Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

O que é ter compaixão? O Papa explica

“Compaixão”, “aproximar-se” e “restituir”. Na Missa matutina na Casa Santa Marta (19/09), o Papa Francisco pediu ao Senhor que nos dê a “graça” de sentir compaixão “diante de tanta gente que sofre”, de nos aproximar e levar essas pessoas “pela mão” até a “dignidade que Deus deu para elas”.

Inspirando-se no Evangelho do dia de Lucas, dedicado à narração da ressurreição do filho da viúva de Naim por obra de Jesus, o Pontífice explicou que no Antigo Testamento os “mais pobres dos escravos” eram justamente as viúvas, os órfãos, os estrangeiros e os forasteiros. E o convite é para cuidar deles, de modo que se insiram “na sociedade”. Jesus, que tem a capacidade de “olhar o detalhe”, porque “olha com o coração”, tem compaixão:

“A compaixão é um sentimento envolvente, é um sentimento do coração, das vísceras, envolve tudo. Não é o mesmo que a “pena” ou … “que dó, pobre gente!”: não, não é a mesma coisa. A compaixão envolve.  É “padecer com”. Isso é a compaixão. O Senhor se envolve com uma viúva e com um órfão…. Mas diga, há uma multidão aqui, por que não fala para a multidão? Deixe … a vida é assim … são tragédias que acontecem, acontecem…. Não. Para Ele, era mais importante aquela viúva e aquele órfão morto do que a multidão para a qual Ele estava falando e que o seguia. Por que? Porque o seu coração, as suas vísceras se envolveram. O Senhor, com a sua compaixão, se envolveu neste caso. Teve compaixão”.

A compaixão, portanto, impulsiona “a aproximar-se”, observou o Papa: podem-se ver muitas coisas, mas não se aproximar delas:

“Aproximar-se e tocar a realidade. Não olhá-la de longe. Teve compaixão – primeira palavra – se aproximou – segunda palavra. Depois fez o milagre e Jesus não disse: ‘Até logo, eu continuo o caminho’: não. Pegou o rapaz e o que fez? ‘O devolveu para sua mãe’: devolver, a terceira palavra. Jesus faz milagres para restituir, para colocar as pessoas no próprio lugar. E foi o que fez com a redenção. Teve compaixão – Deus teve compaixão – se aproximou de nós no seu Filho, e restituiu a todos nós a dignidade de filhos de Deus. Ele recriou todos nós”.

A exortação é a “fazer o mesmo”, seguir o exemplo de Cristo, aproximar-se dos necessitados, não ajudá-los “de longe, porque há aqueles que estão sujos”, não tomam banho”, “têm mau cheiro”.

“Muitas vezes vemos os jornais ou a primeira página dos jornais, as tragédias… mas olhe, as crianças naquele país não têm o que comer; naquele país, as crianças são soldados; naquele país as mulheres são escravizadas; naquele país … oh, que calamidade! Pobre gente … Viro a página e passo ao romance, para a telenovela que vem depois. E isso não é cristão. E a pergunta que eu faria agora, olhando para todos, também para mim: “Eu sou capaz de ter compaixão? De rezar? Quando eu vejo essas coisas, que me trazem a casa, através da mídia … as vísceras se movem? O coração sofre com essas pessoas, ou sinto pena, digo “pobre gente”, e assim … “. E se você não pode ter compaixão, peça a graça: ‘Senhor, dá-me a graça da compaixão’”!

Com a “oração de intercessão”, com o nosso “trabalho” de cristãos – devemos ser capazes de ajudar as pessoas que sofrem, para que “retornem à sociedade”, à “vida familiar”, de trabalho; em síntese: à “vida cotidiana”.



Terça, 19/09/2017 - Rádio Vaticano / Aleteia

Metrô de São Paulo recebe exposição sobre Nossa Senhora Aparecida

Mostra faz parte das comemorações aos 300 anos de devoção à padroeira do Brasil

O  Museu de Arte Sacra de São Paulo exibe “Aparecida do Brasil“, em parceria com o Museu Nossa Senhora Aparecida, do Santuário Nacional de Aparecida. Composta por 16 imagens feitas por Thiago Leon, a exposição acontece na Sala MAS – Metrô Tiradentes e homenageia os 300 anos de devoção à Nossa Senhora Aparecida, por meio de fotografias que retratam os devotos e o Santuário Nacional de Aparecida.

Impressionado com a fé das pessoas, o fotógrafo oficial do Santuário Nacional de Aparecida Thiago Leon se emociona a cada clique. “Isso me toca muito (…). São milhões de pessoas com seus desafios, buscando inspirações nas coisas do céu. Isso me motiva a quebrar barreiras pessoais e me aproximar mais dos devotos e saber por que eles estão aqui.”

Essas imagens nos introduzem ao espírito iconográfico de Cláudio Pastro – artista convidado para finalizar a basílica, no final da década de 1990, com afrescos nas paredes que, de forma contemporânea, retratam o mistério da fé revelado aos homens por Jesus e que expressam, em linhas e cores, o transcender da alma. Neste sentido, sobre a basílica nova, o curador Cesar Augusto Bustamante Maia comenta: “O espaço sagrado transmite a história da salvação em seus corredores. Já o baldaquino nos apresenta o simulacro da fauna e da flora brasileira, resgatando a brasilidade e preservação da vida em sua arte sacralizante. Envolvendo-nos a esse universo de testemunho da fé de um povo que sofre e, contudo, espera em Deus, com a intercessão da Aparecida do Brasil”.

Em “Aparecida do Brasil“, além das fotografias, o espectador também terá a chance de encontrar fragmentos arquitetônicos da Basílica Velha e protótipos do novo Santuário, os quais demonstram as transformações artísticas ocorridas no templo – desde o estilo barroco até o contemporâneo sacro.
Ultrapassando as fronteiras do nosso país, a devoção à Nossa Senhora Aparecida se espalha ao redor do mundo ao longo de três séculos. “Hoje, aqueles que passam pelo Santuário, ou que acompanham a sua vida pelos meios de comunicação, são pescados, como os três pescadores, por Maria, e com ela são chamados a reconstruírem vidas em Cristo”, comenta o Prefeito de Igreja do Santuário Nacional de Aparecida, Pe. Rodrigo Arnoso.

Sobre o encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida

Em outubro de 1717, três humildes pescadores receberam a incumbência de buscar peixes para o Conde de Assumar, governador da capitania de São Paulo e das Minas Gerais. Depois de tanto navegar e sem êxito na pescaria, os três trabalhadores do povoado do Itaguaçu lançaram pela última vez as suas redes, quando notaram que uma delas pesava – para surpresa dos pescadores, surgia do fundo do rio um corpo de imagem, o qual foi recolhido com respeito e veneração. Em outro lançamento da rede, pescaram a cabeça. Corpo e cabeça da imagem da Imaculada Conceição, devotamente chamada Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Após o encontro da imagem, as redes se encheram de peixes e, com este milagre, se dá início aos 300 anos de devoção à Santa padroeira do Brasil.

