Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/10/2017

Queridos filhos,

Falo a vocês como MÃE, com palavras simples mas cheias de amor e de preocupação, que ME foram confiados por MEU FILHO. É ELE que, do ETERNO PRESENTE, fala a vocês com palavras de vida e semeia o amor nos corações abertos, Por esta razão os peço, apóstolos do MEU AMOR, tenham os corações abertos, sempre prontos à misericórdia e ao perdão.

Pelo MEU FILHO, perdoem sempre ao próximo porque assim vocês terão a paz. Filhos MEUS, preocupem-se com a alma de vocês porque é a única coisa que pertence a vocês realmente. Vocês se esqueceram da importância da família.

A família não deveria ser lugar de sofrimento e de dor mas local de compreensão e de ternura. As famílias que vivem segundo o MEU FILHO, vivem em amor recíproco.

Quando o MEU FILHO era ainda pequeno, ELE ME dizia que todos os homens são SEUS irmãos; por isso lembrem-se, apóstolos do MEU AMOR, que todos os homens que vocês encontrarem são família, irmãos pelo MEU FILHO.

Meus filhos, não gastem seu tempo pensando sobre o futuro, se preocupando. Que sua única preocupação seja viver bem cada momento de acordo com MEU FILHO. Lá está – paz para vocês!

Filhos MEUS, não esqueçam nunca de rezar pelos seus sacerdotes. Rezem para que possam aceitar todos os homens como seus próprios filhos e segundo o MEU FILHO, sejam pais espirituais. Obrigada.


OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Vaticano publica a primeira encíclica escrita por dois Papas, intitulada "Lumen Fidei"

A primeira encíclica da história escrita por dois Papas, Francisco e Bento XVI, com o título "Lumen fidei" ("A luz da fé"), foi publicada nesta sexta-feira pelo Vaticano.

A encíclica, considerada o documento mais importante que um Papa escreve durante o pontificado, foi traduzida para vários idiomas, entre eles espanhol, italiano, francês, inglês, alemão e português, e é uma ampla reflexão sobre a fé no mundo moderno.

No texto, o Papa Francisco defende "a família fundada no matrimônio, entendido como união estável de um homem e uma mulher".

A encíclica, considerada o documento mais importante que um Papa escreve durante o pontificado, foi traduzida para vários idiomas, entre eles espanhol, italiano, francês, inglês, alemão e português, e é uma ampla reflexão sobre a fé no mundo moderno.

Na introdução, o Papa argentino explica que o primeiro esboço da encíclica foi escrito pelo agora Papa Emérito Bento XVI, ao qual ele apenas agregou algumas contribuições.

"É um documento forte. Um grande trabalho, ele começou e eu vou terminar", havia anunciado Francisco,  em 13 de junho, durante um encontro com os bispos de todo o mundo, quando reconheceu que o texto foi escrito "a quatro mãos".

Dividida em quatro capítulos, uma introdução e uma conclusão, o documento, que na versão em português tem mais de 80 páginas, completa o trabalho teológico de Bento XVI sobre as virtudes, depois de "Deus caritas" ("Deus é caridade"), de 2005, "Spe Salvi" ("Sobre a esperança cristã"), de 2007, e "Caritas in Veritate" ("Na caridade e na verdade"), de 2009.

Esta é a primeira encíclica da história do catolicismo escrita por dois pontífices, já que Bento XVI iniciou a redação antes de renunciar ao pontificado em fevereiro.

"Em primeiro lugar devemos recuperar o caráter de luz próprio da fé, capaz de iluminar toda a existência do homem, de ajudá-lo a distinguir o bem e o mal, sobretudo em uma época como a moderna, na qual o crer se opõe ao buscar e a fé é vista como uma ilusão, um salto no escuro que impede a liberdade", escreve o Papa na introdução.

A carta papal, dirigida tanto aos bispos e religiosos de todo o mundo como aos laicos, dedica o quarto capítulo à relação entre a fé e o bem comum.

"A fé [...] torna forte os laços entre os homens e se põe a serviço concreto da justiça, do direito e da paz" e "não é alheio ao compromisso concreto do homem contemporâneo".

No mesmo capítulo defende "a família fundada no matrimônio, entendido como união estável de um homem e uma mulher".

Para Francisco, a família "nasce do reconhecimento e da aceitação da bondade da diferenciação sexual", que "promete 'um amor para sempre' e reconhece o amor criador que leva a gerar filhos".


Fonte: Catolicismo Romano
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