Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/02/2018

Queridos filhos !

Vocês a quem o MEU FILHO ama, vocês a quem EU amo imensamente com o MEU AMOR MATERNO, não permitam que o egoísmo e o amar muito a si mesmo reinem no mundo. Não permitam que o amor e a bondade fiquem escondidos. Vocês que são amados, vocês que conheceram o AMOR do MEU FILHO, lembrem-se que ser amado significa amar. Filhos MEUS, tenham fé: quando vocês tem fé, vocês são felizes e difundem a paz. As suas almas exultam de alegria. Nestas almas está o MEU FILHO: quando se doam pela fé, quando se doam pelo amor, quando fazem o bem ao próximo, o MEU FILHO sorri em suas almas. Apóstolos do MEU AMOR, ME dirijo a vocês como MÃE, os reúno em torno de MIM porque desejo conduzí-los no caminho do AMOR e da FÉ, no caminho que leva até a LUZ DO MUNDO. EU estou aqui pelo AMOR e pela FÈ; porque desejo abençoá-los, porque EU desejo, com a MINHA BENÇÂO MATERNA, dar a vocês força e esperança no seu caminho. Porque a estrada que conduz ao MEU FILHO não é fácil, é cheia de renúncias, de dar-se, do sacrifício, do perdão e muito, muito amor mas este caminho conduz à paz e à alegria. Filhos MEUS, não acreditem nas vozes falsas que falam de coisas falsas e de luzes falsas: vocês, filhos MEUS, voltem para a SAGRADA ESCRITURA. Com imenso amor EU os vejo e, PELA GRAÇA DE DEUS, EU ME MANIFESTO A VOCÊS. Filhos Meus, caminham COMIGO. Que as almas de vocês exultem de alegria.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

A esperança é criativa

Um dos temas que mais chama a atenção da mídia internacional quando o Papa Francisco evidencia as preocupações do homem contemporâneo é a questão da crise econômica, do desemprego, da falta de dignidade que essa condição faz padecer uma família. E mais uma vez no último domingo em Cagliari o Santo Padre não se furtou em tocar esse tema que diz respeito a milhões de pessoas, não só aos habitantes da bela ilha da Sardenha, mas a homens e mulheres em todos os cantos do planeta. Uma reflexão que tem vários destinatários: os governantes, os homens das finanças, os empresários, os empregados e os desempregados e a própria Igreja. A todos uma palavra de orientação e conforto.

"Perdoem-me por estas duras palavras, mas onde não há trabalho falta a dignidade", exclamou o Papa. Abandonando o discurso preparado, Francisco contou os sofrimentos de sua família, que emigrou para a Argentina no início do século.

O Santo Padre contestou o sistema econômico em vigor no mundo que tem como "ídolo o dinheiro", durante um comovente encontro com desempregados e empresários afetados pela grave crise econômica que atinge a Itália. "Vamos lutar todos juntos contra o ídolo dinheiro, contra um sistema sem ética, injusto, no qual o dinheiro manda, afirmou, arrancando aplausos e lágrimas dos presentes.

Francisco pediu uma solução para a situação de crise econômica e desemprego que se vive em vários países, um “desafio histórico”, apelando ao respeito pelo trabalhador, acrescentando que não é só uma crise econômica, mas também uma crise ética, espiritual e humana. Fruto de uma escolha mundial, de um sistema econômico que leva a esta tragédia. A crise econômica vivida em muitos países gera nas pessoas que perdem o trabalho “sofrimento”, porque priva a pessoa de sua dignidade.

Francisco voltou a manifestar preocupações com a “eutanásia escondida” dos mais velhos e pela falta de trabalho para os jovens.

Com palavras inequivocáveis destacou que em um mundo onde as jovens gerações não conseguem um emprego o futuro está comprometido, “porque eles não têm dignidade”. E com o olhar para aqueles que têm poder de decisão e que podem atuar mudanças na nossa sociedade, chamou a atenção para a necessidade de colocar novamente no centro da reposta política e econômica “a pessoa e o trabalho”, com “solidariedade e inteligência”.

Uma constatação feita pelo Papa que nos leva a refletir sobre como estamos vivendo com o nosso próximo os momentos de crise econômica; sim porque quando há uma crise e a necessidade é grande, aumenta o trabalho desumano, o trabalho escravo, o trabalho sem a justa segurança, a exploração do outro.

É preciso que todos colaborem e que os responsáveis das instituições, também as da Igreja, se empenhem para assegurar às pessoas e às famílias os direitos fundamentais. É preciso assegurar o direito ao trabalho, o direito de um pai de família levar o pão para casa, o pão ganho com o trabalho.

A resposta justa à crise econômica e financeira atual é olhar para a realidade, conhecê-la bem, entendê-la, e buscar juntos os caminhos com o método da colaboração e do diálogo, vivendo a proximidade para levar esperança. Jamais deixar de lado a esperança, pois a esperança é “criativa e é capaz de criar futuro”.

Uma sociedade aberta à esperança não se fecha em si mesma, na defesa do interesse de poucos, mas olha para frente, na perspectiva do bem comum, e isso requer da parte de todos responsabilidade. Este é o momento de fazer crescer uma sociedade mais fraterna e solidária.


Silvonei José
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