Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/02/2018

Queridos filhos !

Vocês a quem o MEU FILHO ama, vocês a quem EU amo imensamente com o MEU AMOR MATERNO, não permitam que o egoísmo e o amar muito a si mesmo reinem no mundo. Não permitam que o amor e a bondade fiquem escondidos. Vocês que são amados, vocês que conheceram o AMOR do MEU FILHO, lembrem-se que ser amado significa amar. Filhos MEUS, tenham fé: quando vocês tem fé, vocês são felizes e difundem a paz. As suas almas exultam de alegria. Nestas almas está o MEU FILHO: quando se doam pela fé, quando se doam pelo amor, quando fazem o bem ao próximo, o MEU FILHO sorri em suas almas. Apóstolos do MEU AMOR, ME dirijo a vocês como MÃE, os reúno em torno de MIM porque desejo conduzí-los no caminho do AMOR e da FÉ, no caminho que leva até a LUZ DO MUNDO. EU estou aqui pelo AMOR e pela FÈ; porque desejo abençoá-los, porque EU desejo, com a MINHA BENÇÂO MATERNA, dar a vocês força e esperança no seu caminho. Porque a estrada que conduz ao MEU FILHO não é fácil, é cheia de renúncias, de dar-se, do sacrifício, do perdão e muito, muito amor mas este caminho conduz à paz e à alegria. Filhos MEUS, não acreditem nas vozes falsas que falam de coisas falsas e de luzes falsas: vocês, filhos MEUS, voltem para a SAGRADA ESCRITURA. Com imenso amor EU os vejo e, PELA GRAÇA DE DEUS, EU ME MANIFESTO A VOCÊS. Filhos Meus, caminham COMIGO. Que as almas de vocês exultem de alegria.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Pátio dos Gentios dedicado aos jornalistas. O diálogo entre o Cardeal Ravasi e o jornalista Scalfari

Realizou-se em Roma, nesta quarta-feira (25/09), o ‘Pátio dos Gentios’ dedicado aos jornalistas. No centro do encontro, o diálogo entre o Presidente do Pontifício Conselho da Cultura, Cardeal Gianfranco Ravasi e o fundador do jornal italiano ‘La Repubblica’, Eugenio Scalfari. O ‘Pátio dos Gentios’ é a estrutura criada por Bento XVI para promover o diálogo entre crentes e não-crentes.

“Não estamos aqui para convertermo-nos mutuamente, mas temos em comum a convicção que as nossas posições diversas devam ser fermento para uma terra que tem necessidade de ser fertilizada”. Assim, Eugenio Scalfari concluiu seu diálogo com o Cardeal Ravasi, com o qual confessa ter, há muito tempo, um território espiritual e mental comum. O fundador do ‘La Reppublica’ havia aberto a conversação destacando ser ‘enamorado’ de Jesus desde que, na juventude, escolheu abandonar a fé. Recorda ter praticado, forçosamente, os Exercícios Espirituais na Casa do Sagrado Coração em Roma, onde encontrou refúgio como renitente à onda fascista. “Devo muito àqueles jesuítas que me ensinaram a raciocinar – confessa Scalfari – mas sou enamorado dos franciscanos”.

O intelectual não-crente explica assim o seu interesse pelo diálogo com os católicos e individua na morte de Cristo na cruz o ápice da encarnação e da mensagem cristã. É justo naquela escolha de colocar o amor pelos outros como anterior ao egoísmo, que Scalfari encontra a mensagem mais importante para uma sociedade onde “a taxa de narcisismo tornou-se patológica’”.

O Cardeal Ravasi, por sua vez, louva Scalfari pela intuição e responde descrevendo o grito de Cristo na Cruz – “meu Deus, porque me abandonaste? – como “o ateísmo salvífico de Cristo”, a quem – especifica ele – a teologia justapõe a Ressurreição enquanto Cristo permanece o Filho mesmo se não sente o Pai e assim “depõe na mortalidade a semente do infinito”.

O Presidente do Pontifício Conselho da Cultura retoma também o tema do papel da Igreja na revolução da comunicação da era digital. Recorda que Jesus nos Evangelhos, nos oferece um método quando utiliza a linguagem breve do ‘tweet’ de modo sistemático, o roteiro televisivo por meio das ‘parábolas’ e baseia na corporeidade o seu anúncio. “Se um pastor hoje não se interessa pela comunicação – observou – está fora do seu ministério”. Mas no ambiente da nova comunicação digital – explica o Cardeal Ravasi – a linguagem da Igreja deve ter uma “nova gramática”, mais direta, abandonando as “subordinadas”. E abrindo caminho para esta renovada e eficaz presença da Igreja no mundo atual, estão justamente as cartas do Papa Francisco e do Papa Emérito Bento XVI escritas ao Jornal ‘La Reppublica’, e a entrevista do Papa Francisco à revista dos jesuítas “La Civiltá Cattolica”.


 Fonte: Rádio Vaticano
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