Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Organizações religiosas cobram reconhecimento do Estado

O primeiro dia do Coletivo Inter-religioso foi marcado por reflexões que trouxeram à tona o distanciamento do Estado na relação com as Organizações religiosas. O evento que teve início nesta segunda-feira, 30 de setembro, é resultado do primeiro seminário realizado pela CNBB, em novembro de 2012. Em sua segunda edição, o seminário continua à discussão sobre o Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil, que cobra o diálogo permanente entre as organizações religiosas e o Governo.
O “Marco Regulatório – Memória, situação e perspectivas” foi tema de debate que abriu as atividades do seminário, com a presença da pastora Romi Márcia Bencke (Conic), Daniel Rech (CNBB) e Flamarion Vidal Arauto (FEB), com mediação de padre Geraldo Martins (CNBB).
A secretária geral do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), pastora Romi Márcia Bencke, lembrou que depende do Governo em querer estabelecer parcerias com as organizações da sociedade civil. “O Governo tem sim a opção por interlocutores, mas é preciso saber quem são eles. Há a interlocução com algumas organizações da sociedade civil e religiosas. Mas é necessário prestar atenção no perfil e na proposta dessas organizações”. A pastora Romi também questionou “a quem interessa cada vez mais a fragilização das organizações da sociedade civil”, que estão com seus direitos ameaçados, assim como as entidades religiosas que desenvolvem atividades ecumênicas em conjunto.
Dentro do debate, o representante da Federação Espírita Brasileira (FEB), Flamarion Vidal, fez uma crítica ao entendimento equivocado de Estado laico: “Quando é que o Estado entendendo haver interesse público, poderá promover suas alianças ou aproximações com as organizações religiosas? Será que estamos tratando de um Estado laico ou um Estado ateísta? Podemos verificar que a posição é ateia, ou seja, há uma equivocada interpretação de que o Estado laico significa não ter religião. Em nosso entender, Estado laico precisa respeitar e garantir todas as religiões”.

Programação
Na terça-feira, 1º de outubro, o seminário prosseguirá suas atividades com Grupos de Trabalho (GTs) e plenária. A mesa final está programada para o período da tarde, momento no qual será entregue o documento do Seminário ao Governo e ao Congresso Nacional, com a presença de dom Guilherme Werlang, do ministro Gilberto Carvalho, ministro Joaquim Barbosa, ministra Gleisi Hoffmann e do senador Rodrigo Rollemberg
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