Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/11/2017

“Queridos filhos, olhando vocês em torno de Mim, em torno da sua Mãe, Eu estou vendo muitas almas puras, vejo muitos dos Meus filhos que estão procurando amor e consolação, mas ninguém está oferecendo isso a eles.

Também vejo aqueles que fazem o mal, porque não têm bons exemplos, não conheceram Meu Filho, aquele bem que é silencioso, que se difunde através das almas puras, que é a força que reforça o mundo.

Existem muitos pecados, mas também muito amor. o Meu Filho Me envia, como Mãe, a mesma igual para todos, para que Eu vos ensine o Amor, para que vocês compreendam que são irmãos.

Ele deseja vos ajudar. Apóstolos do Meu Amor, é suficiente o desejo vivo da fé e do Amor, o Meu Filho o aceitará.

Mas vocês têm que ser dignos, ter boa vontade e um coração aberto. O Meu Filho entra nos corações abertos. Eu, como Mãe, desejo que vocês conheçam o melhor possível o Meu Filho, Deus, nascido de Deus, para que vocês conheçam a grandeza do Seu Amor, o qual vocês tanto precisam.

Ele aceitou os seus pecados, conseguiu a Redenção para vocês, mas em troca procura que vocês amem-se uns aos outros. O Meu Filho é Amor. Ele ama todo ser humano, sem diferença, todas as pessoas de todos os povos e nações.

Se vocês, Meus Filhos, vivessem o Amor do Meu Filho, o Seu Reinado já estaria na Terra. Por isso, Apóstolos do Meu Amor, rezem, rezem para que o Meu Filho e Seu Amor estejam mais próximos de vocês, para que vocês sejam exemplos de Amor e possam ajudar àqueles que ainda não conhecem o Meu Filho.

Nunca esqueçam que o Meu Filho, Uno e Trino, Ama. Amem e rezem pelos seus sacerdotes. Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Na América Latina, mortalidade infantil de crianças pobres é 5x superior à média mundial

Não obstante a queda na taxa de mortalidade materno-infantil na América Latina, continuam a existir graves desigualdades no que diz respeito ao acesso aos serviços de saúde de mulheres e crianças, devido à pobreza. Segundo o Banco Mundial, delegações de 30 países, agências internacionais e a sociedade civil encontraram-se recentemente no Panamá para renovar o compromisso em favor da saúde materno-infantil e, entre os temas principais, foram debatidas formas de evitar que as crianças latino-americanas morram sem motivo.

A iniciativa no Panamá é “Uma promessa renovada” do acordo proposto pela UNICEF para a redução da mortalidade infantil, assinado por 165 países, 32 dos quais encontram-se na América Latina. O encontro teve como objetivo propor medidas para a eliminação da mortalidade infantil ‘evitável’, além de garantir o nascimento das crianças com boa saúde e reduzir a mortalidade a nível mundial de 57 em cada 1 mil nascidos vivos em 2010, para 20 em cada mil até 2035.

Na América Latina e no Caribe, o nível sócio-econômico dos pais continua a ter um grande impacto no futuro dos filhos. Não obstante a queda de quase 50% das mortes registradas nos últimos anos, as crianças das famílias de baixa renda tem uma probabilidade 5 x maior de morrer antes de completar 5 anos de idade. A maior parte destas mortes poderia ser evitada.

Entre os objetivos do encontro do Panamá está também a melhoria da assistência materna. Os primeiros mil dias de vida de um ser humano estão entre os mais importantes e as boas condições da saúde materna são fundamentais para erradicar as mortes infantis evitáveis.

Nos últimos 20 anos, a taxa de mortalidade infantil na América Latina diminuiu 40%. Todavia, não obstante isto, existe grande variação segundo o grupo étnico e as condições sociais ou econômicas das mulheres.

As mortes relacionadas com a gravidez entre as mulheres indígenas da região são três vezes maiores. Na Nicarágua, o problema foi enfrentado instalando clínicas maternas para mulheres grávidas nas zonas remotas do país.
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