Programe-se

Exposição: “Aparecida do Brasil
Abertura: 21 de setembro de 2017, quinta-feira, às 11h
Período: 22 de setembro a 19 de novembro de 2017
Local: Sala MAS – Metrô Tiradentes – http://www.museuartesacra.org.br
Estação Tiradentes do Metrô – São Paulo/SP
Tel.: (11) 3326-5393 – agendamento/ educativo para visitas monitoradas
Horário: Terça a domingo, das 9h às 17h
Ingresso: Grátis aos usuários do Metrô (é preciso comprar o bilhete)



Terça, 19/09/2017 - Aleteia Brasil 

EVANGELHO DO DIA 17/09/2017 – Mateus 18,21-35

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus

Naquele tempo, Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou-Lhe: «Se meu irmão me ofender, quantas vezes deverei perdoar-lhe? Até sete vezes?» Jesus respondeu: «Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Na verdade, o reino de Deus pode comparar-se a um rei que quis ajustar contas com os seus servos. Logo de começo, apresentaram-lhe um homem que devia dez mil talentos. Não tendo com que pagar, o senhor mandou que fosse vendido, com a mulher, os filhos e tudo quanto possuía, para assim pagar a dívida. Então o servo prostrou-se a seus pés, dizendo: ‘Senhor, concede-me um prazo e tudo te pagarei’. Cheio de compaixão, o senhor daquele servo deu-lhe a liberdade e perdoou-lhe a dívida. Ao sair, o servo encontrou um dos seus companheiros que lhe devia cem denários. Segurando-o, começou a apertar-lhe o pescoço, dizendo: ‘Paga o que me deves’. Então o companheiro caiu a seus pés e suplicou-lhe, dizendo: ‘Concede-me um prazo e pagar-te-ei’. Ele, porém, não conseguiu e mandou-o prender, até que pagasse tudo quanto devia. Testemunhas desta cena, os seus companheiros ficaram muito tristes e foram contar ao senhor tudo o que havia sucedido. Então, o senhor mandou-o chamar e disse: ‘Servo mau, perdoei-te, porque me pediste. Não devias, também tu, compadecer-te do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?’ E o senhor, indignado, entregou-o aos verdugos, até que pagasse tudo o que lhe devia. Assim procederá convosco meu Pai celeste, se cada um de vós não perdoar a seu irmão de todo o coração».


Palavra da Salvação.
Gloria a Vós Senhor!


COMENTÁRIO DO EVANGELHO

O Evangelho fala-nos de um Deus cheio de bondade e de misericórdia que derrama sobre os seus filhos – de forma total, ilimitada e absoluta – o seu perdão. Os crentes são convidados a descobrir a lógica de Deus e a deixarem que a mesma lógica de perdão e de misericórdia sem limites e sem medida marque a sua relação com os irmãos.

O mandamento do perdão não é novo – como vimos, aliás, na primeira leitura. Os catequistas de Israel ensinavam a perdoar as ofensas e a não guardar rancor contra o irmão que tinha cometido qualquer falha. Os “mestres” de Israel estavam, no entanto, de acordo em que a obrigação de perdoar existia apenas em relação aos membros do Povo de Deus (os inimigos estavam excluídos dessa dinâmica de amor e de misericórdia). A grande discussão girava, porém, à volta do número limite de vezes em que se devia perdoar. Todos – desde os mais exigentes aos mais misericordiosos – aceitavam, contudo, que o perdão tem limites e que não se deve perdoar indefinidamente.


É nesta problemática que Jesus é envolvido pelos discípulos. Pedro, o porta-voz da comunidade, consulta Jesus acerca dos limites do perdão. Ele sabe que, quanto a isto, Jesus tem ideias radicais e, talvez com alguma ironia, pergunta a Jesus se, na sua perspectiva, se deve perdoar sempre (“até sete vezes?” – vers. 21: o número sete, na cultura semita, indica “totalidade”).


Jesus responde que não só se deve perdoar sempre, mas de forma ilimitada, total, absoluta (“setenta vezes sete” – vers. 22). Deve-se perdoar sempre, a toda a gente (mesmo aos inimigos) e sem qualquer reserva, sombra ou prevenção.


É neste contexto e a propósito da lógica do perdão que Jesus propõe aos discípulos uma parábola (vers. 23-35). A parábola apresenta-se em três quadros ou cenas.


O primeiro quadro (vers. 23-27) coloca-nos diante de uma cena de corte: um funcionário real, na hora de prestar contas ao seu senhor (provavelmente de impostos recebidos e nunca entregues), revela-se incapaz de saldar a sua dívida. O senhor ordena que o funcionário e a sua família sejam vendidos como escravos; mas, perante a humildade e a submissão do servo, o senhor deixa-se dominar por sentimentos de misericórdia e perdoa a dívida. Neste quadro, o que impressiona mais é o montante astronómico da dívida: dez mil talentos (um talento equivalia a cerca de 36 Kg e podia ser em ouro ou em prata. Dez mil talentos é, portanto, uma soma incalculável). O exagero da dívida serve, aqui, para pôr em relevo a misericórdia infinita do senhor.


O segundo quadro (vers. 28-30) descreve como esse funcionário que experimentou a misericórdia do seu senhor se recusou, logo a seguir, a perdoar um companheiro que lhe devia cem denários (um denário equivalia a 12 gramas de prata e era o pagamento diário de um operário n&atil
de;o especializado. Cem denários correspondia, portanto, a uma quantia insignificante para um alto funcionário do rei).


Quando estes dois quadros são postos em paralelo, sobressaem, por um lado, a desproporção entre as duas dívidas e, por outro, a diferença de atitudes e de sentimentos entre o senhor (capaz de perdoar infinitamente) e o funcionário do rei (incapaz de se converter à lógica do perdão, mesmo depois de ter experimentado a alegria de ser perdoado).


É precisamente desta diferença de comportamentos e de lógicas que resulta o terceiro quadro (vers. 28-35): os outros companheiros do funcionário real, chocados com a sua ingratidão, informaram o rei do sucedido; e o rei, escandalizado com o comportamento do seu funcionário, castigou-o duramente.

Antes de mais, a parábola é uma catequese sobre a misericórdia de Deus. Mostra como, na perspectiva de Deus, o perdão é ilimitado, total e absoluto.

Depois, a parábola convida-nos a analisar as nossas atitudes e comportamentos face aos irmãos que erram. Mostra como neste capítulo, a nossa lógica está, tantas vezes, distante da lógica de Deus. Diante de qualquer falha do irmão (por menos significativa que ela seja), assumimos a pose de vítimas magoadas e, muitas vezes, tomamos atitudes de desforra e de vingança que são o sinal claro de que ainda não interiorizámos a lógica de Deus.


