Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Mais de 3.500 casas incendiadas e milhares de refugiados

Pe. Aurelio Gazzera, missionário na República Centro-Africana falou à “Ajuda à Igreja que Sofre” (AIS) da dramática situação na diocese de Bouar, ao norte do país. “Durante os últimos dias os acontecimentos se aceleraram e a agressividade dos rebeldes cresceu”, disse o carmelita italiano. Recentemente, mais de 3.500 casas foram incendiadas apenas no povoado de Bohong. Segundo Pe. Gazzera, foram vistas “cenas apocalípticas”, com numerosos mortos, cujos cadáveres ainda continuam nas ruas.


Desde agosto, chegaram a Bozoum — onde se encontra uma das cinco missões dos carmelitas — 6.500 refugiados de outros pontos do país marcados pelo conflito armado e atentados. Milhares e milhares de pessoas estão fugindo. Muitos deles estão escondidos na selva, por medo dos rebeldes, refere o sacerdote. “Estão completamente traumatizados e perderam tudo”, diz.
Em várias regiões vizinhas à cidade de Bossangoa ocorreram sangrentos conflitos durante os últimos dias, nos quais morreram pelo menos 60 pessoas. Mais de 30.000 pessoas — aproximadamente 80% da população local — fugiram. “A situação é confusa: por um lado se diz que os partidários do ex-presidente Bozize combateram contra o grupo rebelde Séléka; por outro lado, uma testemunha ocular — fugida a pé de Bossangoa a Bozoum — comentou que tudo começou quando o Séléka (cujo líder, Michel Djotodi, é o atual autoproclamado presidente do país) lutou contra os jovens dessa população”, expõe Gazzera. Trata-se de uma “mistura altamente perigosa de diferentes grupos armados e uma crescente provocação à violência por parte dos rebeldes do Séléka”, que em março deste ano tomou o poder no país.
O missionário, que desempenha seu apostolado na República Centro-Africana há vinte anos, está muito preocupado pelos crescentes conflitos entre muçulmanos e cristãos. “Até o momento a convivência é boa; mas a chegada de rebeldes muçulmanos do Sudão e do Chade, que só falam árabe, causou muita destruição”. Nos episódios dos últimos dias, como é de costume nos ataques do Séléka, “nem uma só casa muçulmana foi incendiada. Inclusive se produziram vários casos — continua dizendo o Pe. Gazzera — em que jovens muçulmanos mostraram aos rebeldes os edifícios e centros que deviam incendiar e saquear. É como se o golpe de estado tivesse trazido à superfície o pior do coração humano”, lamenta o carmelita.
“É difícil dizer como a situação ficará — diz o missionário — É possível que lutas armadas voltem a ocorrer. Mas neste caso, a reconstrução dos edifícios e, sobretudo, a reconstrução interior das pessoas duraria anos. A população está amargurada, mas suporta com grande dignidade. Apesar de tudo, não se vê ódio nem cólera contra aqueles que estão produzindo esses estragos. Contudo, a população está desgastada, porque nada funciona. O Estado está ausente. Há medo pelo futuro e não se vê luz no fim do túnel; parece que ninguém escuta tudo isto e que não se faz nada para chegar a uma solução. Mas ao mesmo tempo, a fé é grande. A frase que mais se escuta é ‘NZAPA A YEKE’ – ‘Deus está aqui’”.
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