Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/08/2018

“Queridos filhos,

Com amor materno os convido a abrirem os seus corações à paz, a abrirem os seus corações ao MEU FILHO, a cantar em seus corações o amor ao MEU FILHO, porque somente através deste amor chega a paz da alma.

Filhos MEUS, EU sei que vocês tem a bondade, sei que vocês tem o amor, o amor misericordioso. Mas, muitos dos MEUS filhos ainda tem os corações fechados, pensam que podem agir sem colocar os seus pensamentos ao PAI CELESTIAL que ilumina, diante do MEU FILHO que está sempre e novamente com vocês na EUCARISTIA e que deseja ouvi-los.

Filhos Meus, porque não falam para eles ? A vida de cada um de vocês é importante e preciosa porque é um dom do PAI CELESTIAL para a ETERNIDADE, por isso nunca se esqueçam de agradecê-LO e falar com ELE.

Eu sei, filhos MEUS, que para vocês é desconhecido aquilo que virá depois, porém quando chegar o “depois” de vocês, terão todas as respostas. O MEU amor materno deseja que vocês estejam prontos.

Filhos MEUS, com a vida de vocês coloquem sentimentos bons nos corações das pessoas que vocês encontrarem, sentimentos de paz, de bondade, de amor e de perdão. Através da oração escutem o que lhes diz o MEU FILHO e assim o façam.

Novamente os convido a rezarem pelos seus sacerdotes, por aqueles a quem o MEU FILHO chamou; lembrem-se que eles tem necessidade de orações e de amor.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Mais de 3.500 casas incendiadas e milhares de refugiados

Pe. Aurelio Gazzera, missionário na República Centro-Africana falou à “Ajuda à Igreja que Sofre” (AIS) da dramática situação na diocese de Bouar, ao norte do país. “Durante os últimos dias os acontecimentos se aceleraram e a agressividade dos rebeldes cresceu”, disse o carmelita italiano. Recentemente, mais de 3.500 casas foram incendiadas apenas no povoado de Bohong. Segundo Pe. Gazzera, foram vistas “cenas apocalípticas”, com numerosos mortos, cujos cadáveres ainda continuam nas ruas.


Desde agosto, chegaram a Bozoum — onde se encontra uma das cinco missões dos carmelitas — 6.500 refugiados de outros pontos do país marcados pelo conflito armado e atentados. Milhares e milhares de pessoas estão fugindo. Muitos deles estão escondidos na selva, por medo dos rebeldes, refere o sacerdote. “Estão completamente traumatizados e perderam tudo”, diz.
Em várias regiões vizinhas à cidade de Bossangoa ocorreram sangrentos conflitos durante os últimos dias, nos quais morreram pelo menos 60 pessoas. Mais de 30.000 pessoas — aproximadamente 80% da população local — fugiram. “A situação é confusa: por um lado se diz que os partidários do ex-presidente Bozize combateram contra o grupo rebelde Séléka; por outro lado, uma testemunha ocular — fugida a pé de Bossangoa a Bozoum — comentou que tudo começou quando o Séléka (cujo líder, Michel Djotodi, é o atual autoproclamado presidente do país) lutou contra os jovens dessa população”, expõe Gazzera. Trata-se de uma “mistura altamente perigosa de diferentes grupos armados e uma crescente provocação à violência por parte dos rebeldes do Séléka”, que em março deste ano tomou o poder no país.
O missionário, que desempenha seu apostolado na República Centro-Africana há vinte anos, está muito preocupado pelos crescentes conflitos entre muçulmanos e cristãos. “Até o momento a convivência é boa; mas a chegada de rebeldes muçulmanos do Sudão e do Chade, que só falam árabe, causou muita destruição”. Nos episódios dos últimos dias, como é de costume nos ataques do Séléka, “nem uma só casa muçulmana foi incendiada. Inclusive se produziram vários casos — continua dizendo o Pe. Gazzera — em que jovens muçulmanos mostraram aos rebeldes os edifícios e centros que deviam incendiar e saquear. É como se o golpe de estado tivesse trazido à superfície o pior do coração humano”, lamenta o carmelita.
“É difícil dizer como a situação ficará — diz o missionário — É possível que lutas armadas voltem a ocorrer. Mas neste caso, a reconstrução dos edifícios e, sobretudo, a reconstrução interior das pessoas duraria anos. A população está amargurada, mas suporta com grande dignidade. Apesar de tudo, não se vê ódio nem cólera contra aqueles que estão produzindo esses estragos. Contudo, a população está desgastada, porque nada funciona. O Estado está ausente. Há medo pelo futuro e não se vê luz no fim do túnel; parece que ninguém escuta tudo isto e que não se faz nada para chegar a uma solução. Mas ao mesmo tempo, a fé é grande. A frase que mais se escuta é ‘NZAPA A YEKE’ – ‘Deus está aqui’”.
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