Finalmente, a parábola sugere que existe uma relação (aliás já afirmada na primeira leitura deste domingo) entre o perdão de Deus e o perdão humano. Mateus estará a sugerir que o perdão de Deus é condicionado e que só se tornará efetivo se nós aprendermos a perdoar aos nossos irmãos? O que Mateus está a dizer, sobretudo, é que na comunidade cristã deve funcionar a lógica do perdão ilimitado: se essa é a lógica de Deus, terá de ser a nossa lógica, também. O que Mateus está a sugerir, também, é que se o nosso coração não bater segundo a lógica do perdão, não terá lugar para acolher a misericórdia, a bondade e o amor de Deus. Fazer a experiência do amor de Deus transforma-nos o coração e ensina-nos a amar os nossos irmãos, nomeadamente aqueles que nos ofenderam.


Deus pagará na mesma moeda e castigará quem não for capaz de viver segundo a lógica do perdão e da misericórdia? Não. Decididamente, o revanchismo e a vingança não fazem parte dos métodos de Deus… Mateus usa aqui – bem ao jeito semita – imagens fortes e dramáticas para sublinhar que a lógica do perdão é urgente e que dela depende a construção de uma realidade nova, de amor, de comunhão, de fraternidade – a realidade do Reino.



UNIDOS PELA PALAVRA DE DEUS
Proposta para
Escutar, Partilhar, Viver e Anunciar a Palavra nas Comunidades Dehonianas
Grupo Dinamizador:
P. Joaquim Garrido, P. Manuel Barbosa, P. José Ornelas Carvalho
Província Portuguesa dos Sacerdotes do Coração de Jesus (Dehonianos)
Rua Cidade de Tete, 10 – 1800-129 LISBOA – Portugal
Tel. 218540900 – Fax: 218540909
portugal@dehonianos.org – www.dehonianos.org

Os “cristãos” que vão ficar do lado de fora do céu

Não é a Bíblia que você carrega, não é o crucifixo que você usa, não é a camiseta do seu grupo que vai medir o nível da tua conduta cristã

Você, com certeza, já ouviu esta frase: “Aceite Jesus e seja salvo”. É como se a salvação eterna fosse adquirida através de um ticket, de um ingresso. Basta aceitar Jesus e as portas do Céu já estarão abertas e enfeitadas para lhe recepcionar. Como dizia a personagem Filomena: Oh Coitaaaado…

Filho amado (a). Não é a Bíblia que você carrega, não é o crucifixo que você usa, não é a camiseta do seu grupo que vai medir o nível da tua conduta cristã. As redes sociais estão cheias de missionários, pregadores, templários, etc. Alguns até conseguem atrair seguidores e discípulos. Falam de Jesus com maestria, decoram versículos das Escrituras e parágrafos do Catecismo, defendem a doutrina com unhas e dentes, mas… e a vida cristã?

– Mas isso não é vida cristã, Padre?
– Não! Qualquer pessoa inteligente, mesmo que seja um ladrão, pedófilo, assassino, pode decorar textos e falar bonito. Vida cristã é repetir os gestos de Jesus no cotidiano. Jesus entrou na casa de Zaqueu sem dizer uma palavra. Sentou junto à samaritana e revelou seus pecados sem apontar o dedo. Transformou a vida da pecadora sem atirar uma pedra. Os santos foram santos não porque falaram a verdade, mas porque viveram na Verdade.

Devemos nos perguntar: quantas pessoas eu já consegui levar para a Igreja com meu jeito crítico e irônico? Qual a pessoa que decidiu ser católica ao se deparar com meu jeito de sabe-tudo? Quantos se converteram ao ler meus comentários apologéticos? Estamos preocupados em salvar as almas ou em mostrar ao público que somos especialistas em matéria de Fé?

“Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não pregamos nós em vosso nome, e não foi em vosso nome que expulsamos os demônios e fizemos muitos milagres? E, no entanto, eu lhes direi: Nunca vos conheci. Retirai-vos de mim, operários maus!” (Mt 7, 22)

Antes de pregar, fazer exorcismos e milagres, busque ser um bom cristão. Em suma, não ‘aceite’ Jesus, e sim, viva como Ele.


Sábado, 16/09/2017 - Padre Gabriel Vila Verde, 14/set/17 / Aleteia

Brasil ganha novo santuário da Mãe e Rainha de Schoenstatt

O Santuário de Caieiras será um novo local de peregrinação para os devotos da Mãe Rainha

Um novo Santuário Filial da Mãe e Rainha de Schoenstatt no Brasil será inaugurado no próximo dia 17 de setembro, em Caieiras (SP), região metropolitana de São Paulo. De acordo com a assessoria de imprensa do Santuário, 10 mil peregrinos, de várias partes do país e do exterior, devem participar da inauguração. Argentina, Chile, Equador, Paraguai, Bolívia, Estados Unidos e Alemanha confirmaram participação.

O Santuário de Caieiras representa um novo local de peregrinação. É desses Santuários Filiais que são enviadas as imagens peregrinas da Mãe e Rainha, que visitam cerca de 4 milhões de famílias, hospitais, presídios, escolas no Brasil.

“Há uma expectativa muito grande, todos trabalhando muito animados, ansiosos e com a certeza de que será um dia maravilhoso, aquele momento em que o céu toca a terra. Nossa espera é de alegria por viver esse momento de ver a Mãe tomar posse de seu trono de graças, de poder fazer parte desta história. Isso é muito forte. Costumo dizer que a responsabilidade por esse presente é muito grande para todos nós”, conta a Sra. Luverci Duval, presidente da Associação Apostólica Indivisa Christi, responsável pelo novo Santuário.

O bispo diocesano espera “que esse seja um lugar de acolhida. Que as pessoas, a partir dele, sejam motivadas, de novo, para o seguimento e testemunho de Jesus”, e diz também que “uma diocese com um Santuário de Nossa Senhora sempre faz a diferença, porque é realmente um lugar de onde jorram as bênçãos, as graças, de modo todo especial, vindas de Deus”.

Do ponto de vista social, o prefeito de Caieiras, Gerson Romero, compreende que a construção do Santuário de Schoenstatt contribuirá para o reforço das raízes que fundamentam a sociedade: “Este será um lugar abençoado, que trará muitos avanços para o município e reforçará os laços de pertencimento da comunidade católica para com a cidade, que está preparada para receber os peregrinos que vierem visitar o local”.

A cerimônia de inauguração será presidida por Dom Sergio Colombo, bispo de Bragança Paulista/SP e será transmitida pela TV Canção Nova a partir das 10 horas.



Sábado, 16/09/2017 - Via Canção Nova / Aleteia

Reflexão - Lc 6, 20-26

O mundo nos prega valores que não são do Reino de Deus. Se formos viver de acordo com os valores do mundo, seremos egoístas e buscaremos unicamente a nossa própria satisfação. Porém, se quisermos viver de acordo com os valores do Reino de Deus, deveremos ser capazes de amar e, em nome do amor, buscar a felicidade, a satisfação e o bem estar de todos, e denunciar com coragem profética todos os que vivem e pregam os valores que não são do Reino de Deus. As conseqüências dessas posturas são que os que vivem de acordo com os valores do mundo, terão a consolação do mundo, e os que vivem de acordo com os valores do Reino, terão a consolação do Reino. 

Sábado, 16/09/2017 - Inácio Jr.

