Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/02/2018

Queridos filhos !

Vocês a quem o MEU FILHO ama, vocês a quem EU amo imensamente com o MEU AMOR MATERNO, não permitam que o egoísmo e o amar muito a si mesmo reinem no mundo. Não permitam que o amor e a bondade fiquem escondidos. Vocês que são amados, vocês que conheceram o AMOR do MEU FILHO, lembrem-se que ser amado significa amar. Filhos MEUS, tenham fé: quando vocês tem fé, vocês são felizes e difundem a paz. As suas almas exultam de alegria. Nestas almas está o MEU FILHO: quando se doam pela fé, quando se doam pelo amor, quando fazem o bem ao próximo, o MEU FILHO sorri em suas almas. Apóstolos do MEU AMOR, ME dirijo a vocês como MÃE, os reúno em torno de MIM porque desejo conduzí-los no caminho do AMOR e da FÉ, no caminho que leva até a LUZ DO MUNDO. EU estou aqui pelo AMOR e pela FÈ; porque desejo abençoá-los, porque EU desejo, com a MINHA BENÇÂO MATERNA, dar a vocês força e esperança no seu caminho. Porque a estrada que conduz ao MEU FILHO não é fácil, é cheia de renúncias, de dar-se, do sacrifício, do perdão e muito, muito amor mas este caminho conduz à paz e à alegria. Filhos MEUS, não acreditem nas vozes falsas que falam de coisas falsas e de luzes falsas: vocês, filhos MEUS, voltem para a SAGRADA ESCRITURA. Com imenso amor EU os vejo e, PELA GRAÇA DE DEUS, EU ME MANIFESTO A VOCÊS. Filhos Meus, caminham COMIGO. Que as almas de vocês exultem de alegria.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Porta estreita

Em determinado momento o Mestre Jesus disse: “Fazei todo possível para entrar pela porta estreita” (Lc 13, 24). Esse indicativo envolve todas as pessoas, não importando seu estado de vida. O bem é filtrado num caminho de purificação, de renúncias para construir uma sociedade positiva e de felicidade duradoura. É como o ouro sacrificado no cadinho para tornar-se puro.
Falar de vocação leiga, fundamentada no batismo, é expressar um caminho de cruz, de enfrentamento, passando por portas estreitas, às vezes até fechadas por uma cultura laicista e avessa aos compromissos de cunho cristão. Os catequistas, por exemplo, enfrentam dificuldades na tarefa de educar seus catequizados na vida de fé e nos compromissos com a comunidade.
Cada pessoa deve se sentir convocada para fazer o bem na construção da sociedade. Tem que enfrentar dissabores, indo na contramão de uma mentalidade imediatista, globalizada e marcadamente individualista. É sempre uma história de portas estreitas e causadora de desânimo. Mas é preciso “firmar as mãos cansadas e os joelhos enfraquecidos” (Hb 12, 12). 
O importante é não ficar no indiferentismo diante das exigências do mundo moderno e nem cair no desânimo destruidor de sonhos e projetos de vida. Pior ainda é ficar afogado em “gota d’água”, refém de quem não quer nada com nada. A omissão é causadora de atos irresponsáveis, deixando de fazer aquilo que não é de responsabilidade de outrem.
Com portas estreitas ou não, a vida é identificada como dom, que precisa ser valorizado e preservado sempre. É questão de dignidade, de respeito e de abertura para a conquista da felicidade. É feliz quem defende a vida em todas as suas dimensões, não importando o tipo de pessoa. Em direito de dignidade, todos somos iguais.
A natureza criada existe, tendo como objetivo a vida humana com sua especificidade em relação às outras criaturas. Ela leva consigo uma dimensão de transcendência, conseguindo sua plenitude de realização no amor eterno de Deus. Amor que é fruto de trabalho, de sofrimento, de polimento e de portas estreitas.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba
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