesus, para olharmos e acolhermos os outros, como Mateus, porque Ele é o nosso maior tesouro.

Por: Luis Javier Moxo Soto/Zenit
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