Quando a Virgem Maria segurou a minha mão

Como uma mãe, que cuida de seus filhos

Ela é minha Mãe. Aquela que seca minhas lágrimas quando a tristeza me invade. A que me acaricia com sua ternura quando o meu coração sucumbe. A que me esconde em seu colo quando o medo se faz presente. Aquela que me devolve a esperança quando sinto que tudo tinha se perdido. A que me responde com palavras doces de amor quando, desesperada, eu chamo seu nome. Minha Mãe, sua Mãe… Nosso refúgio e consolo. Nosso caminho seguro a Jesus.

Eu estava sentada no aeroporto. Deus, que dor! As lágrimas escorriam. Não sabia para onde eu ia. Era a segunda vez em menos de três semanas que eu estava no mesmo lugar e quase que pela mesma razão. Há menos de um mês eu tinha tido três dias seguidos de insônia, em que meu único pensamento era ele, meu pai. Isso nunca tinha me acontecido. Durante o dia e à noite, pensava nele. Rezava por sua conversão. Naqueles momentos, eu não sabia o motivo daqueles pensamentos.

Falei com meu esposo sobre a angústia que sentia por não ter o meu pai tão presente. Absurdamente, perguntei-lhe: “Você acha que eu sofreria se um dia ele morresse? Eu creio que não, respondi, porque quase no convivi com ele e o conheci muito pouco. Logo a vida me fez engolir as minhas palavras”.

Quando recebi de minha irmã Elsa a devastadora notícia, me joguei ao chão e, de joelhos, pedi a Deus, como filha impotente e incrédula: “Senhor, seja feita a sua vontade. E me ajude a estar pronta para aceitá-la. O Senhor é fiel às suas promessas e sempre nos ouve quando pedimos com humildade. Por anos, eu te supliquei o milagre da conversão de meu pai. Pedi que o Senhor não o levasse sem que ele se convertesse. Faça um milagre, para que ele te reconheça antes de fechar seus olhos para sempre. Maria, minha Mãezinha, a Senhora nunca me abandonou. Por isso, leve meus pedidos ao Pai e a seu Filho, Jesus.”

Eu precisava encontrar meu pai com vida para dizer a ele tudo o que o meu coração sentia. Desesperada, eu só pedia tempo a Deus.

Eu me predispus a pegar o avião e ir até meu pai. Sentia que o céu se juntava à terra. A dor, o sofrimento, a angústia e a incerteza eram parte de minha bagagem. Três dias depois do Dia dos Pais, meu pai não acordava e teve que ser levado para o hospital. O diagnóstico não foi nada favorecedor. Ele precisava ser operado com urgência para drenar o sangue do cérebro dele. Era um procedimento muito arriscado, mas não havia outra opção se quiséssemos que ele saísse daquele quadro.

Fui assolada pelas lembranças. As dúvidas me invadiram. Quanto tempo perdido! E, se algo dói, é justamente isso tudo: as palavras não ditas, os espaços não divididos, os perdões não concedidos, os beijos não roubados, os abraços não permitidos, os “te amo” não correspondidos, as festas não aproveitadas, os sucessos não compartilhados.

Eu deveria ter sido uma filha mais presente? Talvez. Mas a sua falta de amor me doía, e a distância e o tempo me protegiam de sua falta de acolhimento e proteção. Nada mais tinha resposta. Minha história com meu pai não era história, pois quase não existiam lembranças nas quais eu pudesse me agarrar. Eu só sabia que essa minha covardia me doía na alma. Cada vez que queria lhe procurar, o terror me paralisava e não me deixava pegar o telefone. Meu pai sempre foi uma pessoa singular, diferente de todos os outros pais. Mesmo assim, eu o amei em silêncio. Eu me sentia orgulhosa quando as pessoas me reconheciam como filha dele.

Meu pai em um país, eu em outro. Eu precisava urgentemente encontrar um voo para vê-lo com vida. Desesperada, eu procurava um padre para auxiliar meu pai antes de sua cirurgia. O Espírito Santo me fez encontrar o bondoso e generoso Padre Fede, que eu não conheço, mas que aceitou, de imediato, dar os últimos sacramentos a meu pai. Isso para mim foi como uma rajada de ar fresco; um entre tantos milagres que experimentei neste verão.

Foi a viagem mais longa e dolorosa da minha vida. Ninguém pode me acompanhar. Meu esposo precisou ficar para cuidar de um de nossos filhos, que tinha sido operado uma semana antes
No aeroporto, comecei a me sentir muito mal. Eu sempre tive pressão baixa. Neste dia, ela disparou. Lembro que eu tive que caminhar escorando nas paredes, porque tudo dava voltas.

Eu me sentia como se estivesse dentro de uma bolha, vendo tudo em três dimensões. Meus ouvidos estralavam e eu via tudo borrado. Mas eu não podia dizer nada, pois corria o risco de não me deixarem tomar o avião – e eu precisava ver meu pai com vida.

Recorri a minha Mãe, Maria, e lhe supliquei que segurasse as minhas mãos. Peguei meu terço e o empunhei com força. Ainda hoje me lembro deste momento e me emociono, pois ela viajou comigo, segurando as minhas mãos. Enquanto eu caminhava, eu segurava com mais força ainda na mão dela – o terço. O avião decolou. Na verdade, senti que estava entregando a minha alma ao Criador. Era uma sensação de montanha russa.

A Virgem continuava segurando a minha mão e eu conversava com ela. Este era só o primeiro voo. Faltava outro, de quase três horas. Não sei quantos terços eu rezei. Eu creio que não deixei nenhuma alma no purgatório. A Virgem me levou por suas mãos até o lugar onde pude me encontrar com meu pai. Ele estava em estado grave, mas estável. O tempo nos foi concedido.

As primeiras 72 horas eram cruciais. Fiquei com ele em todos os instantes permitidos. Não desperdiçava um segundo e contava-lhe o que ele significava em minha vida. Não vou compartilhar tudo o que eu lhe disse, pois isso vai ficar só com Deus e comigo. Minha água benta e o terço estavam sempre ao nosso lado.

No terceiro dia depois da cirurgia, havia a possibilidade dele acordar, pois os sedativos tinham sido retirados. Digo probabilidade, pois, ele tinha entrado em coma e não era certeza que ele reagiria. Eu não perdia fé. Deus ainda tinha alguma coisa a fazer por ele. Eu entrei para vê-lo e coloquei meu terço na palma da mão dele. Depois disso, comecei a falar muito de Deus e da oportunidade que Ele estava nos dando.

Rezei muito. Quantas coisas do amor de Deus e de nossa Mãe eu lhe disse! Nisso, entrou uma enfermeira para ministrar os medicamentos. Minha reação foi tirar a minha mão de cima da mão de meu pai e guardar o terço. Para minha surpresa, meu pai apertou a minha mão com força, para que eu não soltasse a dele.

Fiquei muito emocionada. Ainda incrédula, perguntei à enfermeira se eram reflexos. Ela me disse que ele estava saindo do coma. Outro milagre! Meu pai estava acordando e escutou tudo o que eu lhe falava sobre Deus.

