Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/12/2017

“Queridos filhos, Me dirijo a vocês como sua Mãe, a Mãe dos justos, a Mãe daqueles que amam e sofrem, a Mãe dos santos.

Filhos Meus, também vocês podem ser santos: depende de vocês. Santos são aqueles que amam imensamente o Pai Celestial, aqueles que O amam acima de tudo.

Por isso, filhos Meus, procurem ser sempre melhores. Se procuraram ser bons, podem ser santos, também se não pensam isto de vocês. Se vocês pensam ser bons, não são humildes e a soberba os distancia da santidade.

Neste mundo inquieto, cheio de ameaças, as suas mãos, apóstolos do Meu amor, devem estar estendidas em oração e em misericórdia. Para mim, filhos Meus, presenteiem o Rosário, as rosas que tanto amo!

As Minhas rosas são as suas orações feitas com o coração e não somente recitadas com os lábios. As minhas rosas são as suas obras de oração, de fé e de amor.

Quando era pequeno, Meu Filho me dizia que os Meus filhos seriam numerosos e que me trariam muitas rosas.

Eu não compreendia, agora sei que vocês são aqueles filhos, que trazem rosas quando amam o Meu Filho acima de tudo, quando rezam com o coração, que ajudam os mais pobres. Estas são as Minhas rosas!

Esta é a fé, que faz que tudo na vida se faça por amor; que não conhece a soberba; que perdoa sempre prontamente, sem nunca julgar e procurando sempre compreender o próprio irmão.

Por isso, apóstolos do Meu amor, rezem por aqueles que não sabem amar, por aqueles que não os amam, por aqueles que os fizeram mal, por aqueles que não conheceram o Amor de Meu Filho. Filhos Meus, os peço isto para que lembrem que rezar significa amar e perdoar. Obrigada !”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Desvendado oficialmente o nome dos assassinos do PADRE HENRIQUE, depois de 43 anos

O ASSUNTO FOI DIVULGADO PELA COMISSÃO ESTADUAL DA MEMÓRIA E VERDADE DOM HELDER CÂMARA, QUE APURA OS CRIMES DA DITADURA MILITAR.

De posse de documentos inéditos produzidos para o antigo Serviço Nacional de Informação (SNI) e o Ministério da Justiça, no regime militar, divulgados nesta segunda-feira (22) em coletiva à imprensa, a Comissão da Estadual da Memória e Verdade Dom Helder Câmara conseguiu conhecer os responsáveis materiais pelo trucidamento do Padre Antônio Henrique Pereira Neto, o Padre Henrique, auxiliar de Dom Helder Câmara, crime ocorrido há 43 anos.
São eles: o então estudante Rogério Matos do Nascimento, o menor Jerônimo Gibson Duarte Rodrigues (17 anos na época, sobrinho de José Bartolomeu Lemos Gibson, promotor exercendo o cargo de delegado-diretor do Departamento de Investigação da SSP/PE), e os investigadores de polícia Rível Rocha (falecido) e Humberto Serrano de Souza. Este último, personagem que nunca havia sido relacionado ao crime, segundo a Comissão.
Após 43 anos do assassinato do religioso, os nomes são divulgados com base em informe confidencial ao chefe do SNI, em Brasília, general Carlos Alberto da Fontoura, datado de 30 de junho de 1970. Nele, o regime militar identificou como autores “jovens radicais da direita em co-autoria com investigadores da Polícia Civil de Pernambuco”. Há, também, a confirmação de que o crime teve motivação política, visando a atingir o arcebispo de Olinda e Recife, dom Helder Câmara, em razão da atuação social de Padre Henrique.
Os documentos, concluem a Comissão da Verdade Estadual, isentam de participação o investigador Henrique Pereira da Silva, o X-9 (falecido), sempre citado como um dos autores da morte do Padre Henrique, e mais as pessoas presas na ocasião.
A Comissão da Verdade chegou à conclusão com base nos autos do processo de investigação conduzido pelo promotor José Ivens Peixoto, já falecido, que nunca fez a pronúncia dos acusados – devido à orientação do Ministério da Justiça e do SNI. Por agir para omitir a apuração real e os nomes dos verdadeiros autores, e impedir a pronúncia dos mesmos, são acusados pela Comissão como cúmplices do trucidamento o então ministro da Justiça, jurista Alfredo Buzaid (falecido), dois assessores jurídicos do Ministério e o Ministério Público de Pernambuco (MPPE), em razão da submissão e omissão do promotor José Ivens Peixoto.

Texto de Michele Souza. Matéria enviada pelo advogado gravataense radicado em Brasilia, Laerço Bezerra.

Fonte: Blog do Castanha

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