Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/11/2017

“Queridos filhos, olhando vocês em torno de Mim, em torno da sua Mãe, Eu estou vendo muitas almas puras, vejo muitos dos Meus filhos que estão procurando amor e consolação, mas ninguém está oferecendo isso a eles.

Também vejo aqueles que fazem o mal, porque não têm bons exemplos, não conheceram Meu Filho, aquele bem que é silencioso, que se difunde através das almas puras, que é a força que reforça o mundo.

Existem muitos pecados, mas também muito amor. o Meu Filho Me envia, como Mãe, a mesma igual para todos, para que Eu vos ensine o Amor, para que vocês compreendam que são irmãos.

Ele deseja vos ajudar. Apóstolos do Meu Amor, é suficiente o desejo vivo da fé e do Amor, o Meu Filho o aceitará.

Mas vocês têm que ser dignos, ter boa vontade e um coração aberto. O Meu Filho entra nos corações abertos. Eu, como Mãe, desejo que vocês conheçam o melhor possível o Meu Filho, Deus, nascido de Deus, para que vocês conheçam a grandeza do Seu Amor, o qual vocês tanto precisam.

Ele aceitou os seus pecados, conseguiu a Redenção para vocês, mas em troca procura que vocês amem-se uns aos outros. O Meu Filho é Amor. Ele ama todo ser humano, sem diferença, todas as pessoas de todos os povos e nações.

Se vocês, Meus Filhos, vivessem o Amor do Meu Filho, o Seu Reinado já estaria na Terra. Por isso, Apóstolos do Meu Amor, rezem, rezem para que o Meu Filho e Seu Amor estejam mais próximos de vocês, para que vocês sejam exemplos de Amor e possam ajudar àqueles que ainda não conhecem o Meu Filho.

Nunca esqueçam que o Meu Filho, Uno e Trino, Ama. Amem e rezem pelos seus sacerdotes. Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Faleceu, aos 90 anos, missionária que vivia com os índios no Mato Grosso

Na tarde desta terça 24 de setembro, a Igreja no Brasil se despediu da missionária Irmã Genoveva, mais conhecida por “Veva”, que faleceu aos 90 anos. Logo após o almoço, a religiosa passou mal na aldeia Urubu Branco, local onde morava e morreu enquanto era levada ao hospital. O enterro ocorreu na própria aldeia. 
Irmã Veva dedicou sua vida à missão e viveu por 60 anos junto ao povo Tapirapé, no Mato Grosso. Foi uma das pioneiras na vida missionária, da teologia da inculturação do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), organismo vinculado à CNBB, na preservação da cultura e religiosidade dos povos indígenas.
Após deixar a França, em 1952, Irmã Veva chegou ao Brasil no dia 24 de junho do mesmo ano, acompanhada por outras três religiosas. Desde então, passaram a morar juntas com os Tapirapé, numa casa como a dos indígenas, com a mesma alimentação e estilo de vida. O respeito às crenças, ao estilo de vida e aos costumes dos Tapirapé foi sempre um princípio de vida das religiosas, que estiveram aliadas ao povo indígena durante todos estes anos. “Queríamos viver no meio deles o amor de Deus que não deseja outra coisa senão que vivam e cresçam como Tapirapé”, afirmava  Ir. Genoveva.
Irmã Veva nasceu no dia 19 de agosto de 1923, em Valfraicourt, um lugarejo da França. De aparência frágil, cabelos brancos, há muitos anos acordava todos os dias antes do sol para cuidar da pequena roça que cultivava atrás das casas de taipa da aldeia Urubu Branco, a maior do povo. Das religiosas, Veva foi a única que permaneu na aldeia desde o começo da missão. Viveu numa casa simples, como as dos indígenas, em companhia das colegas Odila e Elizabette.
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