Mas este não foi o grande milagre. Naquele momento, entendi que eu estava colocando meu pai nas mãos da Mãe mais amorosa, aquela que o levaria aos braços do Pai, para conhecer o amor de Deus. E meu pai tinha feito o mesmo comigo quando eu tinha dois meses de vida.

Depois que minha mãe biológica morreu em um acidente, ele me colocou nas mãos de minha avó materna, que me apresentou o amor de Deus. Eu estava retribuindo ao meu pai o maior ato de amor que ele teve comigo: presentear-me com uma mãe e me colocar sob a proteção dela. Agora, eu pedia a Maria que cuidasse da alma de meu pai e a protegesse. Agora, eu colocava meu pai nas mãos de Maria.

Aquele aperto de mãos foi algo que ainda hoje não tenho palavras para descrever. Um milagre, uma resposta, um presente. Tudo isso junto. Foi um carinho de Deus, de minha Mãe, em meio a tanta dor. Foi a confirmação do “Não temais, eu estou aqui e sou sua Mãe”.


A história continua e os milagres seguem, ainda que as bênçãos cheguem em forma de cruz…

Segunda, 11/09/2017 - Luz Ivonne Ream / Aleteia

11 de setembro de 2001: o dia que devemos recordar para sempre

Existe um limite que a humanidade não deve mais voltar a explorar

Hoje faz 16 anos de um dia em que o mundo pareceu particularmente difícil de reconhecer. A televisão mostrava quase com estupor um suposto acidente que já causava estranhamento em si mesmo. A cobertura ao vivo de quase qualquer evento já era uma realidade em 2001, e, por isso, milhões e milhões de pessoas se perguntavam em tempo real como foi que aquele piloto tinha colidido contra uma das Torres Gêmeas de Nova Iorque numa clara manhã de céu limpo. Foi quando um segundo avião se chocou contra a outra torre e o planeta em peso assistiu à cena no mesmo instante em que, estarrecedoramente, ela acontecia.

O dia 11 de setembro de 2001 se tornou, nas aulas de jornalismo da década seguinte, um daqueles acontecimentos cuja objetividade é abordada pela perspectiva da mais pura subjetividade. O jornalista que chorou, que se comoveu, que afirmou que, apesar da sua trajetória, não tinha palavras diante daquele fato é alguém que entendeu a complexidade humana do que ocorria à sua frente e que acompanhava a rápida reflexão que quase todos fizeram naquela hora: o mundo estava em guerra.

Mas, nos últimos dois anos, o cenário em relação ao 11 de setembro é bem diferente nas turmas de primeiro período de jornalismo na universidade. Quando pergunto se eles se lembram daquele dia, muito poucos, ou mesmo nenhum, levanta a mão. Não é culpa deles, que mal tinham nascido para a vida consciente: eles tinham dois ou três anos quando aconteceu. Pois é: já existem novas gerações de jovens adultos que não viveram aquele momento de estupor que impactou o mundo no tocante ao terror; que nos apresentou com evidência que existe um mal evidente, inexplicável a partir das meras lógicas geopolíticas; um mal que tem nome, terrorismo, mas que não tem qualquer tipo de justificativa.

Os professores de história dos países neutros fazem malabarismos para ensinar que, na guerra fria, havia dois blocos contrapostos em interesses e em ideologias. Diante do 11 de setembro não existe essa necessidade, porque o mal nunca tinha se manifestado com tanta contundência numa tela de televisão.

Houve episódios posteriores, quase ecos daquele dia, igualmente malévolos, mas de bem mais rápido esquecimento mundial – afinal, num mundo que parece vacinado contra o espanto, não choramos mais o necessário, conforme observou o Papa Francisco. Atentados como os de Madri, Nice, Londres, Paris e tantos outros foram todos emoldurados politicamente em cenários mais complexos, que envolviam outros dramas. Mas aquele 11 de setembro não dá tanta margem a interpretações: o homem e as suas divisões culturais e sociais simplesmente tinha caído baixo demais.

Contemplar o espanto envolvido nesse dia nos provoca náuseas. A televisão norte-americana decidiu, há certo tempo, recordar cada 11 de setembro com outro olhar, sem voltar a mostrar as imagens do horror, relatando histórias de superação, de coragem, de unidade. A ferida ainda é recente e dói.

Mas há novas gerações que precisam crescer aprendendo que existe um limite que a humanidade não deve mais voltar a explorar. E o dia 11 de setembro de 2001 nos lembra que temos de fazer tudo o que é humanamente possível para nunca mais cair tão baixo como seres humanos.



Segunda, 11/09/2017 - Esteban Pittaro / Aleteia

Mantenha por perto quem te motiva a ser melhor

Mantenha por perto que tem sempre uma palavra de força e de motivação, quem não duvida de seus potenciais, quem acredita em você, no que você pode, em tudo de que você seja capaz

Passaremos por vários encontros ao longo de nossa jornada e conheceremos os mais variados tipo de pessoas. Algumas delas nos enriquecerão, outras nos diminuirão, bem como haverá tantas delas que passarão em branco. Saber quais companhias serão imprescindíveis ao nosso caminhar com ares tranquilos e quais pessoas deverão sair de nossas vidas o quanto antes nos poupará de consideráveis tempestades inúteis.

Mantenha por perto que tem sempre uma palavra de força e de motivação, quem não duvida de seus potenciais, quem acredita em você, no que você pode, em tudo de que você seja capaz. Escute as pessoas que realmente o amam, que realmente querem o seu bem, que sorriem com verdade, sem forçar nada, sem ser chamado, aquelas que nunca se sentem obrigadas a estar junto da gente.

Afaste-se de quem sempre parece duvidar de que algo bom possa vir a acontecer com você, quem pinta o seu futuro com cores tortas, quem lota de nuvens os seus sonhos de vida. Não dê ouvidos a desmotivações e negatividades de quem só chega perto para dar rasteiras, para desacreditar de qualquer coisa em você que implique ser feliz. Não deixe que seu sorriso se desmanche por conta de palavras vindas de gente chata e pessimista.

Aproxime-se das pessoas que brilham sem ofuscar ninguém, que alcançam sonhos sem precisar destruir o outro, sem falsidade, sem derrubar quem lhe atravesse o caminho. Ouça quem divide luz, compartilha sabedoria, multiplica conhecimento, espalha amor. Quem subiu por conta própria, pelos próprios méritos, quem nunca deixa de ser quem de fato é onde quer que esteja, seja com quem estiver.

Fique longe dos indivíduos que não conseguem obter nada sem derrubar o outro, sem maldizer quem faz sucesso, sem invejar quem possui competência e felicidade de sobra. Mas fique bem longe de quem só sabe falar mal de quem não está presente, de quem só critica, só se sente injustiçado, só sabe querer o que não tem. Esse tipo de gente não pensa duas vezes antes de passar por cima de quem sua mente doentia achar que é melhor, que é mais feliz, que não merecia tudo o que tem.


