Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

A vocação celibatária

“Entre os conselhos evangélicos – diz o Concílio – “brilha este precioso dom da graça divina, dado pelo Pai a alguns (cf. Mt 19, 11; 1 Cor 7, 7), de se dedicarem unicamente a Deus, mais facilmente e com um coração indiviso (cf. 1 Cor 7, 32-34), na virgindade e no celibato.” (Exortação Apostólica Pós-sinodal Pastores dabo vobis)
Vamos hoje refletir um pouco sobre a vocação celibatária, digo um pouco, pois há muita coisa a ser dita, uma vez que a riqueza que os celibatários são para a Igreja, é uma riqueza de valor inestimável.
De fato, todos nós somos consagrados à Deus pelo batismo, porém, “o Batismo, por si mesmo, não comporta o chamamento ao celibato ou à virgindade, a renúncia à posse dos bens, e a obediência a um superior, na forma exigida pelos conselhos evangélicos. Portanto, a profissão destes últimos supõe um dom particular de Deus não concedido a todos, como Jesus mesmo sublinha no caso do celibato voluntário (cf. Mt 19, 10-12)”.(Vita Consecrata § 30). Portanto o chamado ao celibato não é um castigo que se impõe à pessoa, é antes, um sonho de Deus de que aquele indivíduo tenha seu coração indiviso, tenha em Cristo seu único Amor, seu único Querer e sua única Riqueza.
Infelizmente a nossa cultura faz com que pensemos que uma vida que não se consumou no matrimônio não seja uma vida feliz. Porém essa é a pior mentira. Pois uma vida feliz é conseqüência de uma vocação bem resolvida. Quantos casais, nós vemos em nossa sociedade que não se encontraram na vida matrimonial, simplesmente por não terem vocação para isso, e por isso pagam um preço altíssimo em suas próprias vidas.
É fato que Vocação Celibatária exige da pessoa que possui esse chamado uma grande renúncia, a renúncia de um bem chamado Matrimônio. Porém, faz-se necessário olhar não para o que se deixa, mas para o que se abraça, faz-se necessário compreender que o celibato não se resume simplesmente na abnegação do desejo e da prática sexual, ou ainda, na falta de oportunidade de um matrimônio feliz como vemos nos “contos de fadas”. O Celibato é uma “possibilidade existencial”, ou seja, um celibatário não é um solteirão, um encalhado que não encontrou ainda a “tampa da panela”, o celibatário é um homem que encontrou O tesouro escondido no campo, e em sua alegria, foi, vendeu tudo o que possuía: sua casa, seus bens, seus sonhos, seus projetos, suas alegrias passageiras, seus desejos, seus amigos, seus familiares… Deixou, então os bens do mundo, a riqueza, as oportunidades… Porém nunca se sente só por isso, porque sabe que em Cristo encontra a verdadeira alegria que estas coisas jamais poderiam oferecer.
O Matrimônio é uma linda vocação, porém é uma vocação para este mundo apenas (“Até que a morte os separe”), o celibatário, no entanto olhando para o Reino dos céus, enxerga que lá todos “os homens não terão mulheres nem as mulheres, maridos; mas serão como os anjos de Deus no céu” (Cf. Mt 22,30) e por isso de certa forma, ele se torna um homem sinal, um homem que grita para o mundo que ninguém  nasceu para essa terra e que somos chamados, todos, a uma vocação mais alta: a da intimidade com Deus. Todos deveriam olhar para um celibatário e se lembrar da eternidade, que vieram de lá e que para lá voltarão. O celibatário, por uma vocação toda especial, faz de sua vida um eterno sacrifício de louvor. É um homem que resolveu abraçar a cruz de Cristo, que prometeu ajudar a carregá-la, e por meio desse sacrifício se faz como a semente caída na terra que morreu e que por sua morte produziu muito fruto.
É necessário ainda dizer uma última coisa a respeito do celibatário, ele encontrou em Cristo o modelo a ser vivido. A vida celibatária somente tem valor e fundamento se for pautada em cima de uma busca cada vez maior e totalmente radical da vida de Cristo. O celibatário é aquele que tem em sua alma um desejo ardente por Cristo e pela sua Palavra, “Penso em vós no meu leito, de noite, nas vigílias suspiro por vós!” E você já perguntou ao Senhor qual é a sua vocação?

Douglas Gonçalves - Oblato Corpus Christi
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