Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/07/2017

“Queridos filhos, os agradeço porque responderam ao Meu chamado e porque se reuniram em torno de Mim, em torno da Sua Mãe Celestial. Eu sei que pensam em Mim com amor e esperança. Eu sinto o amor de cada um de vocês, como também a sede do Meu Amadíssimo Filho, que por meio do Seu Amor Misericordioso, sempre e novamente Me envia até vocês. Ele que era homem e Deus Uno e Trino. Ele que por causa de vocês sofreu com o corpo e com a alma. Ele que se fez pão para dar pão às suas almas, para poder salvá-las.

Meus filhos, os ensino como serem dignos do Seu Amor, para poderem dirigir os seus pensamentos a Ele, para poderem viver o Meu Filho. Apóstolos do Meu Amor, os envolvo com o Meu Manto porque como Mãe desejo salvá-los.

Os peço: rezem pelo mundo inteiro. O Meu Coração sofre. Os pecados se multiplicam, são muitos. Mas com a ajuda de vocês, vocês que são humildes, cheios de amor, escondidos e santos, o Meu Coração triunfará. Amem o Meu Filho acima de tudo, e o mundo inteiro por meio Dele.

Não esqueçam nunca que cada irmão seu leva em si algo de precioso: a alma. Por isso, Meus filhos, amem a todos aqueles que não conhecem o Meu Filho, para que por meio da oração e do amor que vem da oração, eles possam tornarem-se melhores, a fim de que a bondade neles possa vencer, para poder salvarem as almas e terem a Vida Eterna.

Meus Apóstolos, Meus filhos, o Meu Filho pediu que amassem uns aos outros; que isto esteja escrito em seus corações e com a oração comecem a viver este amor.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Síria: imagens de vítimas de gás, um absurdo.

O mundo olha atônito e indignado às imagens provenientes da Síria, onde um ataque com armas químicas provocou a morte de mais de 1.200 pessoas, muitas das quais mulheres e crianças. A operação foi realizada nesta quarta-feira no oásis de Ghouta, sudeste de Damasco. Os rebeldes apontam o dedo contra o regime de Assad, que ao invés, rejeita as acusações e fala de manipulação da mídia.
A ONU pede clareza sobre os fatos, enquanto os Estados Unidos e Rússia se encontram em posições opostas: Washington está seguro de que Damasco utilizou gás, enquanto Moscou relança a acusação contra a oposição síria. Por sua vez, o Ministro do Exterior da França, Lauren Fabius, disse que se os ataques com armas químicas na Síria fossem confirmados e se o Conselho de Segurança não conseguisse tomar alguma decisão, seria necessário responder com a força de outra maneira, excluindo, porém, a utilização de soldados em território sírio.
Todavia, as imagens divulgadas pela oposição parecem falar claro: além da fila interminável de corpos envolvidos em lençóis brancos, há homens, mulheres, crianças com evidentes dificuldades para respirar ou espuma branca na boca: tudo faz pensar a uma intoxicação, precisamente a acusação da oposição contra o regime: uso de gás sarin nos bombardeios desta quarta-feira na periferia de Damasco. Se confirmado, seria o mais grave ataque com armas não convencionais dos últimos 25 anos, depois do ataque de Saddam Hussein contra Halabija em 1988 contra os curdos.
O regime, porém, desmente, admite a operação para expulsar os rebeldes da periferia da capital, mas nega o uso de armas químicas. “É uma tentativa de distrair os inspetores da ONU”, afirma. De fato, dias atrás chegaram a Damasco peritos das Nações Unidas para verificar o uso de armas químicas, mas em combates precedentes. Muitos se perguntam por que o regime iria fazer algo semelhante precisamente durante a presença dos inspetores no país? A Rússia fala de “provocação programada” dos rebeldes.

A ONU pede clareza, como também a Europa e os Estados Unidos, e pedem que os inspetores se dirijam imediatamente para os locais dos bombardeios. Os olhos da opinião pública mundial agora estão direcionados para o Presidente estadunidense, Obama, que um ano atrás colocara o uso de armas químicas como uma linha vermelha para dar via à intervenção militar.
E sobre a tragédia que continua a atingir a Síria a Rádio Vaticano conversou com o Núncio Apostólico em Damasco, Dom Mario Zenari.

R. – Comoveram todos, creio, todo o mundo essas imagens que circulam pela Internet e nas televisões: é realmente um choque para a comunidade internacional. Aqui as pessoas estão cansadas e acho que realmente lança um grito de alarme para a comunidade internacional para dizer: "Ajudem-nos a parar imediatamente esta guerra! Estamos cansados dessa guerra, não podemos mais! Não se pode continuar assim”. Eu acredito que este grito sobe dos sírios que invocam um esforço maior da comunidade internacional para encontrar imediatamente uma solução política para esta grave crise.
Entretanto, na Síria é cada vez mais preocupante a situação humanitária. Milhares de pessoas estão se dirigindo para o Curdistão iraquiano, uma área não equipada para administrar um fluxo tão ingente de refugiados. 

A Rádio Vaticano conversou também com Giacomo Guerrera, Presidente do Unicef Itália:

R. ... Essas pessoas chegaram no espaço de cinco dias: mais de 30 mil cruzaram o Tigre na ponte de Peshkabur, no norte do Iraque, porque é uma fronteira que se abriu. Essas pessoas chegam em uma área onde não há nada: não há abastecimento de água, sem rede de esgoto, não há lugares para um abrigo natural, e as temperaturas chegam a mais de 45 graus! Portanto, a intervenção de organizações humanitárias - nós por primeiros - é de correr imediatamente para distribuir água, para levar material sanitário, para ajudar especialmente as crianças e todos aqueles que se encontram nestas condições. Mas também nós precisamos de ajuda, pois são mais de dois anos que fazemos intervenções, com a mais completa desatenção por parte da comunidade internacional!

Fonte: Rádio Vaticano
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