Inevitavelmente, iremos amargar muitas decepções com pessoas em quem depositávamos afeição sincera, seremos alvo da maldade de quem nem nos conhece direito, seremos desencorajados de nossos sonhos por quem não acredita na força do amor, porque nem todo mundo terá a decência de se colocar no nosso lugar ou de se calar quando o momento assim o pedir. No entanto, darmos as mãos aos verdadeiros amigos, às pessoas que realmente nos amam e acreditam em nós é o que nos manterá firmes no caminho que traçaremos rumo à felicidade de que somos merecedores. Porque todos somos merecedores.


Domingo, 10/09/2017 - Marcel Camargo, via Obvious / Aleteia

Por que setembro é o mês da Bíblia?

Além do Brasil, vários países da América Latina e África dedicam o mês de setembro à celebração da Sagrada Escritura

Todo católico sabe que setembro é o mês dedicado à Bíblia, mas você sabe por que foi feita essa escolha?

Em 1971, a Arquidiocese de Belo Horizonte (MG) propôs uma ação bíblica para todos os fiéis, leigos e consagrados, por ocasião da comemoração de seus 50 anos de existência. O período escolhido para os estudos bíblicos foi setembro, mês em que se celebra a memória de São Jerônimo, grande biblista na história da Igreja Católica.

Sabendo da ação da arquidiocese, o Serviço de Animação Bíblica das Irmãs Paulinas passou a propagar, todos os anos seguintes, a celebração do mês dedicado à Bíblia. Com a devoção propagada e os grupos de estudo bíblico se multiplicando, a CNBB passou a assumir a data comemorativa e instituiu a celebração por todo o país.

Atualmente, além do Brasil, vários países da América Latina e África dedicam o mês de setembro à celebração da Bíblia.


São Jerônimo

No ano 382, Pe. Jerônimo foi chamado pelo papa Dâmaso para ser seu secretário particular. Já em Roma, recebeu a incumbência de traduzir a Bíblia do grego e do hebraico, para o latim. Neste trabalho, ele dedicou quase toda sua vida. O conjunto final de sua tradução da Bíblia, em latim, se chamou “Vulgata” e se tornou oficial no Concílo de Trento. Desde 1947, já se celebrava o Dia da Bíblia em 30/09, data de falecimento do santo.



Domingo, 10/09/2017 - Jovens de Maria / Aleteia

Dia da Independência: amor à Pátria

Você sabia que o patriotismo tem relação com um dos dons do Espírito Santo?

Os dons do Espírito Santo são concedidos para que as pessoas se deixem conduzir, no seu dia a dia, não pelos impulsos oferecidos apenas pelos sentidos, mas aprendam a discernir o que é melhor para a própria sociedade, para as relações interpessoais e o crescimento de cada um dos filhos e filhas de Deus, feitos todos para a felicidade e a plena realização.

Um dos dons do Paráclito é o da piedade; e por intermédio de sua atuação, somos conduzidos à bondade, com sentimentos e atitudes adequadas em relação aos outros, à família, à sociedade e à pátria.

Contribuição da Igreja para o Dia da Independência

Alguns dos frutos esperados da ação do Espírito Santo – nos cristãos que cultivam a bondade – atendem pelos nomes de civilidade, cidadania e patriotismo.

Sim! Ao celebrarmos o Dia da Independência do Brasil, Dia da Pátria, desejamos oferecer à sociedade reflexões que signifiquem a contribuição da Igreja na construção de um mundo mais justo e fraterno, sabendo que vivemos num ambiente de pluralismo, com diversidade de pontos de vista e opções, a serem por todos respeitados e valorizados.

Há um sonho de liberdade e uma justa pretensão de um tratamento igualitário, capaz de ir ao encontro, especialmente, dos grupos mais frágeis da própria sociedade.

Os cristãos são chamados a viver nesta terra, a obedecer às leis e superá-las com a lei maior da caridade, derramada nos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.

Tudo o que se disser a respeito do patriotismo e do exercício da cidadania pode sempre passar por um processo de aperfeiçoamento contínuo, pois não temos aqui estadia permanente, mas estamos em busca daquela que há de vir (cf. Hb 13,14-21).

Daí que a impostação de sua presença no mundo comporta uma sadia inquietação, a qual podemos chamar de espírito crítico, a ser exercitado sem azedume nem revolta. É que o sonho do cristão tem nome de “Reino de Deus”!

Muitas atitudes, até justificáveis pela gravidade dos problemas sociais, podem gerar um acirramento no trato deles, a ponto de transformar em ódio os eventuais conflitos de contrários, ou mais ainda: situações de ângulos diferentes, possíveis de se ajustarem em vista do bem comum.

Contribuição dos cristãos para o Dia da Independência

Essa é uma contribuição que os cristãos desejam oferecer ao exercício da cidadania. Enxergar os problemas, a partir dos interesses comuns, superando uma sempre tentadora luta de classes, que alguns já viram como única via para a superação das mazelas da humanidade nos decênios passados, com resultados sempre desastrosos.

A busca do que constrói a vida das pessoas e da coletividade, o diálogo sereno, com a capacidade de verificar a validade das contribuições alheias e o necessário acolhimento delas, pode ser a estrada para a edificação do desejado mundo novo.

O sadio patriotismo leva à bonita emoção que envolve todos os brasileiros no Dia da Independência. Basta lembrar o quanto toca em nosso brio pessoal o canto do Hino Nacional, a bandeira hasteada nas solenidades e soldados garbosos em seus desfiles, que deixam pais e mães orgulhosos.

Os benefícios sociais alcançados pelas comunidades, as conquistas dos mais excluídos, a casa própria adquirida com tanto esforço, a vitória dos jovens que acedem às universidades, o primeiro trabalho ou o primeiro salário, tudo isso é construção de um mundo digno e respeitoso para todos. Entretanto, o patriotismo tem seu contraponto no exercício de gestos de cidadania.

A reflexão que agora proponho veio da indignação de um jovem diante do desleixo com que se joga lixo na rua. Fez-me pensar no respeito às leis de trânsito, no cuidado com nossas praças e áreas de lazer, assim como a resposta que pode ser dada às situações críticas de nossa região e do mundo.

Patriotismo significa amar a terra em que vivemos, valorizar a natureza, que é dom de Deus e, mais ainda, o respeito à vida das pessoas a serem amadas com amor de caridade, e com quais podemos merecer a presença do Senhor, “pois onde dois ou mais estão reunidos em seu nome, Ele está presente” (Mt 18,20).

Cidadania

Cidadania é também a participação nas atividades comunitárias e a valorização de iniciativas nas ruas e bairros.

As campanhas organizadas em vários períodos do ano pela Cáritas ou as diversas Obras Sociais existentes pedem resposta e participação.

Edifica muito o envolvimento das pessoas, especialmente quando se trata de promover e apoiar as crianças. Se tantas vezes lamentamos e nos indignamos com a violência, há que reconhecer a solidariedade que se estabelece diante do sofrimento de pessoas e grupos.

Cidadania é presença e pode se transformar em exercício da caridade. Tenho proposto a pessoas e grupos que a criatividade se exercite na sensibilidade correspondente aos dons recebidos.

Uma pessoa pode visitar, semanalmente, os hospitais; outra vai ao presídio; uma terceira se coloca à disposição para levar os doentes aos hospitais. Cada um olhe ao seu redor e descubra seu jeito de ser presença.

Um dos âmbitos decisivos do exercício da cidadania é o engajamento dos cristãos leigos na política partidária.

Sabemos que a Igreja Católica é, muitas vezes, incompreendida e julgada por não cerrar fileiras com os diversos partidos e grupos existentes. Acontece que ela é discípula e mestra na história.

Noutras ocasiões, a escolha de lados na política só trouxe prejuízos, não só para a própria Igreja, como também para a própria sociedade. Houve também clérigos que se aventuraram em pleitos eleitorais, contribuindo, infelizmente, apenas para a divisão entre os fiéis.

Cabe à Igreja estimular os homens e mulheres vocacionados à política, oferecer-lhes a formação adequada e ajudá-los a se comprometerem, não em jogos de vis interesses, mas no compromisso com os valores do Evangelho.

——————–

Dom Alberto Taveira Corrêa

Dom Alberto Taveira foi Reitor do Seminário Provincial Coração Eucarístico de Jesus em Belo Horizonte. Na Arquidiocese de Belo Horizonte foi ainda vigário Episcopal para a Pastoral e Professor de Liturgia na PUC-MG. Em Brasília, assumiu a coordenação do Vicariato Sul da Arquidiocese, além das diversas atividades de Bispo Auxiliar, entre outras. No dia 30 de dezembro de 2009, foi nomeado Arcebispo da Arquidiocese de Belém – PA.



Quinta, 07/09/2017 -  Canção Nova / Aleteia

Conhecendo nossa religião!

Por que as pessoas procuram a religião? A maioria das pessoas que procuram a religião o faz por motivos egoístas, procuram a Deus para fazer dele seu servidor, querem proteção, saúde, sucesso econômico, profissional, social ou afetivo, ou fogem do medo do desconhecido, do sobrenatural ou da própria morte. Devemos procurar na religião um relacionamento pessoal e amoroso com o próprio Deus, para que possamos servi-lo amando os nossos irmãos e irmãs. Para isso, precisamos conhecer o Evangelho, no qual Jesus anuncia a boa nova do Reino de Deus. A partir do conhecimento do Evangelho, vamos nos sentir apelados por Deus para a vivência concreta do amor e, a partir de uma resposta positiva a esse apelo, teremos um relacionamento maduro e amoroso com Deus. 


Quinta, 07/09/2017 - Inácio Jr. Por E-mail.

Se Deus está “no” céu, onde fica o céu?

O Pai-Nosso começa dizendo que Deus está "no" Céu. Isto não sugere que o Céu é um lugar? E se é um lugar, onde fica?

Céu é onde Deus está. Então, onde está Deus? Em todo lugar. Então por que dizemos que Deus está no Céu, como se esse fosse um lugar particular em oposição a todo lugar?

A resposta é que, quando falamos de Deus ou do Céu, devemos usar a linguagem das coisas criadas, mesmo que Deus seja, por natureza, infinitamente maior do que qualquer criatura.

Já que, por nossa experiência, as coisas criadas encontram-se em lugares, quando falamos que Deus está no Céu parece soar como se estivéssemos nos referindo a um lugar físico. Mas o Céu não é um lugar físico, muito embora os mórmons acreditem que o Pai Celestial viva em um planeta próximo de uma estrela chamada “Kolob”.

Dizer que Deus está no Céu é um modo de dizer que Ele não “preso” à Terra. Uma rápida reflexão nos diz que Ele também não está “preso” ao espaço. Caso contrário, Ele seria limitado, significando que seria imperfeito e, portando, não verdadeiramente Deus. O Criador do universo, em sua natureza divina, não pode ser parte do universo que Ele criou.

Ao mesmo tempo, os teólogos dizem que Deus é onipresente: Ele está em todo lugar. Como, então, podemos dizer que Ele não faz parte do universo? Se Deus está em todo lugar, parece que Ele deva estar também no universo e, por consequência, seja parte do universo.

Considere, no entanto, o que dissemos sobre Deus não ser limitado ou confinado a um lugar específico. Por definição, estar em todo lugar simultaneamente significa não estar apenas em um lugar particular. A onipresença de Deus não significa que Ele se espalha sobre o espaço do mesmo modo que a margarina se espalha sobre uma fatia de pão ou a água se encontra distribuída por todo o volume de uma piscina.

Este é o erro do movimento de Nova Era, quer na forma de panteísmo (que afirma que tudo é Deus), quer na forma de panenteísmo (que afirma que Deus está em tudo assim como o açúcar encontra-se no suco).

Deus está em todo lugar – dizem os teólogos e filósofos – por seu poder, sua essência e seu conhecimento. Por seu poder infinito, Ele está em todo lugar pois Ele dá existência a todas as coisas. Ele está em todo lugar por sua essência pois o que Deus é (sua essência) não é separável daquilo que Ele pode fazer (seu poder). Deus está em todo lugar por seu conhecimento pois Ele sabe de tudo em todos os tempos.

Uma outra forma de enxergar a onipresença de Deus é pensar na Criação como uma novela divina e Deus como roteirista. O autor de uma novela está, em certo sentido, em todas as páginas que ele escreve. Ele cria o conjunto, os personagens e os eventos da sua novela. Apesar disso, ele mesmo se encontra fora da novela. Seria igualmente verdade dizer que a novela está dentro de seu autor – isto é, em sua mente.

Deus está fora do universo que Ele criou e sustenta (eis a sua transcendência), e, ao mesmo tempo, dentro dele (eis a sua imanência), por seu poder, essência e conhecimento.

Para um conhecimento mais aprofundado sobre o céu, sugerimos a leitura do livro “Everything You Ever Wanted to Know About Heaven” (“Tudo o que você sempre quis saber sobre o céu”), de Peter Kreeft, disponível no catálogo da Catholic Answers.


Terça, 05/09/2017 - Veritatis Splendor / Aleteia 

10 passagens bíblicas para descansar teus problemas em Deus

Para consultar em momentos de tribulação

Estas citações bíblicas são apropriadas para que consultar em momentos de tormenta em tua vida. O Senhor te chama e convida a encontrar calma Nele.

1 – Proteção e refugio seguro

Seria bom que em todo momento tivesses presente o seguinte:

“O Senhor é bom, é um refúgio na tribulação; conhece os que nele confiam.” Naum 1, 7.

2 – Diante dos problemas, contrariedades e dificuldades

Os problemas sempre estarão presentes em nossas vidas, não podemos desanimar quando eles acontecem, o importante é não perder a paciência e seguir confiando em Deus.

“Em tudo somos oprimidos, mas não sucumbimos. Vivemos em completa penúria, mas não desesperamos. Somos perseguidos, mas não ficamos desamparados. Somos abatidos, mas não somos destruídos.” II Coríntios 4, 8-9.

3 – A segurança da Salvação de Deus

O Deus da vida e do amor, não nos desampara nem nos deixa sozinhos. Ele age em todos os momentos. Aprende a dizer como o salmista:

“Em meio à adversidade vós me conservais a vida, estendeis a mão contra a cólera de meus inimigos; salva-me a vossa mão.” Salmos 137, 7.

4 – Alegria e confiança em Deus

Deus Todo Poderoso, conhece tudo de nós. Achas que Ele nos abandonará nas horas da provação? Alegra-te! Ele sempre está atento aos seus filhos!

“Vós sois meu asilo, das angústias me preservareis e me envolvereis na alegria de minha salvação.” Salmos 31, 7.

5 – Tudo se move por ordem de Deus

Se pões tua confiança em Deus, ele moverá as coisas e situações de tal maneira que sejas favorecido por sua graça.

“Aliás, sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são os eleitos, segundo os seus desígnios.” Romanos 8, 28.

6-  O auxilio Divino 

Com a ajuda de Deus podes contar sempre. Ele tem um grande caminho de salvação escondido nas circunstâncias complexas que você vive.

“Para os montes levanto os olhos: de onde me virá socorro? O meu socorro virá do Senhor, criador do céu e da terra.” Salmos 120, 1-2.

7 – Entrega tudo ao Senhor

Todo peso, preocupação ou problema que esteja perturbando tua alma, coloca debaixo do amparo do Deus que tudo pode.

“Confiai-lhe todas as vossas preocupações, porque ele tem cuidado de vós.” I Pedro 5, 7.

8 – Hoje é o dia

Deus age agora nessa situação que lhe traz inquietação.

“Não vos preocupeis, pois, com o dia de amanhã: o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu cuidado.”  Mateus 6, 34.

9 – Assim como recebes, deves dar

Todo esse amor com que Deus te inundou deve ser multiplicado com os demais, de maneira especial com os que sofrem, para que possam conhecer o quão bom é o Senhor.

“Bendito seja Deus, o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias, Deus de toda a consolação, que nos conforta em todas as nossas tribulações, para que, pela consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus, possamos consolar os que estão em qualquer angústia” II Coríntios 1, 3-4.

10 – A oração traz paz ao coração 

Suplica, roga, implora ao Bom Deus que te conceda paz em todas as circunstâncias da tua vida. Para Deus não há impossíveis.

“Não vos inquieteis com nada! Em todas as circunstâncias apresentai a Deus as vossas preocupações, mediante a oração, as súplicas e a ação de graças. .E a paz de Deus, que excede toda a inteligência, haverá de guardar vossos corações e vossos pensamentos, em Cristo Jesus.”  Filipenses 4, 6-7.

* * *

Obrigado, querida Bíblia, por recordar-me estes textos que me acalmam a alma, a mente e o coração de maneira que quero descansar nos braços de Deus, tal qual criança nos braços da mãe.



Terça, 05/09/2017 - via Píldoras de Fe / Aleteia

3 poderosos sacramentais para ter na sua casa

Esses pequenos artigos religiosos têm grande força espiritual

O uso dos sacramentais é uma das práticas religiosas menos compreendidas de modo adequado pelos católicos.

Embora façam parte da vida na Igreja desde o início do cristianismo, os sacramentais são vistos por muita gente, de forma errônea, como uma espécie de “superstição”. Acontece que, de fato, uma grande quantidade de católicos, ao longo dos séculos, tem usado os sacramentais de modo supersticioso por falta de compreensão do seu verdadeiro sentido: em vez de instrumentos da graça de Deus, eles são tratados como objetos “mágicos”, coisa que não são.

Os sacramentais servem para enriquecer a nossa vida espiritual, não para prejudicá-la. Eles foram instituídos pela Igreja para incentivar em nós um relacionamento cada vez mais profundo com Cristo e para nos ajudar a focar na santificação de cada parte da nossa vida, inclusive nas mais singelas e cotidianas. Os sacramentais são extensões dos sete sacramentos e nos ajudam a enxergar e acolher a graça de Deus no nosso dia-a-dia.

Um lugar onde os sacramentais são especialmente poderosos é o lar. Se os usarmos com espírito de fé, os sacramentais podem nos distanciar de perigos espirituais e nos inspirar a viver uma vida santa, dedicada a Deus na prática de cada dia.

Os três sacramentais que mencionamos a seguir, se forem usados ​​adequadamente, podem dar um novo impulso espiritual ao nosso lar:

A água benta

A água benta tem o duplo significado de nos lembrar do nosso batismo e simbolizar a limpeza espiritual. É usada inclusive em exorcismos: o diabo não suporta a água benta porque é inteiramente impuro, imundo para toda a eternidade. Ela evoca a água que fluiu do lado de Cristo, símbolo do batismo, e traz à mente o dia da derrota do diabo: a crucificação de Cristo para nos redimir do pecado e nos oferecer a salvação.
Um antigo costume era fixar recipientes com água benta em algumas paredes da casa: podiam ser simples copos de louça, em cuja água benta cada morador da casa tocava antes de fazer o Sinal da Cruz, acolhendo assim a bênção de Deus. Era frequente que esses recipientes simples, porém dignos, estivessem fixados perto das portas, de modo que as pessoas recorressem a eles ao saírem e retornarem à casa, ou dentro dos quartos dos membros da família, como convite a se manterem sempre puros e próximos de Deus. A água benta também ficava sempre ao alcance quando se desejava de modo especial afastar as influências do maligno.

O sal abençoado

Também é um antigo costume manter em casa um pequeno recipiente de sal abençoado. É preciso pedi-lo ao pároco, embora hoje em dia muitos padres não estejam mais familiarizados com esta prática. De fato, o sal abençoado é hoje um sacramental muitas vezes negligenciado. Apesar disso, ele representa uma poderosa arma contra o mal, conforme o texto usado na sua bênção de acordo com o Ritual Romano: o sal abençoado é descrito como símbolo de saúde para a mente e o corpo daqueles que o utilizam porque tem o sentido de nos livrar da impureza e nos proteger dos ataques malignos. O próprio Cristo nos exorta, no Evangelho, a ser sal da terra e luz do mundo.

O crucifixo

Outro sacramental muito poderoso, e que é encontrado com mais frequência em nossas casas, é o crucifixo. Ele não apenas nos recorda o grande Amor de Deus para conosco, mas também é uma das armas principais contra os inimigos espirituais. O crucifixo é a derrota de Satanás e o sinal de tudo o que ele despreza. O recomendável é ter um crucifixo em cada cômodo de casa, para meditar o mais possível no imenso sacrifício que Jesus fez por nosso amor e para a nossa redenção, além de nos encorajar a ser fiéis a Deus nas horas de tentação.
Lembre-se também de pedir a um sacerdote que abençoe os seus crucifixos.

Bônus: o escapulário


Um dos mais conhecidos sacramentais da Igreja é particularmente poderoso e inspirador: o escapulário de Nossa Senhora do Carmo. A respeito dele, você encontra uma explicação abrangente e fácil neste artigo:


O escapulário: o que é, como surgiu e como nos ajuda para a salvação eterna


Terça, 05/09/2017 - Philip Kosloski / Aleteia
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...